Perguntando São Bernardo ao Divino Redentor, qual era a dor que sofrera mais, e desconhecida dos homens:
Jesus lhe respondeu:
"Eu tinha uma chaga profundíssima no ombro sobre o qual carreguei minha pesada cruz:
Essa chaga era mais dolorosa que as outras.
Os homens não fazem dela menção, porque não a conhecem.
Honra pois, essa chaga a farei tudo o que por ela me pedires".
Oração:
Oh! amante Jesus, manso cordeiro de Deus, apesar de ser eu uma criatura miserável e pecadora vos adoro e venero a chaga causada pelo peso de vossa cruz, que dilacerando vossas carnes, desnudou os ossos de vosso ombro Sagrado e da qual vossa Mãe dolorosa tanto se compadeceu.
Também eu, ó altíssimo Jesus, me compadeço de vós e do fundo do meu coração vos louvo, vos glorifico, vos agradeço por essa chaga dolorosa de vosso Ombro em que quisestes carregar vossa Cruz por minha salvação.
Ah! pelos sofrimentos que padecestes e que aumentaram o enorme peso de vossa Cruz vos rogo com muita humildade:
Tende piedade de mim, pobre criatura pecadora, perdoai os meus pecados e conduzi-me ao céu pelo caminho da Cruz.
Rezam-se sete Ave-Marias e acrescenta-se:
"Minha Mãe Santíssima imprimi em meu coração as Chagas de Jesus Crucificado"
Indulgência de 300 dias cada vez.
"Oh! dulcíssimo Jesus, não sejais meu juiz, mas meu Salvador"
Indulgência de 100 dias cada vez.
Este blogue é tradicional e também fiel á verdadeira Religião Una, Católica, Apostólica, Romana e tem por objectivo a divulgação da Missa Tridentina em Portugal e no Brasil,e preservar a sua Doutrina original. Dedico este blog á Virgem Santíssima, ao Sagrado Coração de Jesus,a São José e as Almas do Purgatório,como reconhecimento e gratidão por me terem tirado do Paganismo. Evangelização Tradicional e Apostolado de Oração no Porto.
Jesus Crucified
Jesus Christ have mercy on us
Holy Tridentine Mass - Santa Missa Tridentina.
terça-feira, 16 de março de 2010
A devoção das três Ave-Marias.
As três Ave-Marias
Como Santa Matilde suplicasse à Santíssima Virgem que a assistisse na hora da morte, ouviu que a benignissima Senhora lhe disse: "Sim o farei; mas quero que por sua parte me rezes diariamente três Ave-Marias. A primeira, pedindo que assim como Deus Pai me elevou a um trono de glória sem igual, fazendo-me a mais poderosa no céu e na terra, assim também eu te assista na terra para fortificar-te e afastar de ti toda potestade inimiga. A segunda Ave-Maria me pedirás que assim como o Filho de Deus me concedeu a sabedoria, em tal extremo que tenho mais conhecimento da Santíssima Trindade que todos os Santos, assim eu te assista na passagem da morte para encher tua alma das luzes da fé e da verdadeira sabedoria, para que não a obscureçam as trevas do erro e ignorância. A terceira, pedirás que assim como o Espírito Santo me concedeu as doçuras de seu amor, e me tem feito tão amável que depois de Deus sou a mais doce e misericordiosa, assim eu te assista na morte enchendo tua alma de tal suavidade de amor divino, que toda pena e amargura da morte se troque para ti em delicias."
A prática desta devoção consiste em rezar todos os dias três Ave-Marias agradecendo à Santíssima Trindade os dons de Poder, Sabedoria e Amor que outorgou à Virgem Imaculada, e pedindo a Maria que use deles em nosso auxílio. Modo de praticar esta devoção: Todos os dias, rezar o seguinte:
Maria, Minha boa Mãe ; livrai-me de cair em pecado mortal!
1- Pelo o Poder que te concedeu o Pai Eterno. Rezar um Ave-Maria.
2- Pela Sabedoria que te concedeu o Filho. Rezar um Ave-Maria.
3- Pelo Amor que te concedeu o Espírito Santo.Rezar um Ave-Maria.
Como Santa Matilde suplicasse à Santíssima Virgem que a assistisse na hora da morte, ouviu que a benignissima Senhora lhe disse: "Sim o farei; mas quero que por sua parte me rezes diariamente três Ave-Marias. A primeira, pedindo que assim como Deus Pai me elevou a um trono de glória sem igual, fazendo-me a mais poderosa no céu e na terra, assim também eu te assista na terra para fortificar-te e afastar de ti toda potestade inimiga. A segunda Ave-Maria me pedirás que assim como o Filho de Deus me concedeu a sabedoria, em tal extremo que tenho mais conhecimento da Santíssima Trindade que todos os Santos, assim eu te assista na passagem da morte para encher tua alma das luzes da fé e da verdadeira sabedoria, para que não a obscureçam as trevas do erro e ignorância. A terceira, pedirás que assim como o Espírito Santo me concedeu as doçuras de seu amor, e me tem feito tão amável que depois de Deus sou a mais doce e misericordiosa, assim eu te assista na morte enchendo tua alma de tal suavidade de amor divino, que toda pena e amargura da morte se troque para ti em delicias."
A prática desta devoção consiste em rezar todos os dias três Ave-Marias agradecendo à Santíssima Trindade os dons de Poder, Sabedoria e Amor que outorgou à Virgem Imaculada, e pedindo a Maria que use deles em nosso auxílio. Modo de praticar esta devoção: Todos os dias, rezar o seguinte:
Maria, Minha boa Mãe ; livrai-me de cair em pecado mortal!
1- Pelo o Poder que te concedeu o Pai Eterno. Rezar um Ave-Maria.
2- Pela Sabedoria que te concedeu o Filho. Rezar um Ave-Maria.
3- Pelo Amor que te concedeu o Espírito Santo.Rezar um Ave-Maria.
terça-feira, 9 de março de 2010
ARCEBISPO DOM RANJITH DECLARA GUERRA AOS DESVIOS LITÚRGICOS DURANTE A MISSA
05/03/2010 às 07:50
04.03.2010 - Colombo (Sri Lanka), Dom Ranjith declara guerra aos desvios litúrgicos dos Neocatecumenais [e dos Carismáticos] : “Vetados os cantos e danças durante a missa, obrigatória a comunhão de joelhos”
CIDADE DO VATICANO (Petrus) – Dom Malcolm Ranjith é alguém que entende de Liturgia. Foi, de fato, Secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos antes de Bento XVI nomeá-lo, no ano passado, arcebispo de Colombo, no Sri Lanka. O Papa confia muito nele, a tal ponto que deve criá-lo Cardeal no próximo consistório. Dom Ranjith (na foto) se tornou muito admirado nos seus anos de serviço no Vaticano pela nobre defesa da gloriosa tradição litúrgica da Igreja, uma batalha que retomou energicamente em sua nova diocese, proibindo extravagância e improvisações durante a celebração da Eucaristia e “recomendando” a administração da Comunhão apenas sobre a língua e aos fiéis ajoelhados, como já é o caso durante a missa presidida pelo Pontífice. Mas aqui está o texto completo, rico em muitíssimos elementos, enviado pelo arcebispo de Colombo a seus sacerdotes e fiéis, com particular referência àqueles pertencentes aos movimentos (entre os quais recai seguramente o Caminho Neocatecumenal, mas Dom Ranjith não o cita explicitamente) que, habitualmente, se aproximam da Eucaristia de um modo diferente do estabelecido pela Igreja ou participam da missa com cantos e danças em torno do altar, permitindo, contudo, a pregação por leigos durante a celebração:
“Queridos irmãos e irmãs,
Recentemente, algumas pessoas e movimentos católicos de renovação desenvolveram muitos exercícios para-litúrgicos não previstos pelo calendário paroquial ordinário. Apreciando as numerosas conversões, o valor do testemunho, o entusiasmo renovado pela oração, a participação dinâmica e a sede da Palavra de Deus, como bispo diocesano e administrador geral dos mistérios de Deus na igreja local a mim confiada, sou o moderador, o promotor e o guardião da vida litúrgica da arquidiocese de Colombo. Como tal, vos convido a refletir sobre os aspectos litúrgicos e eclesiológicos relacionados a esta nova situação e vos peço insistentemente que respeiteis as diretrizes enunciadas na presente circular de efeito imediato.
A Eucaristia é a celebração do mistério pascal por excelência dado à Igreja pelo próprio Jesus Cristo. Jesus Cristo é o princípio de toda liturgia na Igreja e por esta razão toda liturgia é essencialmente de origem divina. Ela é o exercício da Sua função sacerdotal e, portanto, não é certamente um simples empreendimento humano ou uma inovação piedosa.
Na verdade, é incorreto definí-la uma simples celebração da vida. É muito mais do que isso. É a fonte e o ápice do qual todas as graças divinas enchem a igreja. Este sagrado mistério foi confiado aos apóstolos pelo Senhor e a Igreja cuidadosamente preservou a celebração ao longo dos séculos, dando vida à tradição sagrada e a uma teologia que não cedem à interpretação individual ou privada. Nenhum padre, conseqüentemente, diocesano ou religioso que seja, proveniente de uma outra arquidiocese ou mesmo do exterior, está autorizado a modificar, adicionar ou suprimir qualquer coisa no rito sagrado da missa. Não se trata de uma novidade, mas de uma decisão tomada em 1963 pela Constituição “Sacrosanctum Concilium” (22, 3), a Constituição Dogmática sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, posteriormente reiterada várias vezes em documentos como “Sacramentum Caritatis”, de Sua Santidade Bento XVI, e “Ecclesia de Eucharistia” do Papa João Paulo II, de venerada memória. A este respeito, convém mencionar explicitamente alguns elementos: os sacerdotes não estão autorizados a modificar ou improvisar a Oração Eucarística ou outras orações imutáveis da Missa — mesmo quando se trata de dar detalhes sobre um elemento já presente — cantando respostas ou explicações diferentes. Devemos compreender que a liturgia da Igreja é estreitamente ligada à sua fé e sua tradição: “Lex orandi, lex credendi”, a regra da oração é a regra de fé!
A liturgia nos foi dada somente pelo Senhor, ninguém mais, portanto, tem o direito de mudá-la; as manifestações do tipo “Praise and Worship” (literalmente “louvor e adoração”, mas aqui diz respeito a uma corrente musical de estilo gospel, NdT) não são permitidos no rito da Missa. A música desordenada e ensurdecedora, as palmas, os longos discursos e os gestos que perturbam a sobriedade da celebração não são autorizados. É muito importante que compreendamos a sensibilidade cultural e religiosa do povo do Sri Lanka. A maioria dos nossos compatriotas são budistas e por este motivo estão habituados a um culto profundamente sóbrio; por sua vez, nem os muçulmanos nem os hindus criam agitação em sua oração. Em nosso país, além do mais, há uma forte oposição às seitas cristãs fundamentalistas e nós, como católicos, nos esforçamos para fazer compreender que os católicos são diferentes dessas seitas. Alguns destes chamados exercícios de louvor e adoração se assemelham mais aos exercícios religiosos fundamentalistas que a um culto católico romano. Que seja permitido respeitar a nossa diversidade cultural e a nossa sensibilidade; a Palavra de Deus prescrita não pode ser alterada aleatoriamente e o Salmo responsorial deve ser cantado e não substituído por cantos de meditação.
A dimensão contemplativa da Palavra de Deus é de suma importância. Em alguns serviços para-litúrgicos as pessoas hoje têm a tendência a se tornar extremamente faladoras e tagarelas. Deus fala e nós devemos escutá-Lo; para ouvir bem, o silêncio e a meditação são mais necessários que a exuberância cacofônica; os sacerdotes devem pregar a Palavra de Deus sobre os mistérios litúrgicos celebrados. É expressamente proibido aos leigos pregar durante as celebrações litúrgicas; a Santíssima Eucaristia deve ser administrada com extremo cuidado e máximo respeito, e exclusivamente por aqueles autorizados a fazê-lo. Todos os ministros, ordinários e extraordinários, devem estar revestidos dos ornamentos litúrgicos apropriados.
Recomendo a todos os fiéis, inclusive religiosos, receber a comunhão com reverência, de joelhos e na boca. A prática da auto-comunhão é proibida e pediria humildemente a cada sacerdote que a permite que suspendesse imediatamente esta prática; todos os sacerdotes devem seguir o rito da missa como determinado, de modo a não dar espaço a comparações ou opor as Missas celebradas por alguns sacerdotes às outras Missas ditas pelo resto dos sacerdotes; as bênçãos litúrgicas são reservadas exclusivamente aos ministros da liturgia: bispos, sacerdotes e diáconos. Todos podem rezar uns pelos outros. Recomenda-se insistentemente, entretanto, não usar gestos que podem provocar fantasias, confusões ou uma interpretação errônea”.
Fonte: http://fratresinunum.com
04.03.2010 - Colombo (Sri Lanka), Dom Ranjith declara guerra aos desvios litúrgicos dos Neocatecumenais [e dos Carismáticos] : “Vetados os cantos e danças durante a missa, obrigatória a comunhão de joelhos”
CIDADE DO VATICANO (Petrus) – Dom Malcolm Ranjith é alguém que entende de Liturgia. Foi, de fato, Secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos antes de Bento XVI nomeá-lo, no ano passado, arcebispo de Colombo, no Sri Lanka. O Papa confia muito nele, a tal ponto que deve criá-lo Cardeal no próximo consistório. Dom Ranjith (na foto) se tornou muito admirado nos seus anos de serviço no Vaticano pela nobre defesa da gloriosa tradição litúrgica da Igreja, uma batalha que retomou energicamente em sua nova diocese, proibindo extravagância e improvisações durante a celebração da Eucaristia e “recomendando” a administração da Comunhão apenas sobre a língua e aos fiéis ajoelhados, como já é o caso durante a missa presidida pelo Pontífice. Mas aqui está o texto completo, rico em muitíssimos elementos, enviado pelo arcebispo de Colombo a seus sacerdotes e fiéis, com particular referência àqueles pertencentes aos movimentos (entre os quais recai seguramente o Caminho Neocatecumenal, mas Dom Ranjith não o cita explicitamente) que, habitualmente, se aproximam da Eucaristia de um modo diferente do estabelecido pela Igreja ou participam da missa com cantos e danças em torno do altar, permitindo, contudo, a pregação por leigos durante a celebração:
“Queridos irmãos e irmãs,
Recentemente, algumas pessoas e movimentos católicos de renovação desenvolveram muitos exercícios para-litúrgicos não previstos pelo calendário paroquial ordinário. Apreciando as numerosas conversões, o valor do testemunho, o entusiasmo renovado pela oração, a participação dinâmica e a sede da Palavra de Deus, como bispo diocesano e administrador geral dos mistérios de Deus na igreja local a mim confiada, sou o moderador, o promotor e o guardião da vida litúrgica da arquidiocese de Colombo. Como tal, vos convido a refletir sobre os aspectos litúrgicos e eclesiológicos relacionados a esta nova situação e vos peço insistentemente que respeiteis as diretrizes enunciadas na presente circular de efeito imediato.
A Eucaristia é a celebração do mistério pascal por excelência dado à Igreja pelo próprio Jesus Cristo. Jesus Cristo é o princípio de toda liturgia na Igreja e por esta razão toda liturgia é essencialmente de origem divina. Ela é o exercício da Sua função sacerdotal e, portanto, não é certamente um simples empreendimento humano ou uma inovação piedosa.
Na verdade, é incorreto definí-la uma simples celebração da vida. É muito mais do que isso. É a fonte e o ápice do qual todas as graças divinas enchem a igreja. Este sagrado mistério foi confiado aos apóstolos pelo Senhor e a Igreja cuidadosamente preservou a celebração ao longo dos séculos, dando vida à tradição sagrada e a uma teologia que não cedem à interpretação individual ou privada. Nenhum padre, conseqüentemente, diocesano ou religioso que seja, proveniente de uma outra arquidiocese ou mesmo do exterior, está autorizado a modificar, adicionar ou suprimir qualquer coisa no rito sagrado da missa. Não se trata de uma novidade, mas de uma decisão tomada em 1963 pela Constituição “Sacrosanctum Concilium” (22, 3), a Constituição Dogmática sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, posteriormente reiterada várias vezes em documentos como “Sacramentum Caritatis”, de Sua Santidade Bento XVI, e “Ecclesia de Eucharistia” do Papa João Paulo II, de venerada memória. A este respeito, convém mencionar explicitamente alguns elementos: os sacerdotes não estão autorizados a modificar ou improvisar a Oração Eucarística ou outras orações imutáveis da Missa — mesmo quando se trata de dar detalhes sobre um elemento já presente — cantando respostas ou explicações diferentes. Devemos compreender que a liturgia da Igreja é estreitamente ligada à sua fé e sua tradição: “Lex orandi, lex credendi”, a regra da oração é a regra de fé!
A liturgia nos foi dada somente pelo Senhor, ninguém mais, portanto, tem o direito de mudá-la; as manifestações do tipo “Praise and Worship” (literalmente “louvor e adoração”, mas aqui diz respeito a uma corrente musical de estilo gospel, NdT) não são permitidos no rito da Missa. A música desordenada e ensurdecedora, as palmas, os longos discursos e os gestos que perturbam a sobriedade da celebração não são autorizados. É muito importante que compreendamos a sensibilidade cultural e religiosa do povo do Sri Lanka. A maioria dos nossos compatriotas são budistas e por este motivo estão habituados a um culto profundamente sóbrio; por sua vez, nem os muçulmanos nem os hindus criam agitação em sua oração. Em nosso país, além do mais, há uma forte oposição às seitas cristãs fundamentalistas e nós, como católicos, nos esforçamos para fazer compreender que os católicos são diferentes dessas seitas. Alguns destes chamados exercícios de louvor e adoração se assemelham mais aos exercícios religiosos fundamentalistas que a um culto católico romano. Que seja permitido respeitar a nossa diversidade cultural e a nossa sensibilidade; a Palavra de Deus prescrita não pode ser alterada aleatoriamente e o Salmo responsorial deve ser cantado e não substituído por cantos de meditação.
A dimensão contemplativa da Palavra de Deus é de suma importância. Em alguns serviços para-litúrgicos as pessoas hoje têm a tendência a se tornar extremamente faladoras e tagarelas. Deus fala e nós devemos escutá-Lo; para ouvir bem, o silêncio e a meditação são mais necessários que a exuberância cacofônica; os sacerdotes devem pregar a Palavra de Deus sobre os mistérios litúrgicos celebrados. É expressamente proibido aos leigos pregar durante as celebrações litúrgicas; a Santíssima Eucaristia deve ser administrada com extremo cuidado e máximo respeito, e exclusivamente por aqueles autorizados a fazê-lo. Todos os ministros, ordinários e extraordinários, devem estar revestidos dos ornamentos litúrgicos apropriados.
Recomendo a todos os fiéis, inclusive religiosos, receber a comunhão com reverência, de joelhos e na boca. A prática da auto-comunhão é proibida e pediria humildemente a cada sacerdote que a permite que suspendesse imediatamente esta prática; todos os sacerdotes devem seguir o rito da missa como determinado, de modo a não dar espaço a comparações ou opor as Missas celebradas por alguns sacerdotes às outras Missas ditas pelo resto dos sacerdotes; as bênçãos litúrgicas são reservadas exclusivamente aos ministros da liturgia: bispos, sacerdotes e diáconos. Todos podem rezar uns pelos outros. Recomenda-se insistentemente, entretanto, não usar gestos que podem provocar fantasias, confusões ou uma interpretação errônea”.
Fonte: http://fratresinunum.com
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
O SANTO ESCAPULÁRIO DO CARMO.
O SANTO ESCAPULÁRIO DO CARMO
No dia 16 de julho, há 750 anos, o mais extraordinário penhor de salvação jamais dado ao homem - o Escapulário do Carmo - era entregue a São Simão Stock. Por isso, os carmelitanos declararam 2001 "Ano Mariano" para toda a Ordem.
Certo dia, que já vai longe, andando pelas ruas de Roma, encontraram-se três insignes homens de Deus.
Um era Frei Domingos de Gusmão, que recrutava membros para a Ordem que fundara, a dos Pregadores, mais tarde conhecida como dos "dominicanos". Outro era o Irmão Francisco de Assis, o Poverello, que havia pouco reunira alguns homens para servir ao que chamava a Dama Pobreza. O terceiro, Frei Ângelo, tinha vindo de longe, do Monte Carmelo, na Palestina, chamado a Roma como grande pregador que era.
Os três, iluminados pelo Divino Espírito Santo, reconheceram-se mutuamente, e no decurso da conversa fizeram muitas profecias.
Santo Ângelo, por exemplo, predisse os estigmas que seriam concedidos por Deus a São Francisco.
E São Domingos profetizou: "Um dia, Irmão Ângelo, a Santíssima Virgem dará à tua Ordem do Carmo uma devoção que será conhecida pelo nome de Escapulário Castanho, e dará à minha Ordem dos Pregadores uma devoção que se chamará Rosário. E um dia Ela salvará o mundo por meio do Rosário e do Escapulário".
No lugar desse encontro construiu-se uma capela, que existe até hoje em Roma.
A Grande Promessa: não irás para o fogo do inferno
Se a bula Papal aplacara momentaneamente o furor dos inimigos do Carmelo, não o fizera cessar de todo.
Depois de um período de calmaria, as perseguições recomeçaram com mais intensidade. Carente de auxílio humano, São Simão recorria à Virgem Santíssima com toda a amargura de seu coração, pedindo-Lhe que fosse propícia à sua Ordem, tão provada, e que desse um sinal de sua aliança com ela.
Na manhã do dia 16 de julho de 1251, suplicava com maior empenho à Mãe do Carmelo sua proteção, recitando a bela oração por ele composta, Flor Carmelis.
Segundo ele próprio relatou ao Pe. Pedro Swayngton, seu secretário e confessor, de repente "a Virgem me apareceu em grande cortejo, e, tendo na mão o hábito da Ordem, disse-me:
"'Recebe, diletíssimo filho, este Escapulário de tua Ordem como sinal distintivo e a marca do privilégio que eu obtive para ti e para todos os filhos do Carmelo; é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos, aliança de paz e de uma proteção sempiterna.
Quem morrer revestido com ele será preservado do fogo eterno'".
Essa graça especialíssima foi imediatamente difundida nos lugares onde os carmelitas estavam estabelecidos, e autenticada por muitos milagres que, ocorrendo por toda parte, fizeram calar os adversários dos Irmãos da Santíssima Virgem do Monte Carmelo.
São Simão atingiu extrema velhice e altíssima santidade, operando inúmeros milagres, tendo também obtido o dom das línguas; entregou sua alma a Deus em 16 de maio de 1265.
Privilégio Sabatino: livre do Purgatório no primeiro sábado após a morte
Além dessa graça específica da salvação eterna, ligada ao Escapulário, Nossa Senhora concedeu outra, que ficou conhecida como privilégio sabatino.
No século seguinte, apareceu Ela ao Papa João XXII, a 3 de março de 1322, comunicando àqueles que usarem seu Escapulário:
"Eu, sua Mãe, baixarei graciosamente ao purgatório no sábado seguinte à sua morte, e os levarei daquelas penas e os levarei ao monte santo da vida eterna" .
Quais são, então, as promessas específicas de Nossa Senhora?
1º. Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno.
Que desejava Nossa Senhora dizer com estas palavras?- Em primeiro lugar, ao fazer a sua promessa, Maria não quer dizer que uma pessoa que morra em pecado mortal se salvará.
A morte em pecado mortal e a condenação são uma e a mesma coisa. A promessa de Maria traduz-se, sem dúvida, por estas outras palavras:
"Quem morrer revestido do Escapulário, não morrerá em pecado mortal".
Para tornar isto claro, a Igreja insere, muitas vezes, a palavra "piamente" na promessa: "aquele que morrer piamente não padecerá do fogo do inferno".
2º. Nossa Senhora livrará do Purgatório quem portar seu Escapulário, no primeiro sábado após sua morte.
Embora freqüentemente se interprete este privilégio ao pé da letra, isto é, que a pessoa será livre do Purgatório no primeiro sábado após sua morte, "tudo que a Igreja, para explicar estas palavras, tem dito oficialmente em várias ocasiões, é que aqueles que cumprem as condições do Privilégio Sabatino serão, por intercessão de Nossa Senhora, libertos do Purgatório pouco tempo depois da morte, e especialmente no sábado" .
De qualquer modo, se formos fiéis em observar as palavras da Virgem Santíssima, Ela será muito mais fiel em observar as suas, como nos mostra o seguinte exemplo:
Durante umas missões, tocado pela graça divina, certo jovem deixou a má vida e recebeu o Escapulário. Tempos depois recaiu nos costumes desregrados, e de mau tornou-se pior. Mas, apesar disso, conservou o santo Escapulário.
A Virgem Santíssima, sempre Mãe, atingiu-o com grave enfermidade. Durante ela, o jovem viu-se em sonhos diante do justíssimo tribunal de Deus, que devido às suas perfídias e má vida, o condenou à eterna danação.
Em vão o infeliz alegou ao Sumo Juiz que portava o Escapulário de sua Mãe Santíssima.
- E onde estão os costumes que correspondem a esse Escapulário? - Perguntou-lhe Este.
Sem saber o que responder, o desditoso voltou-se então para Nossa Senhora.
- Eu não posso desfazer o que meu Filho já fez - respondeu-lhe Ela.
- Mas, Senhora! - exclamou o jovem - Serei outro.
- Tu me prometes?
- Sim.
- Pois então vive.
Nesse momento o doente despertou, apavorado com o que vira e ouvira, fazendo votos de portar doravante mais seriamente o Escapulário de Maria.
Com efeito, sarou e entrou para a Ordem dos Premonstratenses. Depois de vida edificante, entregou sua alma a Deus. Assim narram as crônicas dessa Ordem.
O Escapulário e Fátima
Tem o Escapulário alguma relação com Fátima?
Sim. Após a última aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria, surgiram aos olhos dos três videntes diversas cenas.
Na primeira, ao lado de São José e tendo o Menino Jesus ao colo, Ela apareceu como Nossa Senhora do Rosário.
Em seguida, junto a Nosso Senhor acabrunhado de dores a caminho do Calvário, surgiu como Nossa Senhora das Dores.
Finalmente, gloriosa, coroada como Rainha do Céu e da Terra, a Santíssima Virgem apareceu como Nossa Senhora do Carmo, tendo o Escapulário à mão.
- Que pensa da razão por que Nossa Senhora apareceu com o Escapulário nesta última visão? - perguntaram a Lúcia em 1950.
- É que Nossa Senhora quer que todos usem o Escapulário - respondeu ela.
"E é por este motivo que o Rosário e o Escapulário, os dois sacramentais marianos mais privilegiados, mais universais, mais antigos e mais valiosos, adquirem hoje uma importância maior do que em nenhuma passada época da História".
Oração a Beatíssima Virgem do Carmo
Oh! piedosíssima Virgem! Vós, que nove séculos antes de existir fostes vista em profecia pelo servo de Deus nosso pai São Elias, e venerada por seus filhos no Carmelo... Vós, que em carne mortal vos dignasteis visitar-lhes e lhes dispensasteis celestiais alegrias... Vós, que vigiais sempre pela virtuosa família que teve por Superior a vosso estimado filho São Simão Stock, por pais e reformadores a seráfica virgem e mística Doutora Santa Teresa de Jesus e ao esclarecido e extático São João da Cruz, assim como por uma de suas digníssimas filhas a exemplar esposa de Jesus Cristo Santa Maria Madalena de Pazzis, vossa devotíssima serva... Vós, que engrandecestes a Ordem com a estimável prenda do Santo Escapulário.., e, em fim, Vós, que de tantas maneiras haveis demonstrado vosso carinhoso amor aos carmelitas e seus devotos, recebei benévola meu coração ardente de fervoroso entusiasmo dado a mais pura das criaturas e a mais amorosa das mães. Não permitais, Senhora, que o leão rugente assuste meu espírito no caminho da perfeição, e fazei que consiga subir a glória, como o haveis alcançado de vosso Divino Jesus para os que invocando-vos com fé e imitando vossas virtudes, morreram píamente com vossa proteção. Amém.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
O que a Biblia fala
A Bíblia ensina que tanto a sabedoria como o conhecimento não são dados por meios místicos (Pv 1; 1 Tm 4.10-16; 2 Tm 2.14; 3.14), e rejeita a idéia da Nova Era de que o chamado conhecimento "superior" é alcançado nos estados místicos de consciência. O conhecimento revelado de Deus e a verdade espiritual vêm do próprio Deus que é a Verdade, que "não pode mentir" (Jo 14.6; Tt 1.2), através de revelação divina verificável (2 Tm 3.16-17), e não por imitações espíritas que fornecem falsas informações (1 Tm 4.1; 1 Jo 4.1).
A Bíblia ensina uma moralidade absoluta baseada no caráter de Deus e na Sua Palavra revelada (1 Jo 1.5; 2.29; 3.4). Isso rejeita o ensinamento do Movimento da Nova Era de moralidade baseada na preferência pessoal, que pode levar a uma abordagem potencialmente destrutiva para a vida e ética pessoais.
Com respeito ao conhecimento de Deus, a Bíblia ensina que Deus é infinito (1 Rs 8.27; 1 Tm 6.15-16), pessoal (Is 43.10-13; 44.6-9), amoroso (1 Jo 4.8), santo e imutável (Sl 55.19; Ml 3.6; Hb 13.8; Tg 1.17). Por outro lado, o Movimento da Nova Era ensina que Deus é impessoal e, portanto, deve ser mencionado como sendo a "Força" dos filmes "Guerra nas Estrelas". O Deus do Movimento da Nova Era não pode amar, não é santo e não pode pensar, nem ter misericórdia. "Ele" (força impessoal) apenas existe.
A Bíblia ensina que Cristo tinha uma natureza especial como a única encarnação de Deus e Salvador do mundo (Jo 3.16,18; Fp 2.1-8; 1 Jo 2.2). Ele vai voltar visível e pessoalmente (Mt 24.29-39; At 1.11). A Bíblia rejeita o ensinamento do Movimento da Nova Era de que Jesus era apenas um mestre iluminado ou espírito-guia.
A Bíblia ensina que o pecado é real (1 Jo 1.8-10), que ele separa o indivíduo de Deus (Is 59.2; Ap 20.12-15), e que Cristo morreu para perdoar os pecados da humanidade (Jo 3.16; 1 Pe 2.24). Isso contrasta com o Movimento da Nova Era que ensina que o pecado é uma ilusão (ou simples ignorância da nossa perfeição) e que Cristo não morreu pelo pecado, mas apenas revelou o caminho para uma consciência superior.
Na Bíblia, a salvação ocorre quando o homem se arrepende e recebe pela fé a provisão de Cristo para o seu pecado. A salvação é um dom gratuito instantâneo, recebido pela graça através da fé na morte sacrificial de Jesus Cristo (Rm 11.6; Ef 2.8-9; Jo 6.47; 1 Jo 2.25; 5.13). Isso rejeita a idéia do Movimento da Nova Era de que a salvação ("iluminação") é um processo demorado de percepção da nossa própria divindade.
Para eles, a salvação não é um dom, sendo então obtida pelo esforço e mérito pessoais, como na meditação da ioga. A Bíblia ensina que o céu ou o inferno reais são o destino de todos os indivíduos depois desta vida (Mt 25.46; Fl 3.20-21; Hb 9.27; Ap 20.10-15; 21.1-22.5). Isso rejeita o ensino do Movimento da Nova Era da reencarnação através de um número infindável de vidas. Assim sendo, a Bíblia e o Movimento da Nova Era discordam em diversas crenças básicas sobre Deus, salvação e vida espiritual.
Site da Chamada da Meia Noite
(John Ankerberg e John Weldon)
A Bíblia ensina uma moralidade absoluta baseada no caráter de Deus e na Sua Palavra revelada (1 Jo 1.5; 2.29; 3.4). Isso rejeita o ensinamento do Movimento da Nova Era de moralidade baseada na preferência pessoal, que pode levar a uma abordagem potencialmente destrutiva para a vida e ética pessoais.
Com respeito ao conhecimento de Deus, a Bíblia ensina que Deus é infinito (1 Rs 8.27; 1 Tm 6.15-16), pessoal (Is 43.10-13; 44.6-9), amoroso (1 Jo 4.8), santo e imutável (Sl 55.19; Ml 3.6; Hb 13.8; Tg 1.17). Por outro lado, o Movimento da Nova Era ensina que Deus é impessoal e, portanto, deve ser mencionado como sendo a "Força" dos filmes "Guerra nas Estrelas". O Deus do Movimento da Nova Era não pode amar, não é santo e não pode pensar, nem ter misericórdia. "Ele" (força impessoal) apenas existe.
A Bíblia ensina que Cristo tinha uma natureza especial como a única encarnação de Deus e Salvador do mundo (Jo 3.16,18; Fp 2.1-8; 1 Jo 2.2). Ele vai voltar visível e pessoalmente (Mt 24.29-39; At 1.11). A Bíblia rejeita o ensinamento do Movimento da Nova Era de que Jesus era apenas um mestre iluminado ou espírito-guia.
A Bíblia ensina que o pecado é real (1 Jo 1.8-10), que ele separa o indivíduo de Deus (Is 59.2; Ap 20.12-15), e que Cristo morreu para perdoar os pecados da humanidade (Jo 3.16; 1 Pe 2.24). Isso contrasta com o Movimento da Nova Era que ensina que o pecado é uma ilusão (ou simples ignorância da nossa perfeição) e que Cristo não morreu pelo pecado, mas apenas revelou o caminho para uma consciência superior.
Na Bíblia, a salvação ocorre quando o homem se arrepende e recebe pela fé a provisão de Cristo para o seu pecado. A salvação é um dom gratuito instantâneo, recebido pela graça através da fé na morte sacrificial de Jesus Cristo (Rm 11.6; Ef 2.8-9; Jo 6.47; 1 Jo 2.25; 5.13). Isso rejeita a idéia do Movimento da Nova Era de que a salvação ("iluminação") é um processo demorado de percepção da nossa própria divindade.
Para eles, a salvação não é um dom, sendo então obtida pelo esforço e mérito pessoais, como na meditação da ioga. A Bíblia ensina que o céu ou o inferno reais são o destino de todos os indivíduos depois desta vida (Mt 25.46; Fl 3.20-21; Hb 9.27; Ap 20.10-15; 21.1-22.5). Isso rejeita o ensino do Movimento da Nova Era da reencarnação através de um número infindável de vidas. Assim sendo, a Bíblia e o Movimento da Nova Era discordam em diversas crenças básicas sobre Deus, salvação e vida espiritual.
Site da Chamada da Meia Noite
(John Ankerberg e John Weldon)
Os perigos da nova era.
Factos Sobre a Nova Era
1. As experiências místicas da Nova Era são, na verdade, armadilhas espirituais?
Existe hoje grande confusão na área dos fenômenos psíquicos, experiências místicas, e ocultismo. Todos eles são vistos como bons, progressistas e de origem divina; devendo, no futuro, fazer parte do aspecto natural e normal da evolução ou potencial humano. Essas são atividades tidas não só como "boas", mas também "seguras". No geral, as realidades danosas só são percebidas tarde demais, porque a nossa sociedade rejeita a idéia de poderes demoníacos que enganam deliberadamente sob um disfarce de "bondade".
As pessoas da Nova Era não têm idéia de que as suas novas práticas espirituais possam levá-las ao envolvimento com demônios. Por exemplo, Johanna Michaelsen acreditou que estava servindo a Deus e a Jesus trabalhando com um cirurgião mediúnico. No início, ela sentia grande alegria e paz mediante as práticas da Nova Era. Seu espírito-guia chegou a afirmar ser Jesus. No processo de se tornar cristã, ela descobriu, porém, que o espírito-guia a enganara deliberadamente e era um demônio. Ela relembra: "Raiva demoníaca assassina foi a reação do espírito à minha provável decisão de aceitar a Jesus Cristo de Nazaré como Ele é, em vez de como eu estava pensando que Ele fosse".[1]
Doreen Irvine compreendeu a mesma verdade. Como feiticeira praticante, que usava poderes psíquicos, ela cria que tais coisas simplesmente faziam parte do "potencial humano" de qualquer pessoa. Certo dia, descobriu que o verdadeiro poder vinha dos espíritos malignos. Percebeu enfim que eles habitavam realmente nela – algo que nunca imaginara. Ela observa: "Os demônios não me eram estranhos. Eu não os chamara muitas vezes para ajudar-me nos rituais de feitiçaria e satanismo? Agora, pela primeira vez, sabia que esses demônios estavam dentro de mim e não fora. Foi uma revelação espantosa... eles na verdade me controlavam".[2]
Finalmente, o médium Raphael Gasson disse que seus auxiliares espirituais tentaram matá-lo quando ele decidiu deixá-los e aceitar Jesus Cristo. Ele declara: "Como ex-ministro espiritualista e médium ativo, posso dizer que na época em que participei do Movimento, cria realmente que esses espíritos eram de mortos e que era meu dever pregar isso a todos com quem entrava diariamente em contato. Tinha o desejo sincero de fazer com que a humanidade aceitasse essa ‘verdade gloriosa’ e se alegrasse no conhecimento de que a morte não existe".[3] Todavia, Gasson continua, dizendo que seu próprio espírito-guia "tentou matar-me quando se tornou evidente que estava pronto a denunciar o espiritualismo".[4]
Com base nisso, podemos ver que, pelo menos inicialmente, o convertido à Nova Era pode desfrutar de inúmeras experiências excitantes e agradáveis. É isso que os espíritos desejam, pois isso leva as pessoas a se aprofundarem mais na filosofia e práticas da Nova Era. Mas, uma vez que o indivíduo foi realmente "fisgado", o quadro pode mudar drasticamente. O que os adeptos da Nova Era devem considerar é que eles próprios podem fazer parte de uma vigarice espiritual. Se um estelionatário for suficientemente hábil, a vítima pode entregar-lhe alegremente toda a sua poupança. Ela só descobre a sua perda quando já é tarde demais. Os membros da Nova Era entregam confiantes as suas mentes e corpos a seres espirituais que mal conhecem. Se esses espíritos forem demônios, quais serão as conseqüências lógicas, a seu ver?
2. A Bíblia diz alguma coisa sobre os ensinos e práticas do Movimento da Nova Era?
A Bíblia tem muito a dizer sobre as práticas e ensinamentos da Nova Era. Especificamente, a Bíblia ensina que o espiritismo e outras práticas ocultistas do Movimento da Nova Era desagradam a Deus, atraindo o Seu juízo. Por exemplo:
Êxodo 20.3,5 (comp. Sl 96.4) – "Não terás outros deuses diante de mim... Não [os] adorarás, nem lhes darás culto..."
Deuteronômio 18.10-12 (comp. 2 Cr 33.6) – "Não se achará entre ti... adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor..."
1 Coríntios 10.20 (comp. Sl 106.34-40) – "As cousas que eles sacrificam, é a demônios... e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios".
Em essência, nesses versículos, a Bíblia está condenando qualquer envolvimento com espíritos ou demônios.
Os ensinamentos panteístas do Movimento da Nova Era são rejeitados pelas Escrituras. A Bíblia ensina que o Deus infinito e eterno criou um Universo finito do nada (Gn 1.1; Ne 9.6; Sl 33.9; 148.5; Hb 11.3) e que esse é tanto real quanto bom (Gn 1.31). Deus não é "um" com o Universo (Is 45.18,22). Ele é separado e superior a ele.
1. As experiências místicas da Nova Era são, na verdade, armadilhas espirituais?
Existe hoje grande confusão na área dos fenômenos psíquicos, experiências místicas, e ocultismo. Todos eles são vistos como bons, progressistas e de origem divina; devendo, no futuro, fazer parte do aspecto natural e normal da evolução ou potencial humano. Essas são atividades tidas não só como "boas", mas também "seguras". No geral, as realidades danosas só são percebidas tarde demais, porque a nossa sociedade rejeita a idéia de poderes demoníacos que enganam deliberadamente sob um disfarce de "bondade".
As pessoas da Nova Era não têm idéia de que as suas novas práticas espirituais possam levá-las ao envolvimento com demônios. Por exemplo, Johanna Michaelsen acreditou que estava servindo a Deus e a Jesus trabalhando com um cirurgião mediúnico. No início, ela sentia grande alegria e paz mediante as práticas da Nova Era. Seu espírito-guia chegou a afirmar ser Jesus. No processo de se tornar cristã, ela descobriu, porém, que o espírito-guia a enganara deliberadamente e era um demônio. Ela relembra: "Raiva demoníaca assassina foi a reação do espírito à minha provável decisão de aceitar a Jesus Cristo de Nazaré como Ele é, em vez de como eu estava pensando que Ele fosse".[1]
Doreen Irvine compreendeu a mesma verdade. Como feiticeira praticante, que usava poderes psíquicos, ela cria que tais coisas simplesmente faziam parte do "potencial humano" de qualquer pessoa. Certo dia, descobriu que o verdadeiro poder vinha dos espíritos malignos. Percebeu enfim que eles habitavam realmente nela – algo que nunca imaginara. Ela observa: "Os demônios não me eram estranhos. Eu não os chamara muitas vezes para ajudar-me nos rituais de feitiçaria e satanismo? Agora, pela primeira vez, sabia que esses demônios estavam dentro de mim e não fora. Foi uma revelação espantosa... eles na verdade me controlavam".[2]
Com base nisso, podemos ver que, pelo menos inicialmente, o convertido à Nova Era pode desfrutar de inúmeras experiências excitantes e agradáveis. É isso que os espíritos desejam, pois isso leva as pessoas a se aprofundarem mais na filosofia e práticas da Nova Era. Mas, uma vez que o indivíduo foi realmente "fisgado", o quadro pode mudar drasticamente. O que os adeptos da Nova Era devem considerar é que eles próprios podem fazer parte de uma vigarice espiritual. Se um estelionatário for suficientemente hábil, a vítima pode entregar-lhe alegremente toda a sua poupança. Ela só descobre a sua perda quando já é tarde demais. Os membros da Nova Era entregam confiantes as suas mentes e corpos a seres espirituais que mal conhecem. Se esses espíritos forem demônios, quais serão as conseqüências lógicas, a seu ver?
2. A Bíblia diz alguma coisa sobre os ensinos e práticas do Movimento da Nova Era?
A Bíblia tem muito a dizer sobre as práticas e ensinamentos da Nova Era. Especificamente, a Bíblia ensina que o espiritismo e outras práticas ocultistas do Movimento da Nova Era desagradam a Deus, atraindo o Seu juízo. Por exemplo:
Êxodo 20.3,5 (comp. Sl 96.4) – "Não terás outros deuses diante de mim... Não [os] adorarás, nem lhes darás culto..."
Deuteronômio 18.10-12 (comp. 2 Cr 33.6) – "Não se achará entre ti... adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor..."
1 Coríntios 10.20 (comp. Sl 106.34-40) – "As cousas que eles sacrificam, é a demônios... e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios".
Em essência, nesses versículos, a Bíblia está condenando qualquer envolvimento com espíritos ou demônios.
Os ensinamentos panteístas do Movimento da Nova Era são rejeitados pelas Escrituras. A Bíblia ensina que o Deus infinito e eterno criou um Universo finito do nada (Gn 1.1; Ne 9.6; Sl 33.9; 148.5; Hb 11.3) e que esse é tanto real quanto bom (Gn 1.31). Deus não é "um" com o Universo (Is 45.18,22). Ele é separado e superior a ele.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Diga Não ao Carnaval.
O COSTUME E O PECADO
São João Crisóstomo na homilia “Sobre as prostituições” 2, PG 51, 210 diz algo que cabe muito bem aplicarmos a certos costumes, tais como o carnaval, que leva muitos para o caminho do pecado:
“Que não me diga alguém que é costume; onde o pecado ousa aparecer, não te lembres do costume, mas, se suspeitos os eventos, mesmo que sejam antigo costume, elimina-os; mas, se não forem frutos da malícia, mesmo que não sejam costumeiros, introduza-os e plante-os bem fundo.” (S. João Crisóstomo, Sobre as prostituições, 2)
Comentário: Muitos vêem o carnaval como a festa da alegria. Nós, dizem, os pagãos, somos gente tola, que rejeitam as coisas alegres da vida. Ora, meus irmãos, não é nada disso como pensam os pagãos; nós cristãos não repudiamos a alegria, sabemos que a alegria constitui, é claro, um anseio e uma expectativa de nossa santa e divina religião católica. Não, porém, a alegria mundana, essa que nos oferece o mundo, alegria sem relação com o Cristo e a sua Igreja. O apóstolo Paulo, concebendo a alegria, não falou sobre alegria simplesmente, mas acerca da alegria no Senhor, acerca da duradoura alegria que existe mesmo nas tristezas, a qual a união com o Cristo cria.
"Santo Agostinho chamava os divertimentos carnavalescos de sacramentos do demônio, porque, em vez de nos fazerem amigos de Deus, eles nos fazem amigos do demônio; em vez de nos darem a graça, dão-nos a desgraça; em vez de nos abrirem a porta do paraíso, escancaram a porta do inferno." (Cf. COLOMBO,Giovanni. Pensamentos sobre os Evangelhos e sobre as festas do Senhor e dos santos. Edições paulinas, 1960, p. 316)
“Como podem chamar-se divertimentos as bebedeiras, as noitadas, os bailes, e todas as variadas desonestidades com e sem máscara? “Não divertimentos – clama S. João Crisóstomo- mas sim pecados e delitos.”
Bem dizia os Padres antigos quando dissera que a barafunda do carnaval é uma invenção do diabo. E muitos dos que se chafurdam dentro dela são cristãos que, na prática ao menos, querem desbatizar-se. Quando eles foram levados à pia sagrada, o ministro de Deus lhes disse: “Renuncias ao demônio e às suas pompas?” “Renuncio”, foi respondido.
Mas eis que nestes dias muitíssimos católicos arrancam do seu coração as renúncias, se esquecem do batismo, e, tornado pagãos, lançam-se no culto dos sentidos e nas pompas demoníacas. Há alguns que argumentam assim: “Não acho nada de mal ir a certos bailes dançantes, aos bailes de máscaras....” Pobre gente!
Mister se faz dizer que ela perdeu o senso do bem e do mal. Lembrarei então um episódio contado por Tertuliano, mas que pode ensinar muitíssimo, mesmo nos nossos dias. Uma mulher ao entrar em certo ambiente para os divertimentos carnavalescos (saturnálias), foi invadida pelo demônio. Arrastada perante o Bispo, este exorcizando-a, forçou o espírito maligno a dizer por que ousara molestar aquela mulher, que era boa e religiosa. ‘Se fiz isto, respondeu o demônio, tinha o direito de fazê-lo. Invadi-a porque surprendi-a no que é meu.’ ” (De spect., c. 26; Cfr. Adaptado de: COLOMBO,Giovanni. Pensamentos sobre os Evangelhos e sobre as festas do Senhor e dos santos. Edições paulinas, 1960, p. 315-316)
ALEGRIA DA CIDADE DOS HOMENS
Daniel André
A gloriosa Cidade de Deus, a Igreja católica, prossegue em seu peregrinar através da impiedade e dos tempos, vivento cá embaixo, pela fé, e com paciência espera a verdadeira alegria na firmeza da mansão eterna.
Enquanto isso, esquecendo de seu destino eterno, os homens da cidade terrestre, imprudentes e sensuais, desprezando os bens eternos, se alegram com as proximidades de mais um carnaval, a maior festa popular do país. Como porcos que se chafurdam na lama, enlameam-se no gozo dos pecados. Diz bem São Jerônimo: "nada há mais infeliz do que a felicidade dos que pecam!" (Cf. Santo Antônio, Sermão, 1Pn 6ª)
De tal modo, as pessoas perdem o juízo, que não somente se tornam insensatas, mas se reduzem à condição dos brutos; agindo como irracionais, entregando-se as bebedeiras, drogas, violência e imoralidades, sem considerar o que é o bem e o mal, seguem unicamente o instinto das afeições sensuais, entregando-se ao que lisonjeia a carne, sem pensar no que perdem, nem na ruína eterna que os ameaça.
Pelos canais de televisão, a mesma droga é difundida nos lares. Mulheres nuas, imoralidades, sambas que exaltam os falsos deuses das religiões africanas, etc. Alguns canais, só para ganhar audiência e perder algumas almas, apostam em nudez e carnaval trash com travesti e gafes.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u369166.shtml
O melhor mesmo, para aqueles que pertencem a Cidade de Deus, é o recolhimento. É hora de preparar-se para a Quaresma, escondendo-se dos tumultos, em intimidade com Nosso Senhor Jesus Cristo, o Deus verdadeiro. Enquanto isso, a cidade terrestre cultuará seus deuses com sacrifícios e renúncias para badalar todas as noites até o raiar do dia, sem perder nada da festa, mas perdendo tudo nela. É a "religião" da cidade dos homens com sua trindade carnal: a concupiscencia da carne, dos olhos e a soberba da vida.
Dizia Santo Afonso, que quando o pecador, para satisfazer qualquer paixão, ofende a Deus, converte em sua divindade essa paixão, porque nela põe o seu último fim. Assim diz São Jerônimo: “Aquilo que alguém deseja, se o venera, é para ele um deus. Vício no coração é ídolo no altar.”
Por isso, carnaval é a festa dos ídolos. Ídolos da bebida, do sexo, das drogas, das infidelidades. São ídolos no altar. São falsos deuses no coração dos homens.
SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO E O CARNAVAL
“Por este amigo, a quem o Espírito Santo nos exorta a sermos fiéis no tempo da sua pobreza, podemos entender que é Jesus Cristo, que especialmente nestes dias de carnaval é deixado sozinho pelos homens ingratos e como que reduzido à extrema penúria. Se um só pecado, como dizem as Escrituras, já desonra a Deus, o injuria e o despreza, imagina quanto o divino Redentor deve ficar aflito neste tempo em que são cometidos milhares de pecados de toda a espécie, por toda a condição de pessoas, e quiçá por pessoas que lhe estão consagradas. Jesus Cristo não é mais suscetível de dor; mas, se ainda pudesse sofrer, havia de morrer nestes dias desgraçados e havia de morrer tantas vezes quantas são as ofensas que lhe são feitas.
É por isso que os santos, a fim de desagravarem o Senhor de tantos ultrajes, aplicavam-se no tempo de carnaval, de modo especial, ao recolhimento, à penitência, à oração, e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com o seu Bem-Amado. No tempo do carnaval, Santa Maria Madalena de Pazzi passava as noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o sangue de Jesus Cristo pelos pobres pecadores. O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas. São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias. São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e realizar exercícios de devoção. O mesmo praticava São Francisco de Sales, que, não contente com a vida mais recolhida que então levava, pregava ainda na igreja diante de um auditório numerosíssimo. Tendo conhecimento que algumas pessoas por ele dirigidas, que se relaxavam um pouco nos dias de carnaval, repreendia-as com brandura e exortava-as à comunhão frequente.
Numa palavra, todos os santos, porque amaram a Jesus Cristo, esforçaram-se por santificar o mais possível o tempo de carnaval. Meu irmão, se amas também este Redentor amabilíssimo, imita os santos. Se não podes fazer mais, procura ao menos ficar, mais do que em outros tempos, na presença de Jesus Sacramentado ou bem recolhido em tua casa, aos pés de Jesus crucificado, para chorar as muitas ofensas que lhe são feitas.
O meio para adquirires um tesouro imenso de méritos e obteres do céu as graças mais assinaladas, é seres fiel a Jesus Cristo em sua pobreza e fazer-lhe companhia neste tempo em que é mais abandonado pelo mundo. Como Jesus agradece e retribui as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas!” (LIGÓRIO, Afonso Maria de, Meditações).
O Carnaval ofende a Jesus Cristo. Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926). E Santa Margarida Maria de Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).
Durante o carnavalm, os santos desagravavam e consolavam o Coração de Jesus tão ofendido durante os dias que precedem a quaresma. Eles faziam penitência, rezavam com mais fervor e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com Nosso Senhor.
— Santa Maria Madalena de Pazzi passava noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o Sangue de Jesus Cristo pelo pobres pecadores.
— O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas.
— São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias.
— São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e exercícios de devoção.
— São Francisco de Sales exortava o povo a comungar com freqüência durante o carnaval, para consolar a Nosso Senhor.
— São Vicente de Paulo mandou que seus religiosos fizessem penitência durante o carnaval.
— Santa Margarida Maria de Alacoque sofria muito durante esse tempo.
— São Caetano de Thiene morreu de desgosto ao ver Nosso Senhor tão ofendido.
E você, católico, qual é o seu comportamento durante o carnaval? Você ofende a Jesus Cristo ou consola-O?
Se o carnaval fosse uma coisa boa, como muitos andam dizendo; será que os santos teriam agido dessa forma? Claro que não! O carnaval é do demônio, por isso, é preciso rezar e fazer penitência.
Num trecho de uma carta da falecida carmelita Lúcia, em 1940, ela escreveu:
(...) Nosso Senhor está descontente e amargurado com os pecados do mundo e com os de Portugal, ao queixar-se da falta de correspondência, vida pecaminosa do povo e em especial da tibieza, indiferença e vida demasiado cômoda que levam a maioria dos sacerdotes, religiosos e religiosas (...) Em reparação e súplica por si e pelas outras nações, Nosso Senhor deseja que em Portugal sejam abolidas as festas profanas nos dias de carnaval e substituídas por orações e sacrifícios com preces públicas pelas ruas”.
Imaginem só...
Se em 1940, Nosso Senhor já estava descontente com o carnaval lusitano, imaginem o que Ele pensa do carnaval carioca, baiano...
Fonte: http://advhaereses.blogspot.com/search/label/Carnaval.
Irmã Lúcia: que sejam abolidas as festas de Carnaval.
Carnaval na Paróquia
Eu consegui este trecho na Internet sobre uma carta da falecida carmelita Lúcia, em 1940, ao tratar um grave assunto ao Patriarca de Lisboa:
"Eminentíssimo Senhor Cardeal, Nosso Senhor está descontente e amargurado com os pecados do mundo e com os de Portugal, ao queixar-se da falta de correspondência, vida pecaminosa do povo e em especial da tibieza, indiferença e vida demasiado cômoda que levam a maioria dos sacerdotes, religiosos e religiosas (...)
Em reparação e súplica por si e pelas outras nações, Nosso Senhor deseja que em Portugal sejam abolidas as festas profanas nos dias de carnaval e substituídas por orações e sacrifícios com preces públicas pelas ruas”.
Mas hoje é o “tempo da graça”, como querem os hereges, e assim promovem carnaval no próprio lugar onde deveria ser de oração, bem distinto da mensagem de Fátima:
http://www.jpjornal.com.br/news.php?news_id=41749
Fonte:http://persona-non-grata-brasil.blogspot.com/
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Beata Alexandrina e os Sacerdotes.
Beata Alexandrina
Desde muito nova ― graças à educação altamente cristã recebida de sua mãe ― habituou-se a respeitá-los e a venerá-los como sendo a imagem visível de Cristo sobre a terra. Eis o que ela escreveu na sua “Autobiografia”:
« Lembro-me que tinha muito respeito pelos sacerdotes. Quando estava sentada à porta da rua, só ou com a minha irmã e primas, levantava-me sempre à sua passagem, e eles correspondiam tirando o chapéu, se era de longe, ou dando-me a bênção se passavam junto de mim. Observei algumas vezes que várias pessoas reparavam nisto e eu gostava e até chegava a sentar-me propositadamente para ter ocasião de me levantar no momento em que passavam por mim, só para ter o gosto de mostrar a minha dedicação e respeito pelos ministros do Senhor ».
Com o tempo e com o avançar da idade, estes sentimentos foram aumentando cada vez mais como o afirmaram os sacerdotes que foram seus directores espirituais, assim como aqueles sacerdotes que a visitavam.
Um destes sacerdotes, o Padre Payère, da diocese de Versalhes, em França, que a visitou em Dezembro de 1945, deixou dela este belo testemunho:
« Pareceu-me uma belíssima alma, completamente unida a Deus, uma hóstia pura, silenciosa e alegre no seu sofrimento profundo que exigem os pecados do mundo, em estreita união com Aquele que é por excelência o Cordeiro de Deus. Alexandrina é também o cordeiro de Deus que expia pelos pecados do mundo ».
E mais adiante diz ainda:
« O seu olhar e o seu sorriso estão cheios de bondade, de simplicidade e de caridade suave ; e portanto ela sofre muito ».
No momento em que se compilam as cartas por ela escritas ao seu primeiro Director espiritual ― o Padre Mariano Pinho, SJ ― pensei que seria bom ― para ilustrar este humilde trabalho ― transcrever uma delas que tem justamente por objecto a salvação de um sacerdote de Lisboa.
Este sacerdote não levava boa vida... Mas leiamos a carta:
« Balasar, 17 se setembro de 1938
Viva Jesus!
Meu Paizinho,
A minha alma sofre, e sofre muito. Parece-me que não há luz que possa alumiar tal escuridão. Perdi-me no mar; não tenho ninguém por mim: tudo me abandonou. Eu não quero bem a pessoa nenhuma: é o que eu sinto. Ontem [1] queria pôr termo ao meu viver, custasse o que custasse. Deitar-me a afogar, meter a cabeça debaixo do comboio, enfim, figurava-se-me que é insuportável o meu viver. Queria escrever ao meu Paizinho mas estava tão desanimada e com tão poucas forças para o fazer que nem sabia como resolver este caso. Porém hoje vejo-me obrigada a fazê-lo. Para mais depressa chegar às mãos do meu Paizinho, vou mandá-la a Gondifelos. Se ela voasse até aí!
Eu vou dizer ao meu Paizinho o que se passou. Mas o nome só o digo no fim da carta, escrito por mim.
Hoje o Sr. Abade, antes de ir para Arcos para as confissões, trouxe-me Nosso Senhor. No fim de o receber figurava-se-me que tinha a minha alma morta. Estava num abismo tão medonho! Numas trevas tão intensas! Estava tão assustada, tinha medo de Nosso Senhor. Estive assim assustadíssima um bom pedaço. A Deolinda, como de costume, deu graças comigo. Nem sei o que ela rezava. Depois principiei a sentir paz, uma luzinha a iluminar-me a alma e principiei a perder o medo. Ouvi que Nosso Senhor me falava assim:
― Anda, minha pombinha inocente, ao teu Amor, ao teu Jesus, ao teu esposo. Anda, não temas, não te assustes. Este estado não é teu. És vítima. Se soubesses quanto sofro por ver assim sofrer a minha espozinha! Mas olha: Trata-se da alma do Padre.... Viste noutro dia aquela primeira alma que o demónio mais força fazia para arrastar? Era a dele. As outras eram da tua freguesia. Chegou a hora da vingança. Não o posso suportar mais. Que vida tão medonha, não nojenta: tão cheia de impureza. Tanta Missa sacrílega. Não o posso suportar mais. Vou condená-lo ao inferno.
E eu disse:
― Ó meu Jesus, se tendes no meu corpo ou na minha alma alguma coisa que Vos possa servir para eu lhe valer, não me poupeis a mim e poupai-o a ele às penas eternas. É uma alma, meu Jesus. Eu sou a vossa vítima. Eu não quero que crime nenhum do mundo vá ferir o Vosso santíssimo e amabilíssimo Coração.
― Ó louquinha de Jesus e das almas, como te não posso negar nada, sofrê-lo-ei um mês. Sofrerás horrivelmente. Manda vir o teu Paizinho, combinai o que haveis de fazer. Conformo-me com tudo o que vós fizerdes. Convida-o por escrito à penitência. Não temas, não te assustes, sou o teu Jesus.
E tomou-me toda para si, fazendo-me breves carícias.
Meu Paizinho, que fazer a isto? Eu estou aflitíssima. O meu coração está agitado, nem me deixa respirar. Estou cheínha de medo. O demónio parece que me quer tragar. Diz-me com nomes feios que julgo dum inocente o que eu sou e o que o meu Paizinho é.
Lembranças da minha mãe e da Deolinda.
Abençoe a pobre Alexandrina.
(Depois, por mão dela):
Ai, meu Paizinho, eu estou tão cheia de medo, tenha pena de mim. É o Senhor Padre........... (O Padre Pinho riscou o nome) ».
Para que este sacerdote seja salvo, a Beata Alexandrina “sofreu horrivelmente”, como Jesus lhe tinha dito, mas a vitória foi também extraordinária!
Quando o Padre Mariano Pinho recebeu esta carta que muito o interpelou, escreveu para Lisboa a uma das suas numerosas dirigidas ― Superiora dum convento ― e pediu-lhe que se informasse junto do Senhor Cardeal Patriarca se algum dos sacerdotes da diocese de Lisboa lhe causava dissabores, sem todavia revelar o nome que a Beata Alexandrina lhe tinha indicado.
Sublinhemos que, Alexandrina habitando Balasar e nunca tendo ido a Lisboa, não podia conhecer o tal sacerdote, e que este nunca veio a Balasar.
A resposta veio breve e, coisa extraordinária, não só ela era afirmativa, mas o nome do “desgarrado” era o mesmo que indicara a “doentinha de Balasar”. O Padre Pinho deixou de duvidar e permitiu à Alexandrina de aceitar a proposta do Senhor, quer dizer: “sofrer horrivelmente” para que a alma deste sacerdote não caísse no inferno.
Mais tarde, a boa notícia chegou:
O dito sacerdote foi a Fátima ― vestido civilmente ― participou a um retiro espiritual e no fim deste pediu para se confessar. Depois de ter pedido sinceramente perdão a Deus pelas suas faltas e de ter revelado a sua verdadeira identidade, faleceu serenamente no Senhor.
A Beata Alexandrina não tirou disso glória pessoal, claro está, mas sentiu a alegria de ter sido o instrumento, nas mãos de Deus, para que tal milagre se produzisse.
Aqui fica pois um exemplo concreto daquilo que na Igreja se chama a “comunhão dos santos”, assim como a demonstração do valor impetratório da nossa querida Alexandrina.
Se durante a sua vida mortal o Senhor lhe acordava tais dons, que será agora, agora que ela vive na Mansão celeste junto do Esposo que ela tanto amou e ama agora mais ainda?
Neste momento tão crítico ― não quero ser pessimista ― em que a Igreja Católica sofre por falta de vocações sacerdotais e religiosas, porquê não organizar uma “cadeia de orações” para pedir a Deus, por intermédio da Beata Alexandrina o aumento das vocações sacerdotais e religiosas?
Não esqueçamos que a Alexandrina “é o Canal por onde Jesus quer fazer passar as suas graças” e todos, de um só coração rezemos nesse sentido, não esquecendo a materna solicitude da Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, que a “doentinha de Balasar” tanto amava: a sua querida “Mãezinha”.
Convido todos vós a lerem as “Cartas da Alexandrina ao Padre Mariano Pinho”, 1933 a 1937 ― as outras seguirão em breve ―, já em linha no Sítio Oficial:
Afonso Rocha
[1] Compreenda-se bem o significado deste “queria”: não há aí nada de deliberado: era sugestão do demónio. (Nota do Padre Mariano Pinho).
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
João Paulo II proibia a comunhão na mão
Do sermão pronunciado na Igreja do Santíssimo Nome de Maria, da diocese de Roma pelo Papa João Paulo II em 1 de Março de 1989
….”Uma vez mais eu vos advirto da proibição da Comunhão na mão aqui na minha diocese.
Eu não revoguei o que um dos meus predecessores disse acerca disso…ora o que sucede sob a vossa responsabilidade, meus queridos bispos de outras dioceses peço-vos que reconheçais a tempo quanto estais equivocados no vosso caminho. Mas, aqui, só permitirei a COMUNHÂO NA LINGUA E DE JOELHOS. Qualquer outra coisa importada e estendida por estranhos ou estrangeiros está proibida. Afirmo-vos isto como vosso Bispo”.
(João Paulo II)
….”Uma vez mais eu vos advirto da proibição da Comunhão na mão aqui na minha diocese.
Eu não revoguei o que um dos meus predecessores disse acerca disso…ora o que sucede sob a vossa responsabilidade, meus queridos bispos de outras dioceses peço-vos que reconheçais a tempo quanto estais equivocados no vosso caminho. Mas, aqui, só permitirei a COMUNHÂO NA LINGUA E DE JOELHOS. Qualquer outra coisa importada e estendida por estranhos ou estrangeiros está proibida. Afirmo-vos isto como vosso Bispo”.
(João Paulo II)
Publicado por uma amiga minha.
Carnaval ? o que dizem os santos…
“Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares”. (Efésios 6,11-12)
Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).
Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).
São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.
O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.
Santa Catarina de Sena, referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”
São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.
Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles os trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer, por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis, contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Ah! Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).
Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6 h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado…” (Carta 162).
“Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós”. (I Pedro 5, 8-9)
“Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever”. (Efésios 6, 13).
“Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos”. (Efésios 6,18).
Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).
Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).
São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.
O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.
Santa Catarina de Sena, referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”
São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.
Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles os trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer, por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis, contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Ah! Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).
Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6 h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado…” (Carta 162).
“Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós”. (I Pedro 5, 8-9)
“Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever”. (Efésios 6, 13).
“Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos”. (Efésios 6,18).
Porquê a Consagração da Rússia ao Coração Imaculado de Maria ?
Dom Lourenço Fleichman OSB
Ao iniciarmos a Cruzada do Imaculado Coração de Maria, atendendo ao chamado de Dom Bernard Fellay, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, convém procurarmos entender as razões profundas que levaram a Fraternidade a convocar os católicos para tal empresa. Se nossa conversa na saída da missa dominical ou nos salões modernos das listas e blogs se ativer a comentários superficiais, como seria falar da quantidade de terços propostos ou das reais possibilidades do episcopado mundial aceitar realizar tal ato, nós mesmos estaremos fugindo ao essencial. A meu ver o que mais importa nessa hora é analisarmos a questão da Rússia e de sua conversão, pois só assim podemos entender o que significa consagrar essa nação ao Imaculado Coração de Maria.
Para isso proponho abrirmos juntos, como fiz no domingo do Bom Pastor, a 4ª Memória da Irmã Lúcia, para renovarmos nossa lembrança sobre os gravíssimos acontecimentos da Cova da Iria. Fátima é um acontecimento sumamente politico, envolve de modo crucial a vida política dos homens, ou seja, seu modo de viver a vida natural, a paz entre os povos, a guerra e suas consequências. Porém, longe de ser uma análise humana dessas realidades, a Virgem Maria afirma de modo categórico o laço essencial entre o natural e o espiritual, entre a vida da terra e a vida do céu, deixando aos homens, sem gota de sentimentalismos, a única opção verdadeira e fatal: a escolha entre o bem e o mal. A escolha entre a virtude e o pecado. A escolha entre o céu e o inferno. De modo bem diferente dos tempos modernos, imbuído da sua psicologia das paixões ou da sua pedagogia amolecida, Nossa Senhora, como boa Mãe, entende que deve alertar e formar a humanidade através de três criancinhas ignorantes do interior de Portugal. Nessa formação misturam-se de modo impressionante elementos místicos e elementos políticos. Nunca mais seria possível aos homens pretender, sem mentir, que a vida política não se mistura com a Religião. Depois de Fátima fica estabelecida a necessidade premente de uma escolha: ou os homens se convertem e abraçam a fé, ou apostasiam renegando para sempre a Cristo e a sua Igreja. E eles escolheram a perdição.
Na curta passagem das Memórias da Irmã Lúcia que mencionei acima, estão presentes em íntima conexão os seguintes elementos:
- O Imaculado Coração de Maria, desde o início colocado como o pivô de tudo.
- O Terço de Nossa Senhora apresentado como único meio de se conseguir a paz no mundo. Não uma paz qualquer, mas a paz política.
- A visão do inferno e sua relação com o Imaculado Coração de Maria e com a guerra.
- A solução do problema da humanidade: devoção dos primeiros sábados e a consagração da Rússia ao Imaculado Coração.
Vamos ao texto da Irmã Lúcia:
No dia 13 de junho de 1917, na segunda aparição, Nossa Senhora revela para as crianças algo de extraordinário. Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria e quer servir-se da pequena Lúcia para isso. Esse Coração será o refúgio e o caminho que a conduzirá a Deus. E a Virgem Maria mostra às crianças o seu Coração:
"Foi no momento em que disse estas últimas palavras, que abriu as mãos e nos comunicou, pela segunda vez, o reflexo dessa luz imensa. A frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um coração cercado de espinhos, que parecia estarem-lhe cravados. Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade, que queria reparação".
Foi assim revelado pela primeira vez, diretamente do céu, o amor Maternal da Virgem Maria, como no século XVII fora revelado o Sagrado Coração de Jesus. Se, naquela ocasião, a presença das heresias do Jansenismo e do Protestantismo pedia uma compreensão, por meio da piedade do povo cristão, do amor humano e divino de Jesus, agora Deus envia sua própria Mãe para mostrar um Coração ultrajado pelos pecados da humanidade. Coisa dura de se ver, a tristeza de um Coração ofendido e que sabe para onde vão seus filhos pecadores. Nossa Senhora vai ensinar às crianças a se sacrificarem e a fazerem reparação pelos pecados.
Estamos agora em 13 de julho, a mais importante das aparições. Os pecados de que trata a Virgem Maria são os pecados que provocam as guerras:
"Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem; que continuem a rezar o Terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.
E continuou: “Sacrificai-vos pelos pecadores, e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria.”
Eis, então, o único meio de se obter a paz no mundo: a oração do Terço, a vida espiritual em torno do Coração de Maria. Só ela nos pode valer. Isso significa que de nada adianta os grandes deste mundo se reunirem para decidir sobre o futuro da economia ou das guerras; de nada adianta os pequenos desse mundo fazerem passeatas pela paz, vestidos de branco. Só a Mãe de Deus pode nos valer nesse sentido. E como os homens se recusam a rezar e a obedecer a Deus, vão levando a humanidade à perdição e ao inferno. Em seguida, Nossa Senhora lhes ensina uma oração de sacrificio e reparação. Sem se ater nem por um instante às preocupações superficiais e sentimentais da pedagogia moderna, a Mãe do Céu quer seus menores filhos prontos para o sacrifício e para este ato espiritual muito particular da reparação. Os pastorinhos já tinham sido alertados pelo Anjo de Portugal, em 1916, de que haveriam muito o que sofrer. Eis a oração: "Ó Jesus, é por vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria."
Uma vez ensinada a oração de reparação, Nossa Senhora vai mostrar às criancinhas a consequência de tantos pecados. E mostra-lhes o inferno, naquela descrição tocante e sincera de uma criança de 10 anos:
"Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados. O reflexo pareceu penetrar a terra, e vimos como que um mar de fogo. Mergulhados nesse fogo, os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das fagulhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa. Assustados e como que a pedir socorro, levantamos a vista para Nossa Senhora, que nos disse, com bondade e tristeza: “Vistes o Inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração."
A Virgem Maria não diz, mas poderíamos acrescentar sem ferir o sentido desses acontecimentos: elas estavam prontas para se sacrificar e para reparar, de modo a evitar que tantas almas caissem naquele poço de horror. A lição estava dada e irmã Lúcia vai viver o resto de sua vida para realizá-la. Mas Nossa Senhora queria lhes falar ainda das coisas políticas e suas consquências. Por isso ela acrescenta:
"Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI, começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre."
Eis a primeira constatação: os homens não fizeram o que ela disse às crianças. As almas caem no inferno e o mundo não vive na paz. A guerra terminou e recomeçou em 1939, nos últimos dias de Pio XI, como profetizou o céu. A humanidade apóstata está sendo castigada e não deseja penitência. Todo o esforço da Mãe de Deus tornou-se inútil, até aqui. No entanto, a Virgem Maria tinha dado o remédio para o mal do mundo:
"Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração, e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá, e terão paz. Se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas."
É possível dizer que algum papa tenha feito essa consagração? De fato, houve duas tentativas: Pio XII fez sozinho uma consagração, o que não correspondia ao que irmã Lúcia dava como detalhe desse pedido de consagração, pois Nossa Senhora queria que todo o Episcopado estivesse unido. Já João Paulo II pretendeu unir o episcopado, mas não fez uma consagração da Russia em especial, contra o comunismo. Por isso devemos afirmar que a consagração pedida por Nossa Senhora nunca foi realizada. A segunda constatação é que a Rússia espalhou seus erros pelo mundo, aniquilando muitas nações e martirizando muitos homens de bem. O fato de ter-se quebrado o império soviético não significa que o comunismo tenha desaparecido. Os homens já não precisam mais de exércitos para obrigá-los a serem inimigos de Deus. A revolução cultural e religiosa já se espalhou por toda a terra, e os homens vivem em constante guerra e apostasia da fé.
Daí vem a necessidade extrema de se rezar pedindo a graça dessa consagração. O que está em jogo é o futuro da humanidade, se ainda restar algum tempo para que os homens sobrevivam na terra, e sobretudo, está em jogo a vida eterna, que só pode ser conquistada se o homem servir a Deus na sua vida. A promessa feita por Nossa Senhora se encaixa nesse quadro terrível que constatamos:
"Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz."
É a terceira constatação: Não existe nem nunca existiu, nesses últimos cem anos, o triunfo do Imaculado Coração de Maria. Ele virá, pois trata-se de uma afirmação da Mãe de Deus, mas só poderá vir mediante a realização de suas promessas, as quais estão ligadas necessariamente à uma devoção individual de reparação ao Imaculado Coração, e à consagração de uma determinada nação, a Rússia, ao mesmo Coração maternal.
A quarta constatação é o estado da humanidade e a gravidade desses eventos de Fátima, hoje lembrados de modo tão oportuno pela Cruzada do Imaculado Coração de Maria. Constatamos que o mundo apostasiou da fé. Constatamos que essa apostasia da fé deixou a humanidade à deriva: não há vida moral e não há mais vida religiosa, o Concílio Vaticano II tendo se incumbido de destruir a barreira espiritual que a Igreja antepunha às forças do mal. Os homens encontram-se sem esperança e já não sabem mais o que desejar. Perdeu-se a noção do bem e do mal; perdeu-se a clara distinção racional entre o certo e o errado; sobretudo, já não importa muito aos homens a escolha de um caminho seguro, o céu ou o inferno. Com isso, devemos constatar que a humanidade está preparada para o Anti-Cristo. Quando chegar esse homem do pecado, atrairá todos após si, com uma facilidade, com uma co-naturalidade impressionante. Todos o seguirão, como mostra de modo tão claro o Apocalipse. Nessa hora, é preciso estar armado com a única arma que poderá afastá-lo de nós, que poderá nos defender: o Rosário de Nossa Senhora. Ela disse: só ele poderá valer-nos, como só ela nos vale hoje para obter a paz. Aqueles que estiverem atentos, rezando, pedindo a consagração da Rússia e a intervenção da Virgem Maria, causarão a única frustração possivel para o Anti-Cristo. E ele não poderá nunca ser o mestre de todos os homens. Por causa desses apóstolos dos últimos tempos, o Anti-Cristo será derrotado pelo sopro da boca de Nosso Senhor. Sejamos seus apóstolos, rezemos o Terço na intenção dessa Cruzada, para que possamos ver o triunfo do Imaculado Coração de Maria.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Terço da Misericórdia Divina
Casa da Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia, onde nos anos 1933-1936
residiu Irmã Faustina e onde Jesus Cristo lhe ditou o terço da Misericórdia Divina. Vilna (Lituânia), Rua Grybo, 29.
"Oh! que grandes graças concederei às almas que recitarem esse Terço.
(...) Anota estas palavras, Minha filha, fala ao mundo da Minha misericórdia,
que toda a humanidade conheça a Minha insondável misericórdia. Este é o sinal para os últimos tempos; depois dele virá o dia da justiça. Enquanto é tempo, recorram à fonte da Minha misericórdia, tirem proveito do Sangue e da Àgua que jorraram para eles" (Diário, 848) .
"Recita, sem cessar, este Terço que te ensinei. Todo aquele que o recitar alcançará grande misericórdia na hora da sua morte. Os sacerdotes o recomendarão aos pecadores como a última tábua de salvação. Ainda que o pecador seja o mais endurecido, se recitar este Terço uma só vez, alcançará a graça da Minha infinita misericórdia" (Diário, 687).
A PROMESSA
DA MISERICÓRDIA PARA OS AGONIZANTES
"Pela recitação deste Terço agrada-Me dar tudo o que Me peçam. Quando os pecadores empedernidos o recitarem, encherei de paz as suas almas, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vir e reconhecer a gravidade dos seus pecados, quando se abrir diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não se desespere, mas antes se lance com confiança nos braços da Minha misericórdia, como uma criança no abraço da sua querida mãe. Essas almas têm prioridade no Meu Coração compassivo, elas têm primazia à Minha misericórdia. Diz que nenhuma alma que tenha invocado a Minha misericórdia se decepcionou ou experimentou vexame. Tenho predileção especial pela alma que confiou na Minha bondade. Escreve que, quando recitarem esse Terço junto aos agonizantes, Eu Me colocarei entre o Pai e a alma agonizante não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso" (Diário, 1541).
"Defendo toda alma que recitar esse terço na hora da morte, como se fosse a Minha própria glória (...) Quando recitam esse terço junto a um agonizante, aplaca-se
a ira de Deus, a misericórdia insondável envolve a alma" (Diário, 811).
Para ser rezado nas contas do terço. "No começo:
Pai nosso, que estais no céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres
e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por n6s, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do Céu e da Terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espirito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espirito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna Amém.
Nas contas de Pai Nosso, dirás as seguintes palavras:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados
e dos do mundo inteiro.
Nas contas de Ave Maria rezarás as seguintes palavras:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.
No fim, rezarás três vezes estas palavras:
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro”
(Diário, 476).
Jesus Cristo disse a Santa Irmã Faustina: "Desejo que essa misericórdia se derrame sobre o mundo todo pelo teu coração. Quem quer que se aproxime de ti, que não se afaste sem essa confiança na Minha misericórdia, que desejo tanto para as almas. Reza quanto puderes pelos agonizantes; pede para eles a confiança na Minha misericórdia, porque eles são os que mais necessitam de confiança e os que menos a têm" (Diário, 1777).
"Minha filha, ajuda-Me a salvar um pecador agonizante; reza por ele o Terço que te ensinei. Quando comecei a recitar este Terço, vi o agonizante em terríveis tormentos e lutas. Defendia-o o Anjo da Guarda, mas estava como que impotente diante da enormidade da miséria dessa alma. (...) No entanto, durante a recitação do Terço vi a Jesus da forma como está pintado na Imagem. Os raios que saíam do Coração de Jesus envolveram o enfermo, e as forças do mal fugiram em pânico. O enfermo exalou tranqüilamente o último suspiro" (Diário, 1565).
"Freqüentemente convivo com almas agonizantes, pedindo para elas a misericórdia
de Deus. Oh! como é grande a bondade de Deus, maior do que podemos compreender. Existem momentos e mistérios da misericórdia de Deus com que até os Céus se assombram. Que se calem os nossos juízos sobre as almas, porque é maravilhosa com elas a misericórdia de Deus" (Diário, 1684).
"Muitas vezes, faço companhia a almas agonizantes, e peço para elas confiança na misericórdia divina e suplico a Deus aquela grande abundância da graça de Deus que sempre vence. A misericórdia de Deus atinge às vezes o pecador no último instante, de maneira surpreendente e misteriosa. Exteriormente vemos como se tudo estivesse perdido, mas não é assim. A alma, iluminada pelo raio da forte graça de Deus extrema, dirige-se a Deus no último instante com tanta força de amor que imediatamente recebe de Deus [o perdão] das culpas e dos castigos, e exteriormente não nos dá nenhum sinal nem de arrependimento nem de contrição, visto que já não reage a coisas exteriores. Oh! quão inconcebível é a misericórdia de Deus. Mas oh! horror — existem também almas que voluntária e conscientemente afastam essa graça e a desprezam. Embora já em meio à própria agonia, Deus misericordioso dá à alma esse momento de luz interior com que, se a alma quiser, tem a possibilidade de voltar a Deus. Mas, muitas vezes, as almas têm tamanha dureza de coração que conscientemente escolhem o Inferno, anulam todas as orações que as outras almas fazem por elas a Deus, e até os próprios esforços de Deus..." (Diário, 1698).
"União com os agonizantes. Pedem-me orações, e posso rezar, pois admiravelmente
o Senhor está me dando um espírito de oração. Estou continuamente unida com Ele, sinto plenamente que vivo pelas almas, para conduzi-las à Vossa misericórdia, Senhor. Quanto a isso, nenhum sacrifício é pequeno demais" (Diário, 971).
"...O Senhor me deu a conhecer como deseja que a alma se distinga por atos de amor, e vi, em espírito, quantas almas clamam a nós: “Dai-nos Deus,” — e ferveu em mim o sangue apostólico. Não o pouparei, mas entregarei até a última gota pelas almas imortais, embora fisicamente talvez Deus não o exija, em espírito, posso fazê-lo, e não será menos meritório" (Diário, 1249).
Desejo percorrer o mundo todo e falar às almas da grande misericórdia de Deus.
SACERDOTES, AJUDAI-ME NISSO..." (Diário, 491).
"Diz aos Meus sacerdotes que os pecadores empedernidos se arrependerão diante das palavras deles, quando falarem da Minha insondável misericórdia, da compaixão que tenho para com eles no Meu Coração. Aos sacerdotes que proclamarem e glorificarem a Minha misericórdia darei um poder extraordinário, ungindo as suas palavras, e tocarei os corações daqueles a quem falarem" (Diário, 1521).
"Minha filha, olha para o abismo da Minha misericórdia e dá a esta misericórdia louvor e glória. Faz-o da seguinte maneira: reúne todos os pecadores do mundo inteiro e mergulha-os no abismo da Minha misericórdia" (Diário, 206).
"Penetra nos Meus mistérios e conhecerás o abismo da Minha misericórdia para com as criaturas e a Minha insondável bondade — e a darás a conhecer ao Mundo. Através da oração, serás medianeira entre a Terra e o Céu" (Diário, 438).
"PREPARARÁS O MUNDO PARA A MINHA ÚLTIMA VINDA" (Diário, 429).
"O Meu reino está sobre a Terra
a Minha Vida, na alma humana" (Diário, 1784).
A Santa Irmã Faustina: "Quando mergulhei em oração e me uni com todas as Santas Missas que, neste momento, estavam sendo celebradas no mundo inteiro, supliquei a Deus, por meio de todas essas Santas Missas, misericórdia para o mundo, especialmente para os pobres pecadores, que estivessem em agonia naquele momento. E, nesse instante, recebi interiormente a resposta divina interior de que mil almas receberam a graça por intermédio da oração que eu estava elevando a Deus. Não sabemos que número de almas vamos salvar com as nossas orações e sacrifícios; por isso rezemos sempre pelos pecadores" (Diário, 1783).
"Oh! como devemos rezar pelos agonizantes! Aproveitemos a misericórdia, enquanto é tempo de compaixão" (Diário, 1035).
"Ó vida cinzenta e monótona, quantos tesouros há em ti! Nenhuma hora se assemelha a outra, e por isso o enfado e a monotonia desaparecem quando olho para tudo com os olhos da fé. A graça que é destinada para mim nesta hora não se repetirá na hora seguinte. Ser-me-á dada ainda, mas já não será a mesma. O tempo passa e nunca volta. O que, porém, nele se encerra não mudará nunca, fica selado por todos os séculos" (Diário, 62).
O DOM DA ORAÇÃO
Em união espiritual com Santa Irmã Faustina, queremos estimular os devotos da Misericórdia Divina a praticar a oração individual ou a participar
da ORAÇÃO INCESSANTE DO TERÇO DA MISERICÓRDIA DIVINA
com a O doador da oração pode ser todo aquele que desejar envolver-se diariamente na oração da Comunidade dos Apóstolos de Jesus Misericordioso junto à Congregação das Irmãs de Jesus Misericordioso. Esperamos que dessa maneira cumpriremos o pedido de Jesus Cristo e contribuiremos para a confiante aceitação da graça da salvação pelos agonizantes nas nossas famílias e no mundo inteiro.
Pedimos que as declarações de oração na intenção dos agonizantes sejam enviadas ao endereço:
CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS DE JESUS MISERICORDIOSO
"...mas escreve-o para muitas almas que às vezes se preocupam por não possuírem bens materiais, para com elas praticar a misericórdia. No entanto, tem um mérito muito maior a misericórdia do espírito, para a qual não é preciso ter autorização nem armazém e que é acessível a todos. Se a alma nao praticar a misericórdia de um ou outro modo, nao alcançará a Minha misericórdia no dia do Juízo. Oh! se as almas soubessem armazenar os tesouros eternos, não seriam julgadas, antecipando o Meu julgamento com obras de misericórdia" (Diário, 1317).
(veja A virtude da misericórdia - pe. Sopocko)
INDULGÊNCIA PLENÁRIA
PELA RECITAÇÃO DO TERÇO DA MISERICÓRDIA DIVINA
Declaração da Administração da Penitenciária Apostólica de 12 de janeiro de 2002.
A indulgência plenária mediante as condições comuns (a saber, confissão sacramental, Comunhão Eucarística e oração nas intenções do Santo Padre) é concedida no território da Polônia ao fiel que com a alma inteiramente livre do apego a qualquer pecado recitar piedosamente o Terço da Misericórdia Divina numa igreja ou numa capela, diante do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no sacrário.
Se, no entanto, esses fiéis, por motivo de doença (ou outra justa razão) não puderem sair de casa, mas recitarem o Terço da Misericórdia Divina com confiança e com o desejo de misericórdia para si mesmos e com prontidão para demonstrá-la aos outros, mediante as condições comuns também alcançarão a indulgência plenária, observadas as prescrições quanto aos que “contam com obstáculos”, encerradas nas normas 24 e 25 da Relação de Indulgências (Enchiridii Indulgentiarum). Em outras circunstâncias, a indulgência será parcial. A presente autorização terá validade perpétua, revogadas quaisquer disposições contrárias.
O TERÇO DA DIVINA MISERICÓRDIA
O DIÁRIO de santa Irmã Faustina) Vilna, Lituânia "Na sexta-feira 13.09.1935.
A noite, quando me encontrava na minha cela, vi o Anjo executor da ira de Deus.
Estava vestido de branco, o rosto radiante e una nuven a seus pés. Da nuvem saíam trovoes e relâmpagos para as suas maos e delas só entao atingiam a Terra. Quando
vi esse sinal da ira de Deus, que deveria atingir a Terra, e especialmente um determinado lugar que nao posso mencionar por motivos bem compreensíveis, comecei a pedir ao Anjo que se detivesse por alguns momentos, pois o mundo faria penitencia. Mas o meu pedido de nada valeu perante a Cólera de Deus.
(...) Porém, nesse mesmo momento senti em mim a força da graça de Jesus que reside na minha alma; e, quando me veio a consciencia dessa graça, imediatamente fui arrebatada até o Trono de Deus.
(...) Comecei, entao, suplicar a Deus pelo Mundo com palavras ouvidas interiormente.
Quando assim rezava, vi a impossibilidade do Anjo em poder executar aquele justo castigo, merecido por causa dos pecados. Nunca tinha rezado com tanta forca interior como naquela ocasiao. As palavras com que suplicava a Deus eram as seguintes:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro; pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós.
No dia seguinte pela manha, quando entrei na nossa capela, ouvi interiormente estas palavras: Toda vez que entrares na capela, reza logo essa oraçao que te ensinei ontem. Quando rezei essa oraçao, ouvi na alma estas palavras: Essa oraçao serve para aplacar a Minha ira. Tu a recitarás por nove dias, por meio do Terço do Rosário da seguinte maneira: Primeiro dirás o PAI NOSSO, a AVE MARIA e o CREDO. Depois, nas contas de PAI NOSSO, dirás as seguintes palavras: Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro. Nas contas de AVE MARIA erzarás as seguintes palavras: Pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. No fim, rezarás rtes vezes estas palavras: Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro" (Diario, 474- 476).
A noite, quando me encontrava na minha cela, vi o Anjo executor da ira de Deus.
Estava vestido de branco, o rosto radiante e una nuven a seus pés. Da nuvem saíam trovoes e relâmpagos para as suas maos e delas só entao atingiam a Terra. Quando
vi esse sinal da ira de Deus, que deveria atingir a Terra, e especialmente um determinado lugar que nao posso mencionar por motivos bem compreensíveis, comecei a pedir ao Anjo que se detivesse por alguns momentos, pois o mundo faria penitencia. Mas o meu pedido de nada valeu perante a Cólera de Deus.
(...) Porém, nesse mesmo momento senti em mim a força da graça de Jesus que reside na minha alma; e, quando me veio a consciencia dessa graça, imediatamente fui arrebatada até o Trono de Deus.
(...) Comecei, entao, suplicar a Deus pelo Mundo com palavras ouvidas interiormente.
Quando assim rezava, vi a impossibilidade do Anjo em poder executar aquele justo castigo, merecido por causa dos pecados. Nunca tinha rezado com tanta forca interior como naquela ocasiao. As palavras com que suplicava a Deus eram as seguintes:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro; pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós.
No dia seguinte pela manha, quando entrei na nossa capela, ouvi interiormente estas palavras: Toda vez que entrares na capela, reza logo essa oraçao que te ensinei ontem. Quando rezei essa oraçao, ouvi na alma estas palavras: Essa oraçao serve para aplacar a Minha ira. Tu a recitarás por nove dias, por meio do Terço do Rosário da seguinte maneira: Primeiro dirás o PAI NOSSO, a AVE MARIA e o CREDO. Depois, nas contas de PAI NOSSO, dirás as seguintes palavras: Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro. Nas contas de AVE MARIA erzarás as seguintes palavras: Pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. No fim, rezarás rtes vezes estas palavras: Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro" (Diario, 474- 476).
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Urgência na divulgação da Mensagem de Fátima.
Santuário de Fátima
Há uma urgência iminente de divulgar a mensagem de Fátima, pois a Missa Tridentina é um dos triunfos do Imaculado Coração de Maria, também a Fonte de onde, há-de partir a paz para o mundo.
Se todos os Cristãos rezassem o Rosário ou simplesmente o terço,quantas Graças não haveria de descer do céu, e as guerras terminariam.
As guerras são um castigo pelo pecado,muitos discordam desta afirmação, mas se existe pecado e não é feito reparação suficiente á Majestade Divina,por serem imensos cometidos na terra num dia, então a Justiça Divina actua.
Temos,então cheias e tremores de terra e outras catástrofes.Quem sabe ler os sinais dos tempos, não hesita em afirmar tudo isto.
Lutar pela Missa Tridentina, deve ser uma prioridade máxima,este tesouro imenso de Graças,ainda desconhecido de muitos fiéis jovens e adultos.
Aos modernistas deixo uma mensagem, se querem que voltem o sagrado aos seus templos,existe uma solução para resolver esta crise e cito algumas:
- A comunhão de joelhos e na boca;
- Irradicação da comunhão na mão;
- Voltar a colocar as rubricas de 1975;
- Revisão da tradução do latim do missal romano;
- Confissão e Comunhão Espiritual de joelhos;
- Irradicação das modas indecentes nos templos;
- Entre outras coisas.
Nunca será como a Santa Missa,mas mais Graças terão os fiéis que as frequentam,agora se Paulo VI, visse o que fizeram á sua missa, não ia gostar.
Deixou de ser uma missa moderna,para ser ecuménica,que tristeza!
A outra prioridade é a consagração da Rússia ao Coração Imaculado de Maria,que nós sabemos que não foi consagrada, o mundo de hoje se nos revela a certeza dessa realidade. Os atentados de 11 de Setembro; o tsunami que afectou 14 países, referendos permitindo o aborto; o casamento de homossexuais; e os atentados da al-qhaeda,não deixam dúvidas,ainda não temos a paz,não foi conseguida na consagração de 1984,pelo Papa João Paulo II.
Não podemos esquecer estas duas prioridades máximas,pois dependem delas a salvação das almas.RESUMINDO:
Missa Tridentina; Consagração da Rússia; Rosário e muita fé.
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