Jesus Crucified

Jesus Crucified
Jesus Christ have mercy on us

Holy Tridentine Mass - Santa Missa Tridentina.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

João Paulo II proibia a comunhão na mão

Do sermão pronunciado na Igreja do Santíssimo Nome de Maria, da diocese de Roma pelo Papa João Paulo II em 1 de Março de 1989
….”Uma vez mais eu vos advirto da proibição da Comunhão na mão aqui na minha diocese.
Eu não revoguei o que um dos meus predecessores disse acerca disso…ora o que sucede sob a vossa responsabilidade, meus queridos bispos de outras dioceses peço-vos que reconheçais a tempo quanto estais equivocados no vosso caminho. Mas, aqui, só permitirei a COMUNHÂO NA LINGUA E DE JOELHOS. Qualquer outra coisa importada e estendida por estranhos ou estrangeiros está proibida. Afirmo-vos isto como vosso Bispo”.
(João Paulo II)

Publicado por uma amiga minha.

Carnaval ? o que dizem os santos…

“Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares”. (Efésios 6,11-12)



Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).

Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).


São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.


O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.


Santa Catarina de Sena, referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”

São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.

Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles os trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer, por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis, contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Ah! Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).


Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6 h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado…” (Carta 162).


“Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós”. (I Pedro 5, 8-9)



“Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever”. (Efésios 6, 13).


“Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos”. (Efésios 6,18).

Porquê a Consagração da Rússia ao Coração Imaculado de Maria ?




Dom Lourenço Fleichman OSB












Ao iniciarmos a Cruzada do Imaculado Coração de Maria, atendendo ao chamado de Dom Bernard Fellay, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, convém procurarmos entender as razões profundas que levaram a Fraternidade a convocar os católicos para tal empresa. Se nossa conversa na saída da missa dominical ou nos salões modernos das listas e blogs se ativer a comentários superficiais, como seria falar da quantidade de terços propostos ou das reais possibilidades do episcopado mundial aceitar realizar tal ato, nós mesmos estaremos fugindo ao essencial. A meu ver o que mais importa nessa hora é analisarmos a questão da Rússia e de sua conversão, pois só assim podemos entender o que significa consagrar essa nação ao Imaculado Coração de Maria.



Para isso proponho abrirmos juntos, como fiz no domingo do Bom Pastor, a 4ª Memória da Irmã Lúcia, para renovarmos nossa lembrança sobre os gravíssimos acontecimentos da Cova da Iria. Fátima é um acontecimento sumamente politico, envolve de modo crucial a vida política dos homens, ou seja, seu modo de viver a vida natural, a paz entre os povos, a guerra e suas consequências. Porém, longe de ser uma análise humana dessas realidades, a Virgem Maria afirma de modo categórico o laço essencial entre o natural e o espiritual, entre a vida da terra e a vida do céu, deixando aos homens, sem gota de sentimentalismos, a única opção verdadeira e fatal: a escolha entre o bem e o mal. A escolha entre a virtude e o pecado. A escolha entre o céu e o inferno. De modo bem diferente dos tempos modernos, imbuído da sua psicologia das paixões ou da sua pedagogia amolecida, Nossa Senhora, como boa Mãe, entende que deve alertar e formar a humanidade através de três criancinhas ignorantes do interior de Portugal. Nessa formação misturam-se de modo impressionante elementos místicos e elementos políticos. Nunca mais seria possível aos homens pretender, sem mentir, que a vida política não se mistura com a Religião. Depois de Fátima fica estabelecida a necessidade premente de uma escolha: ou os homens se convertem e abraçam a fé, ou apostasiam renegando para sempre a Cristo e a sua Igreja. E eles escolheram a perdição.



Na curta passagem das Memórias da Irmã Lúcia que mencionei acima, estão presentes em íntima conexão os seguintes elementos:



- O Imaculado Coração de Maria, desde o início colocado como o pivô de tudo.

- O Terço de Nossa Senhora apresentado como único meio de se conseguir a paz no mundo. Não uma paz qualquer, mas a paz política.

- A visão do inferno e sua relação com o Imaculado Coração de Maria e com a guerra.

- A solução do problema da humanidade: devoção dos primeiros sábados e a consagração da Rússia ao Imaculado Coração.



Vamos ao texto da Irmã Lúcia:



No dia 13 de junho de 1917, na segunda aparição, Nossa Senhora revela para as crianças algo de extraordinário. Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria e quer servir-se da pequena Lúcia para isso. Esse Coração será o refúgio e o caminho que a conduzirá a Deus. E a Virgem Maria mostra às crianças o seu Coração:



"Foi no momento em que disse estas últimas palavras, que abriu as mãos e nos comunicou, pela segunda vez, o reflexo dessa luz imensa. A frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um coração cercado de espinhos, que parecia estarem-lhe cravados. Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade, que queria reparação".



Foi assim revelado pela primeira vez, diretamente do céu, o amor Maternal da Virgem Maria, como no século XVII fora revelado o Sagrado Coração de Jesus. Se, naquela ocasião, a presença das heresias do Jansenismo e do Protestantismo pedia uma compreensão, por meio da piedade do povo cristão, do amor humano e divino de Jesus, agora Deus envia sua própria Mãe para mostrar um Coração ultrajado pelos pecados da humanidade. Coisa dura de se ver, a tristeza de um Coração ofendido e que sabe para onde vão seus filhos pecadores. Nossa Senhora vai ensinar às crianças a se sacrificarem e a fazerem reparação pelos pecados.



Estamos agora em 13 de julho, a mais importante das aparições. Os pecados de que trata a Virgem Maria são os pecados que provocam as guerras:



"Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem; que continuem a rezar o Terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.



E continuou: “Sacrificai-vos pelos pecadores, e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria.”



Eis, então, o único meio de se obter a paz no mundo: a oração do Terço, a vida espiritual em torno do Coração de Maria. Só ela nos pode valer. Isso significa que de nada adianta os grandes deste mundo se reunirem para decidir sobre o futuro da economia ou das guerras; de nada adianta os pequenos desse mundo fazerem passeatas pela paz, vestidos de branco. Só a Mãe de Deus pode nos valer nesse sentido. E como os homens se recusam a rezar e a obedecer a Deus, vão levando a humanidade à perdição e ao inferno. Em seguida, Nossa Senhora lhes ensina uma oração de sacrificio e reparação. Sem se ater nem por um instante às preocupações superficiais e sentimentais da pedagogia moderna, a Mãe do Céu quer seus menores filhos prontos para o sacrifício e para este ato espiritual muito particular da reparação. Os pastorinhos já tinham sido alertados pelo Anjo de Portugal, em 1916, de que haveriam muito o que sofrer. Eis a oração: "Ó Jesus, é por vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria."



Uma vez ensinada a oração de reparação, Nossa Senhora vai mostrar às criancinhas a consequência de tantos pecados. E mostra-lhes o inferno, naquela descrição tocante e sincera de uma criança de 10 anos:



"Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados. O reflexo pareceu penetrar a terra, e vimos como que um mar de fogo. Mergulhados nesse fogo, os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das fagulhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa. Assustados e como que a pedir socorro, levantamos a vista para Nossa Senhora, que nos disse, com bondade e tristeza: “Vistes o Inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração."



A Virgem Maria não diz, mas poderíamos acrescentar sem ferir o sentido desses acontecimentos: elas estavam prontas para se sacrificar e para reparar, de modo a evitar que tantas almas caissem naquele poço de horror. A lição estava dada e irmã Lúcia vai viver o resto de sua vida para realizá-la. Mas Nossa Senhora queria lhes falar ainda das coisas políticas e suas consquências. Por isso ela acrescenta:



"Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI, começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre."



Eis a primeira constatação: os homens não fizeram o que ela disse às crianças. As almas caem no inferno e o mundo não vive na paz. A guerra terminou e recomeçou em 1939, nos últimos dias de Pio XI, como profetizou o céu. A humanidade apóstata está sendo castigada e não deseja penitência. Todo o esforço da Mãe de Deus tornou-se inútil, até aqui. No entanto, a Virgem Maria tinha dado o remédio para o mal do mundo:



"Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração, e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá, e terão paz. Se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas."



É possível dizer que algum papa tenha feito essa consagração? De fato, houve duas tentativas: Pio XII fez sozinho uma consagração, o que não correspondia ao que irmã Lúcia dava como detalhe desse pedido de consagração, pois Nossa Senhora queria que todo o Episcopado estivesse unido. Já João Paulo II pretendeu unir o episcopado, mas não fez uma consagração da Russia em especial, contra o comunismo. Por isso devemos afirmar que a consagração pedida por Nossa Senhora nunca foi realizada. A segunda constatação é que a Rússia espalhou seus erros pelo mundo, aniquilando muitas nações e martirizando muitos homens de bem. O fato de ter-se quebrado o império soviético não significa que o comunismo tenha desaparecido. Os homens já não precisam mais de exércitos para obrigá-los a serem inimigos de Deus. A revolução cultural e religiosa já se espalhou por toda a terra, e os homens vivem em constante guerra e apostasia da fé.



Daí vem a necessidade extrema de se rezar pedindo a graça dessa consagração. O que está em jogo é o futuro da humanidade, se ainda restar algum tempo para que os homens sobrevivam na terra, e sobretudo, está em jogo a vida eterna, que só pode ser conquistada se o homem servir a Deus na sua vida. A promessa feita por Nossa Senhora se encaixa nesse quadro terrível que constatamos:



"Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz."



É a terceira constatação: Não existe nem nunca existiu, nesses últimos cem anos, o triunfo do Imaculado Coração de Maria. Ele virá, pois trata-se de uma afirmação da Mãe de Deus, mas só poderá vir mediante a realização de suas promessas, as quais estão ligadas necessariamente à uma devoção individual de reparação ao Imaculado Coração, e à consagração de uma determinada nação, a Rússia, ao mesmo Coração maternal.



A quarta constatação é o estado da humanidade e a gravidade desses eventos de Fátima, hoje lembrados de modo tão oportuno pela Cruzada do Imaculado Coração de Maria. Constatamos que o mundo apostasiou da fé. Constatamos que essa apostasia da fé deixou a humanidade à deriva: não há vida moral e não há mais vida religiosa, o Concílio Vaticano II tendo se incumbido de destruir a barreira espiritual que a Igreja antepunha às forças do mal. Os homens encontram-se sem esperança e já não sabem mais o que desejar. Perdeu-se a noção do bem e do mal; perdeu-se a clara distinção racional entre o certo e o errado; sobretudo, já não importa muito aos homens a escolha de um caminho seguro, o céu ou o inferno. Com isso, devemos constatar que a humanidade está preparada para o Anti-Cristo. Quando chegar esse homem do pecado, atrairá todos após si, com uma facilidade, com uma co-naturalidade impressionante. Todos o seguirão, como mostra de modo tão claro o Apocalipse. Nessa hora, é preciso estar armado com a única arma que poderá afastá-lo de nós, que poderá nos defender: o Rosário de Nossa Senhora. Ela disse: só ele poderá valer-nos, como só ela nos vale hoje para obter a paz. Aqueles que estiverem atentos, rezando, pedindo a consagração da Rússia e a intervenção da Virgem Maria, causarão a única frustração possivel para o Anti-Cristo. E ele não poderá nunca ser o mestre de todos os homens. Por causa desses apóstolos dos últimos tempos, o Anti-Cristo será derrotado pelo sopro da boca de Nosso Senhor. Sejamos seus apóstolos, rezemos o Terço na intenção dessa Cruzada, para que possamos ver o triunfo do Imaculado Coração de Maria.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Terço da Misericórdia Divina

Casa da Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia, onde nos anos 1933-1936

residiu Irmã Faustina e onde Jesus Cristo lhe ditou o terço da Misericórdia Divina. Vilna (Lituânia), Rua Grybo, 29.


"Oh! que grandes graças concederei às almas que recitarem esse Terço.

(...) Anota estas palavras, Minha filha, fala ao mundo da Minha misericórdia,

que toda a humanidade conheça a Minha insondável misericórdia. Este é o sinal para os últimos tempos; depois dele virá o dia da justiça. Enquanto é tempo, recorram à fonte da Minha misericórdia, tirem proveito do Sangue e da Àgua que jorraram para eles" (Diário, 848) .
"Recita, sem cessar, este Terço que te ensinei. Todo aquele que o recitar alcançará grande misericórdia na hora da sua morte. Os sacerdotes o recomendarão aos pecadores como a última tábua de salvação. Ainda que o pecador seja o mais endurecido, se recitar este Terço uma só vez, alcançará a graça da Minha infinita misericórdia" (Diário, 687).

A PROMESSA

DA MISERICÓRDIA PARA OS AGONIZANTES

"Pela recitação deste Terço agrada-Me dar tudo o que Me peçam. Quando os pecadores empedernidos o recitarem, encherei de paz as suas almas, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vir e reconhecer a gravidade dos seus pecados, quando se abrir diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não se desespere, mas antes se lance com confiança nos braços da Minha misericórdia, como uma criança no abraço da sua querida mãe. Essas almas têm prioridade no Meu Coração compassivo, elas têm primazia à Minha misericórdia. Diz que nenhuma alma que tenha invocado a Minha misericórdia se decepcionou ou experimentou vexame. Tenho predileção especial pela alma que confiou na Minha bondade. Escreve que, quando recitarem esse Terço junto aos agonizantes, Eu Me colocarei entre o Pai e a alma agonizante não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso" (Diário, 1541).

"Defendo toda alma que recitar esse terço na hora da morte, como se fosse a Minha própria glória (...) Quando recitam esse terço junto a um agonizante, aplaca-se

a ira de Deus, a misericórdia insondável envolve a alma" (Diário, 811).

Para ser rezado nas contas do terço. "No começo:

Pai nosso, que estais no céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres

e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por n6s, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do Céu e da Terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espirito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espirito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna Amém.

Nas contas de Pai Nosso, dirás as seguintes palavras:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados

e dos do mundo inteiro.

Nas contas de Ave Maria rezarás as seguintes palavras:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

No fim, rezarás três vezes estas palavras:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro”

(Diário, 476).


Jesus Cristo disse a Santa Irmã Faustina: "Desejo que essa misericórdia se derrame sobre o mundo todo pelo teu coração. Quem quer que se aproxime de ti, que não se afaste sem essa confiança na Minha misericórdia, que desejo tanto para as almas. Reza quanto puderes pelos agonizantes; pede para eles a confiança na Minha misericórdia, porque eles são os que mais necessitam de confiança e os que menos a têm" (Diário, 1777).

"Minha filha, ajuda-Me a salvar um pecador agonizante; reza por ele o Terço que te ensinei. Quando comecei a recitar este Terço, vi o agonizante em terríveis tormentos e lutas. Defendia-o o Anjo da Guarda, mas estava como que impotente diante da enormidade da miséria dessa alma. (...) No entanto, durante a recitação do Terço vi a Jesus da forma como está pintado na Imagem. Os raios que saíam do Coração de Jesus envolveram o enfermo, e as forças do mal fugiram em pânico. O enfermo exalou tranqüilamente o último suspiro" (Diário, 1565).

"Freqüentemente convivo com almas agonizantes, pedindo para elas a misericórdia

de Deus. Oh! como é grande a bondade de Deus, maior do que podemos compreender. Existem momentos e mistérios da misericórdia de Deus com que até os Céus se assombram. Que se calem os nossos juízos sobre as almas, porque é maravilhosa com elas a misericórdia de Deus" (Diário, 1684).

"Muitas vezes, faço companhia a almas agonizantes, e peço para elas confiança na misericórdia divina e suplico a Deus aquela grande abundância da graça de Deus que sempre vence. A misericórdia de Deus atinge às vezes o pecador no último instante, de maneira surpreendente e misteriosa. Exteriormente vemos como se tudo estivesse perdido, mas não é assim. A alma, iluminada pelo raio da forte graça de Deus extrema, dirige-se a Deus no último instante com tanta força de amor que imediatamente recebe de Deus [o perdão] das culpas e dos castigos, e exteriormente não nos dá nenhum sinal nem de arrependimento nem de contrição, visto que já não reage a coisas exteriores. Oh! quão inconcebível é a misericórdia de Deus. Mas oh! horror — existem também almas que voluntária e conscientemente afastam essa graça e a desprezam. Embora já em meio à própria agonia, Deus misericordioso dá à alma esse momento de luz interior com que, se a alma quiser, tem a possibilidade de voltar a Deus. Mas, muitas vezes, as almas têm tamanha dureza de coração que conscientemente escolhem o Inferno, anulam todas as orações que as outras almas fazem por elas a Deus, e até os próprios esforços de Deus..." (Diário, 1698).

"União com os agonizantes. Pedem-me orações, e posso rezar, pois admiravelmente

o Senhor está me dando um espírito de oração. Estou continuamente unida com Ele, sinto plenamente que vivo pelas almas, para conduzi-las à Vossa misericórdia, Senhor. Quanto a isso, nenhum sacrifício é pequeno demais" (Diário, 971).

"...O Senhor me deu a conhecer como deseja que a alma se distinga por atos de amor, e vi, em espírito, quantas almas clamam a nós: “Dai-nos Deus,” — e ferveu em mim o sangue apostólico. Não o pouparei, mas entregarei até a última gota pelas almas imortais, embora fisicamente talvez Deus não o exija, em espírito, posso fazê-lo, e não será menos meritório" (Diário, 1249).

Desejo percorrer o mundo todo e falar às almas da grande misericórdia de Deus.

SACERDOTES, AJUDAI-ME NISSO..." (Diário, 491).

"Diz aos Meus sacerdotes que os pecadores empedernidos se arrependerão diante das palavras deles, quando falarem da Minha insondável misericórdia, da compaixão que tenho para com eles no Meu Coração. Aos sacerdotes que proclamarem e glorificarem a Minha misericórdia darei um poder extraordinário, ungindo as suas palavras, e tocarei os corações daqueles a quem falarem" (Diário, 1521).


"Minha filha, olha para o abismo da Minha misericórdia e dá a esta misericórdia louvor e glória. Faz-o da seguinte maneira: reúne todos os pecadores do mundo inteiro e mergulha-os no abismo da Minha misericórdia" (Diário, 206).

"Penetra nos Meus mistérios e conhecerás o abismo da Minha misericórdia para com as criaturas e a Minha insondável bondade — e a darás a conhecer ao Mundo. Através da oração, serás medianeira entre a Terra e o Céu" (Diário, 438).

"PREPARARÁS O MUNDO PARA A MINHA ÚLTIMA VINDA" (Diário, 429).

"O Meu reino está sobre a Terra
a Minha Vida, na alma humana" (Diário, 1784).


A Santa Irmã Faustina: "Quando mergulhei em oração e me uni com todas as Santas Missas que, neste momento, estavam sendo celebradas no mundo inteiro, supliquei a Deus, por meio de todas essas Santas Missas, misericórdia para o mundo, especialmente para os pobres pecadores, que estivessem em agonia naquele momento. E, nesse instante, recebi interiormente a resposta divina interior de que mil almas receberam a graça por intermédio da oração que eu estava elevando a Deus. Não sabemos que número de almas vamos salvar com as nossas orações e sacrifícios; por isso rezemos sempre pelos pecadores" (Diário, 1783).

"Oh! como devemos rezar pelos agonizantes! Aproveitemos a misericórdia, enquanto é tempo de compaixão" (Diário, 1035).

"Ó vida cinzenta e monótona, quantos tesouros há em ti! Nenhuma hora se assemelha a outra, e por isso o enfado e a monotonia desaparecem quando olho para tudo com os olhos da fé. A graça que é destinada para mim nesta hora não se repetirá na hora seguinte. Ser-me-á dada ainda, mas já não será a mesma. O tempo passa e nunca volta. O que, porém, nele se encerra não mudará nunca, fica selado por todos os séculos" (Diário, 62).

O DOM DA ORAÇÃO

Em união espiritual com Santa Irmã Faustina, queremos estimular os devotos da Misericórdia Divina a praticar a oração individual ou a participar

da ORAÇÃO INCESSANTE DO TERÇO DA MISERICÓRDIA DIVINA

com a O doador da oração pode ser todo aquele que desejar envolver-se diariamente na oração da Comunidade dos Apóstolos de Jesus Misericordioso junto à Congregação das Irmãs de Jesus Misericordioso. Esperamos que dessa maneira cumpriremos o pedido de Jesus Cristo e contribuiremos para a confiante aceitação da graça da salvação pelos agonizantes nas nossas famílias e no mundo inteiro.

Pedimos que as declarações de oração na intenção dos agonizantes sejam enviadas ao endereço:

CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS DE JESUS MISERICORDIOSO

"...mas escreve-o para muitas almas que às vezes se preocupam por não possuírem bens materiais, para com elas praticar a misericórdia. No entanto, tem um mérito muito maior a misericórdia do espírito, para a qual não é preciso ter autorização nem armazém e que é acessível a todos. Se a alma nao praticar a misericórdia de um ou outro modo, nao alcançará a Minha misericórdia no dia do Juízo. Oh! se as almas soubessem armazenar os tesouros eternos, não seriam julgadas, antecipando o Meu julgamento com obras de misericórdia" (Diário, 1317).

(veja A virtude da misericórdia - pe. Sopocko)

INDULGÊNCIA PLENÁRIA

PELA RECITAÇÃO DO TERÇO DA MISERICÓRDIA DIVINA

Declaração da Administração da Penitenciária Apostólica de 12 de janeiro de 2002.

A indulgência plenária mediante as condições comuns (a saber, confissão sacramental, Comunhão Eucarística e oração nas intenções do Santo Padre) é concedida no território da Polônia ao fiel que com a alma inteiramente livre do apego a qualquer pecado recitar piedosamente o Terço da Misericórdia Divina numa igreja ou numa capela, diante do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no sacrário.

Se, no entanto, esses fiéis, por motivo de doença (ou outra justa razão) não puderem sair de casa, mas recitarem o Terço da Misericórdia Divina com confiança e com o desejo de misericórdia para si mesmos e com prontidão para demonstrá-la aos outros, mediante as condições comuns também alcançarão a indulgência plenária, observadas as prescrições quanto aos que “contam com obstáculos”, encerradas nas normas 24 e 25 da Relação de Indulgências (Enchiridii Indulgentiarum). Em outras circunstâncias, a indulgência será parcial. A presente autorização terá validade perpétua, revogadas quaisquer disposições contrárias.

O TERÇO DA DIVINA MISERICÓRDIA

O DIÁRIO de santa Irmã Faustina) Vilna, Lituânia "Na sexta-feira 13.09.1935.


A noite, quando me encontrava na minha cela, vi o Anjo executor da ira de Deus.

Estava vestido de branco, o rosto radiante e una nuven a seus pés. Da nuvem saíam trovoes e relâmpagos para as suas maos e delas só entao atingiam a Terra. Quando

vi esse sinal da ira de Deus, que deveria atingir a Terra, e especialmente um determinado lugar que nao posso mencionar por motivos bem compreensíveis, comecei a pedir ao Anjo que se detivesse por alguns momentos, pois o mundo faria penitencia. Mas o meu pedido de nada valeu perante a Cólera de Deus.

(...) Porém, nesse mesmo momento senti em mim a força da graça de Jesus que reside na minha alma; e, quando me veio a consciencia dessa graça, imediatamente fui arrebatada até o Trono de Deus.

(...) Comecei, entao, suplicar a Deus pelo Mundo com palavras ouvidas interiormente.

Quando assim rezava, vi a impossibilidade do Anjo em poder executar aquele justo castigo, merecido por causa dos pecados. Nunca tinha rezado com tanta forca interior como naquela ocasiao. As palavras com que suplicava a Deus eram as seguintes:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro; pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós.

No dia seguinte pela manha, quando entrei na nossa capela, ouvi interiormente estas palavras: Toda vez que entrares na capela, reza logo essa oraçao que te ensinei ontem. Quando rezei essa oraçao, ouvi na alma estas palavras: Essa oraçao serve para aplacar a Minha ira. Tu a recitarás por nove dias, por meio do Terço do Rosário da seguinte maneira: Primeiro dirás o PAI NOSSO, a AVE MARIA e o CREDO. Depois, nas contas de PAI NOSSO, dirás as seguintes palavras: Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro. Nas contas de AVE MARIA erzarás as seguintes palavras: Pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. No fim, rezarás rtes vezes estas palavras: Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro" (Diario, 474- 476).


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Urgência na divulgação da Mensagem de Fátima.


Santuário de Fátima



Há uma urgência iminente de divulgar a mensagem de Fátima, pois a Missa Tridentina é um dos triunfos do Imaculado Coração de Maria, também a Fonte de onde, há-de partir a paz para o mundo.
 Se todos os Cristãos rezassem o Rosário ou  simplesmente o terço,quantas Graças não haveria de descer do céu, e as guerras terminariam.
 As guerras são um castigo pelo pecado,muitos discordam desta afirmação, mas se existe pecado e não é feito reparação suficiente á Majestade Divina,por serem imensos cometidos na terra num dia, então a Justiça Divina actua.
 Temos,então cheias e tremores de terra e outras catástrofes.Quem sabe ler os sinais dos tempos, não hesita em afirmar tudo isto.
 Lutar pela Missa Tridentina, deve ser uma prioridade máxima,este tesouro imenso de Graças,ainda desconhecido de muitos fiéis jovens e adultos.
 Aos modernistas deixo uma mensagem, se querem que voltem o sagrado aos seus templos,existe uma solução para resolver esta crise e cito algumas:
 - A comunhão de joelhos e na boca;
 - Irradicação da comunhão na mão;
 - Voltar a colocar as rubricas de 1975;
 - Revisão da tradução do latim do missal romano;
 - Confissão e Comunhão Espiritual de joelhos;
 - Irradicação das modas indecentes nos templos;
 - Entre outras coisas.
Nunca será como a Santa Missa,mas mais Graças terão os fiéis que as frequentam,agora se Paulo VI, visse o que fizeram á sua missa, não ia gostar.
Deixou de ser uma missa moderna,para ser ecuménica,que tristeza!
 A outra prioridade é a consagração da Rússia ao Coração Imaculado de Maria,que nós sabemos que não foi consagrada, o mundo de hoje se nos revela a certeza dessa realidade. Os atentados de 11 de Setembro; o tsunami que afectou 14 países, referendos permitindo o aborto; o casamento de homossexuais; e os atentados da al-qhaeda,não deixam dúvidas,ainda não temos a paz,não foi conseguida na consagração de 1984,pelo Papa João Paulo II.
 Não podemos esquecer estas duas prioridades máximas,pois dependem delas a salvação das almas.RESUMINDO:
 Missa Tridentina; Consagração da Rússia; Rosário e muita fé.