A Bíblia ensina que tanto a sabedoria como o conhecimento não são dados por meios místicos (Pv 1; 1 Tm 4.10-16; 2 Tm 2.14; 3.14), e rejeita a idéia da Nova Era de que o chamado conhecimento "superior" é alcançado nos estados místicos de consciência. O conhecimento revelado de Deus e a verdade espiritual vêm do próprio Deus que é a Verdade, que "não pode mentir" (Jo 14.6; Tt 1.2), através de revelação divina verificável (2 Tm 3.16-17), e não por imitações espíritas que fornecem falsas informações (1 Tm 4.1; 1 Jo 4.1).
A Bíblia ensina uma moralidade absoluta baseada no caráter de Deus e na Sua Palavra revelada (1 Jo 1.5; 2.29; 3.4). Isso rejeita o ensinamento do Movimento da Nova Era de moralidade baseada na preferência pessoal, que pode levar a uma abordagem potencialmente destrutiva para a vida e ética pessoais.
Com respeito ao conhecimento de Deus, a Bíblia ensina que Deus é infinito (1 Rs 8.27; 1 Tm 6.15-16), pessoal (Is 43.10-13; 44.6-9), amoroso (1 Jo 4.8), santo e imutável (Sl 55.19; Ml 3.6; Hb 13.8; Tg 1.17). Por outro lado, o Movimento da Nova Era ensina que Deus é impessoal e, portanto, deve ser mencionado como sendo a "Força" dos filmes "Guerra nas Estrelas". O Deus do Movimento da Nova Era não pode amar, não é santo e não pode pensar, nem ter misericórdia. "Ele" (força impessoal) apenas existe.
A Bíblia ensina que Cristo tinha uma natureza especial como a única encarnação de Deus e Salvador do mundo (Jo 3.16,18; Fp 2.1-8; 1 Jo 2.2). Ele vai voltar visível e pessoalmente (Mt 24.29-39; At 1.11). A Bíblia rejeita o ensinamento do Movimento da Nova Era de que Jesus era apenas um mestre iluminado ou espírito-guia.
A Bíblia ensina que o pecado é real (1 Jo 1.8-10), que ele separa o indivíduo de Deus (Is 59.2; Ap 20.12-15), e que Cristo morreu para perdoar os pecados da humanidade (Jo 3.16; 1 Pe 2.24). Isso contrasta com o Movimento da Nova Era que ensina que o pecado é uma ilusão (ou simples ignorância da nossa perfeição) e que Cristo não morreu pelo pecado, mas apenas revelou o caminho para uma consciência superior.
Na Bíblia, a salvação ocorre quando o homem se arrepende e recebe pela fé a provisão de Cristo para o seu pecado. A salvação é um dom gratuito instantâneo, recebido pela graça através da fé na morte sacrificial de Jesus Cristo (Rm 11.6; Ef 2.8-9; Jo 6.47; 1 Jo 2.25; 5.13). Isso rejeita a idéia do Movimento da Nova Era de que a salvação ("iluminação") é um processo demorado de percepção da nossa própria divindade.
Para eles, a salvação não é um dom, sendo então obtida pelo esforço e mérito pessoais, como na meditação da ioga. A Bíblia ensina que o céu ou o inferno reais são o destino de todos os indivíduos depois desta vida (Mt 25.46; Fl 3.20-21; Hb 9.27; Ap 20.10-15; 21.1-22.5). Isso rejeita o ensino do Movimento da Nova Era da reencarnação através de um número infindável de vidas. Assim sendo, a Bíblia e o Movimento da Nova Era discordam em diversas crenças básicas sobre Deus, salvação e vida espiritual.
Site da Chamada da Meia Noite
(John Ankerberg e John Weldon)
Este blogue é tradicional e também fiel á verdadeira Religião Una, Católica, Apostólica, Romana e tem por objectivo a divulgação da Missa Tridentina em Portugal e no Brasil,e preservar a sua Doutrina original. Dedico este blog á Virgem Santíssima, ao Sagrado Coração de Jesus,a São José e as Almas do Purgatório,como reconhecimento e gratidão por me terem tirado do Paganismo. Evangelização Tradicional e Apostolado de Oração no Porto.
Jesus Crucified
Jesus Christ have mercy on us
Holy Tridentine Mass - Santa Missa Tridentina.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Os perigos da nova era.
Factos Sobre a Nova Era
1. As experiências místicas da Nova Era são, na verdade, armadilhas espirituais?
Existe hoje grande confusão na área dos fenômenos psíquicos, experiências místicas, e ocultismo. Todos eles são vistos como bons, progressistas e de origem divina; devendo, no futuro, fazer parte do aspecto natural e normal da evolução ou potencial humano. Essas são atividades tidas não só como "boas", mas também "seguras". No geral, as realidades danosas só são percebidas tarde demais, porque a nossa sociedade rejeita a idéia de poderes demoníacos que enganam deliberadamente sob um disfarce de "bondade".
As pessoas da Nova Era não têm idéia de que as suas novas práticas espirituais possam levá-las ao envolvimento com demônios. Por exemplo, Johanna Michaelsen acreditou que estava servindo a Deus e a Jesus trabalhando com um cirurgião mediúnico. No início, ela sentia grande alegria e paz mediante as práticas da Nova Era. Seu espírito-guia chegou a afirmar ser Jesus. No processo de se tornar cristã, ela descobriu, porém, que o espírito-guia a enganara deliberadamente e era um demônio. Ela relembra: "Raiva demoníaca assassina foi a reação do espírito à minha provável decisão de aceitar a Jesus Cristo de Nazaré como Ele é, em vez de como eu estava pensando que Ele fosse".[1]
Doreen Irvine compreendeu a mesma verdade. Como feiticeira praticante, que usava poderes psíquicos, ela cria que tais coisas simplesmente faziam parte do "potencial humano" de qualquer pessoa. Certo dia, descobriu que o verdadeiro poder vinha dos espíritos malignos. Percebeu enfim que eles habitavam realmente nela – algo que nunca imaginara. Ela observa: "Os demônios não me eram estranhos. Eu não os chamara muitas vezes para ajudar-me nos rituais de feitiçaria e satanismo? Agora, pela primeira vez, sabia que esses demônios estavam dentro de mim e não fora. Foi uma revelação espantosa... eles na verdade me controlavam".[2]
Finalmente, o médium Raphael Gasson disse que seus auxiliares espirituais tentaram matá-lo quando ele decidiu deixá-los e aceitar Jesus Cristo. Ele declara: "Como ex-ministro espiritualista e médium ativo, posso dizer que na época em que participei do Movimento, cria realmente que esses espíritos eram de mortos e que era meu dever pregar isso a todos com quem entrava diariamente em contato. Tinha o desejo sincero de fazer com que a humanidade aceitasse essa ‘verdade gloriosa’ e se alegrasse no conhecimento de que a morte não existe".[3] Todavia, Gasson continua, dizendo que seu próprio espírito-guia "tentou matar-me quando se tornou evidente que estava pronto a denunciar o espiritualismo".[4]
Com base nisso, podemos ver que, pelo menos inicialmente, o convertido à Nova Era pode desfrutar de inúmeras experiências excitantes e agradáveis. É isso que os espíritos desejam, pois isso leva as pessoas a se aprofundarem mais na filosofia e práticas da Nova Era. Mas, uma vez que o indivíduo foi realmente "fisgado", o quadro pode mudar drasticamente. O que os adeptos da Nova Era devem considerar é que eles próprios podem fazer parte de uma vigarice espiritual. Se um estelionatário for suficientemente hábil, a vítima pode entregar-lhe alegremente toda a sua poupança. Ela só descobre a sua perda quando já é tarde demais. Os membros da Nova Era entregam confiantes as suas mentes e corpos a seres espirituais que mal conhecem. Se esses espíritos forem demônios, quais serão as conseqüências lógicas, a seu ver?
2. A Bíblia diz alguma coisa sobre os ensinos e práticas do Movimento da Nova Era?
A Bíblia tem muito a dizer sobre as práticas e ensinamentos da Nova Era. Especificamente, a Bíblia ensina que o espiritismo e outras práticas ocultistas do Movimento da Nova Era desagradam a Deus, atraindo o Seu juízo. Por exemplo:
Êxodo 20.3,5 (comp. Sl 96.4) – "Não terás outros deuses diante de mim... Não [os] adorarás, nem lhes darás culto..."
Deuteronômio 18.10-12 (comp. 2 Cr 33.6) – "Não se achará entre ti... adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor..."
1 Coríntios 10.20 (comp. Sl 106.34-40) – "As cousas que eles sacrificam, é a demônios... e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios".
Em essência, nesses versículos, a Bíblia está condenando qualquer envolvimento com espíritos ou demônios.
Os ensinamentos panteístas do Movimento da Nova Era são rejeitados pelas Escrituras. A Bíblia ensina que o Deus infinito e eterno criou um Universo finito do nada (Gn 1.1; Ne 9.6; Sl 33.9; 148.5; Hb 11.3) e que esse é tanto real quanto bom (Gn 1.31). Deus não é "um" com o Universo (Is 45.18,22). Ele é separado e superior a ele.
1. As experiências místicas da Nova Era são, na verdade, armadilhas espirituais?
Existe hoje grande confusão na área dos fenômenos psíquicos, experiências místicas, e ocultismo. Todos eles são vistos como bons, progressistas e de origem divina; devendo, no futuro, fazer parte do aspecto natural e normal da evolução ou potencial humano. Essas são atividades tidas não só como "boas", mas também "seguras". No geral, as realidades danosas só são percebidas tarde demais, porque a nossa sociedade rejeita a idéia de poderes demoníacos que enganam deliberadamente sob um disfarce de "bondade".
As pessoas da Nova Era não têm idéia de que as suas novas práticas espirituais possam levá-las ao envolvimento com demônios. Por exemplo, Johanna Michaelsen acreditou que estava servindo a Deus e a Jesus trabalhando com um cirurgião mediúnico. No início, ela sentia grande alegria e paz mediante as práticas da Nova Era. Seu espírito-guia chegou a afirmar ser Jesus. No processo de se tornar cristã, ela descobriu, porém, que o espírito-guia a enganara deliberadamente e era um demônio. Ela relembra: "Raiva demoníaca assassina foi a reação do espírito à minha provável decisão de aceitar a Jesus Cristo de Nazaré como Ele é, em vez de como eu estava pensando que Ele fosse".[1]
Doreen Irvine compreendeu a mesma verdade. Como feiticeira praticante, que usava poderes psíquicos, ela cria que tais coisas simplesmente faziam parte do "potencial humano" de qualquer pessoa. Certo dia, descobriu que o verdadeiro poder vinha dos espíritos malignos. Percebeu enfim que eles habitavam realmente nela – algo que nunca imaginara. Ela observa: "Os demônios não me eram estranhos. Eu não os chamara muitas vezes para ajudar-me nos rituais de feitiçaria e satanismo? Agora, pela primeira vez, sabia que esses demônios estavam dentro de mim e não fora. Foi uma revelação espantosa... eles na verdade me controlavam".[2]
Com base nisso, podemos ver que, pelo menos inicialmente, o convertido à Nova Era pode desfrutar de inúmeras experiências excitantes e agradáveis. É isso que os espíritos desejam, pois isso leva as pessoas a se aprofundarem mais na filosofia e práticas da Nova Era. Mas, uma vez que o indivíduo foi realmente "fisgado", o quadro pode mudar drasticamente. O que os adeptos da Nova Era devem considerar é que eles próprios podem fazer parte de uma vigarice espiritual. Se um estelionatário for suficientemente hábil, a vítima pode entregar-lhe alegremente toda a sua poupança. Ela só descobre a sua perda quando já é tarde demais. Os membros da Nova Era entregam confiantes as suas mentes e corpos a seres espirituais que mal conhecem. Se esses espíritos forem demônios, quais serão as conseqüências lógicas, a seu ver?
2. A Bíblia diz alguma coisa sobre os ensinos e práticas do Movimento da Nova Era?
A Bíblia tem muito a dizer sobre as práticas e ensinamentos da Nova Era. Especificamente, a Bíblia ensina que o espiritismo e outras práticas ocultistas do Movimento da Nova Era desagradam a Deus, atraindo o Seu juízo. Por exemplo:
Êxodo 20.3,5 (comp. Sl 96.4) – "Não terás outros deuses diante de mim... Não [os] adorarás, nem lhes darás culto..."
Deuteronômio 18.10-12 (comp. 2 Cr 33.6) – "Não se achará entre ti... adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor..."
1 Coríntios 10.20 (comp. Sl 106.34-40) – "As cousas que eles sacrificam, é a demônios... e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios".
Em essência, nesses versículos, a Bíblia está condenando qualquer envolvimento com espíritos ou demônios.
Os ensinamentos panteístas do Movimento da Nova Era são rejeitados pelas Escrituras. A Bíblia ensina que o Deus infinito e eterno criou um Universo finito do nada (Gn 1.1; Ne 9.6; Sl 33.9; 148.5; Hb 11.3) e que esse é tanto real quanto bom (Gn 1.31). Deus não é "um" com o Universo (Is 45.18,22). Ele é separado e superior a ele.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Diga Não ao Carnaval.
O COSTUME E O PECADO
São João Crisóstomo na homilia “Sobre as prostituições” 2, PG 51, 210 diz algo que cabe muito bem aplicarmos a certos costumes, tais como o carnaval, que leva muitos para o caminho do pecado:
“Que não me diga alguém que é costume; onde o pecado ousa aparecer, não te lembres do costume, mas, se suspeitos os eventos, mesmo que sejam antigo costume, elimina-os; mas, se não forem frutos da malícia, mesmo que não sejam costumeiros, introduza-os e plante-os bem fundo.” (S. João Crisóstomo, Sobre as prostituições, 2)
Comentário: Muitos vêem o carnaval como a festa da alegria. Nós, dizem, os pagãos, somos gente tola, que rejeitam as coisas alegres da vida. Ora, meus irmãos, não é nada disso como pensam os pagãos; nós cristãos não repudiamos a alegria, sabemos que a alegria constitui, é claro, um anseio e uma expectativa de nossa santa e divina religião católica. Não, porém, a alegria mundana, essa que nos oferece o mundo, alegria sem relação com o Cristo e a sua Igreja. O apóstolo Paulo, concebendo a alegria, não falou sobre alegria simplesmente, mas acerca da alegria no Senhor, acerca da duradoura alegria que existe mesmo nas tristezas, a qual a união com o Cristo cria.
"Santo Agostinho chamava os divertimentos carnavalescos de sacramentos do demônio, porque, em vez de nos fazerem amigos de Deus, eles nos fazem amigos do demônio; em vez de nos darem a graça, dão-nos a desgraça; em vez de nos abrirem a porta do paraíso, escancaram a porta do inferno." (Cf. COLOMBO,Giovanni. Pensamentos sobre os Evangelhos e sobre as festas do Senhor e dos santos. Edições paulinas, 1960, p. 316)
“Como podem chamar-se divertimentos as bebedeiras, as noitadas, os bailes, e todas as variadas desonestidades com e sem máscara? “Não divertimentos – clama S. João Crisóstomo- mas sim pecados e delitos.”
Bem dizia os Padres antigos quando dissera que a barafunda do carnaval é uma invenção do diabo. E muitos dos que se chafurdam dentro dela são cristãos que, na prática ao menos, querem desbatizar-se. Quando eles foram levados à pia sagrada, o ministro de Deus lhes disse: “Renuncias ao demônio e às suas pompas?” “Renuncio”, foi respondido.
Mas eis que nestes dias muitíssimos católicos arrancam do seu coração as renúncias, se esquecem do batismo, e, tornado pagãos, lançam-se no culto dos sentidos e nas pompas demoníacas. Há alguns que argumentam assim: “Não acho nada de mal ir a certos bailes dançantes, aos bailes de máscaras....” Pobre gente!
Mister se faz dizer que ela perdeu o senso do bem e do mal. Lembrarei então um episódio contado por Tertuliano, mas que pode ensinar muitíssimo, mesmo nos nossos dias. Uma mulher ao entrar em certo ambiente para os divertimentos carnavalescos (saturnálias), foi invadida pelo demônio. Arrastada perante o Bispo, este exorcizando-a, forçou o espírito maligno a dizer por que ousara molestar aquela mulher, que era boa e religiosa. ‘Se fiz isto, respondeu o demônio, tinha o direito de fazê-lo. Invadi-a porque surprendi-a no que é meu.’ ” (De spect., c. 26; Cfr. Adaptado de: COLOMBO,Giovanni. Pensamentos sobre os Evangelhos e sobre as festas do Senhor e dos santos. Edições paulinas, 1960, p. 315-316)
ALEGRIA DA CIDADE DOS HOMENS
Daniel André
A gloriosa Cidade de Deus, a Igreja católica, prossegue em seu peregrinar através da impiedade e dos tempos, vivento cá embaixo, pela fé, e com paciência espera a verdadeira alegria na firmeza da mansão eterna.
Enquanto isso, esquecendo de seu destino eterno, os homens da cidade terrestre, imprudentes e sensuais, desprezando os bens eternos, se alegram com as proximidades de mais um carnaval, a maior festa popular do país. Como porcos que se chafurdam na lama, enlameam-se no gozo dos pecados. Diz bem São Jerônimo: "nada há mais infeliz do que a felicidade dos que pecam!" (Cf. Santo Antônio, Sermão, 1Pn 6ª)
De tal modo, as pessoas perdem o juízo, que não somente se tornam insensatas, mas se reduzem à condição dos brutos; agindo como irracionais, entregando-se as bebedeiras, drogas, violência e imoralidades, sem considerar o que é o bem e o mal, seguem unicamente o instinto das afeições sensuais, entregando-se ao que lisonjeia a carne, sem pensar no que perdem, nem na ruína eterna que os ameaça.
Pelos canais de televisão, a mesma droga é difundida nos lares. Mulheres nuas, imoralidades, sambas que exaltam os falsos deuses das religiões africanas, etc. Alguns canais, só para ganhar audiência e perder algumas almas, apostam em nudez e carnaval trash com travesti e gafes.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u369166.shtml
O melhor mesmo, para aqueles que pertencem a Cidade de Deus, é o recolhimento. É hora de preparar-se para a Quaresma, escondendo-se dos tumultos, em intimidade com Nosso Senhor Jesus Cristo, o Deus verdadeiro. Enquanto isso, a cidade terrestre cultuará seus deuses com sacrifícios e renúncias para badalar todas as noites até o raiar do dia, sem perder nada da festa, mas perdendo tudo nela. É a "religião" da cidade dos homens com sua trindade carnal: a concupiscencia da carne, dos olhos e a soberba da vida.
Dizia Santo Afonso, que quando o pecador, para satisfazer qualquer paixão, ofende a Deus, converte em sua divindade essa paixão, porque nela põe o seu último fim. Assim diz São Jerônimo: “Aquilo que alguém deseja, se o venera, é para ele um deus. Vício no coração é ídolo no altar.”
Por isso, carnaval é a festa dos ídolos. Ídolos da bebida, do sexo, das drogas, das infidelidades. São ídolos no altar. São falsos deuses no coração dos homens.
SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO E O CARNAVAL
“Por este amigo, a quem o Espírito Santo nos exorta a sermos fiéis no tempo da sua pobreza, podemos entender que é Jesus Cristo, que especialmente nestes dias de carnaval é deixado sozinho pelos homens ingratos e como que reduzido à extrema penúria. Se um só pecado, como dizem as Escrituras, já desonra a Deus, o injuria e o despreza, imagina quanto o divino Redentor deve ficar aflito neste tempo em que são cometidos milhares de pecados de toda a espécie, por toda a condição de pessoas, e quiçá por pessoas que lhe estão consagradas. Jesus Cristo não é mais suscetível de dor; mas, se ainda pudesse sofrer, havia de morrer nestes dias desgraçados e havia de morrer tantas vezes quantas são as ofensas que lhe são feitas.
É por isso que os santos, a fim de desagravarem o Senhor de tantos ultrajes, aplicavam-se no tempo de carnaval, de modo especial, ao recolhimento, à penitência, à oração, e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com o seu Bem-Amado. No tempo do carnaval, Santa Maria Madalena de Pazzi passava as noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o sangue de Jesus Cristo pelos pobres pecadores. O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas. São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias. São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e realizar exercícios de devoção. O mesmo praticava São Francisco de Sales, que, não contente com a vida mais recolhida que então levava, pregava ainda na igreja diante de um auditório numerosíssimo. Tendo conhecimento que algumas pessoas por ele dirigidas, que se relaxavam um pouco nos dias de carnaval, repreendia-as com brandura e exortava-as à comunhão frequente.
Numa palavra, todos os santos, porque amaram a Jesus Cristo, esforçaram-se por santificar o mais possível o tempo de carnaval. Meu irmão, se amas também este Redentor amabilíssimo, imita os santos. Se não podes fazer mais, procura ao menos ficar, mais do que em outros tempos, na presença de Jesus Sacramentado ou bem recolhido em tua casa, aos pés de Jesus crucificado, para chorar as muitas ofensas que lhe são feitas.
O meio para adquirires um tesouro imenso de méritos e obteres do céu as graças mais assinaladas, é seres fiel a Jesus Cristo em sua pobreza e fazer-lhe companhia neste tempo em que é mais abandonado pelo mundo. Como Jesus agradece e retribui as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas!” (LIGÓRIO, Afonso Maria de, Meditações).
O Carnaval ofende a Jesus Cristo. Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926). E Santa Margarida Maria de Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).
Durante o carnavalm, os santos desagravavam e consolavam o Coração de Jesus tão ofendido durante os dias que precedem a quaresma. Eles faziam penitência, rezavam com mais fervor e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com Nosso Senhor.
— Santa Maria Madalena de Pazzi passava noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o Sangue de Jesus Cristo pelo pobres pecadores.
— O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas.
— São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias.
— São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e exercícios de devoção.
— São Francisco de Sales exortava o povo a comungar com freqüência durante o carnaval, para consolar a Nosso Senhor.
— São Vicente de Paulo mandou que seus religiosos fizessem penitência durante o carnaval.
— Santa Margarida Maria de Alacoque sofria muito durante esse tempo.
— São Caetano de Thiene morreu de desgosto ao ver Nosso Senhor tão ofendido.
E você, católico, qual é o seu comportamento durante o carnaval? Você ofende a Jesus Cristo ou consola-O?
Se o carnaval fosse uma coisa boa, como muitos andam dizendo; será que os santos teriam agido dessa forma? Claro que não! O carnaval é do demônio, por isso, é preciso rezar e fazer penitência.
Num trecho de uma carta da falecida carmelita Lúcia, em 1940, ela escreveu:
(...) Nosso Senhor está descontente e amargurado com os pecados do mundo e com os de Portugal, ao queixar-se da falta de correspondência, vida pecaminosa do povo e em especial da tibieza, indiferença e vida demasiado cômoda que levam a maioria dos sacerdotes, religiosos e religiosas (...) Em reparação e súplica por si e pelas outras nações, Nosso Senhor deseja que em Portugal sejam abolidas as festas profanas nos dias de carnaval e substituídas por orações e sacrifícios com preces públicas pelas ruas”.
Imaginem só...
Se em 1940, Nosso Senhor já estava descontente com o carnaval lusitano, imaginem o que Ele pensa do carnaval carioca, baiano...
Fonte: http://advhaereses.blogspot.com/search/label/Carnaval.
Irmã Lúcia: que sejam abolidas as festas de Carnaval.
Carnaval na Paróquia
Eu consegui este trecho na Internet sobre uma carta da falecida carmelita Lúcia, em 1940, ao tratar um grave assunto ao Patriarca de Lisboa:
"Eminentíssimo Senhor Cardeal, Nosso Senhor está descontente e amargurado com os pecados do mundo e com os de Portugal, ao queixar-se da falta de correspondência, vida pecaminosa do povo e em especial da tibieza, indiferença e vida demasiado cômoda que levam a maioria dos sacerdotes, religiosos e religiosas (...)
Em reparação e súplica por si e pelas outras nações, Nosso Senhor deseja que em Portugal sejam abolidas as festas profanas nos dias de carnaval e substituídas por orações e sacrifícios com preces públicas pelas ruas”.
Mas hoje é o “tempo da graça”, como querem os hereges, e assim promovem carnaval no próprio lugar onde deveria ser de oração, bem distinto da mensagem de Fátima:
http://www.jpjornal.com.br/news.php?news_id=41749
Fonte:http://persona-non-grata-brasil.blogspot.com/
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Beata Alexandrina e os Sacerdotes.
Beata Alexandrina
Desde muito nova ― graças à educação altamente cristã recebida de sua mãe ― habituou-se a respeitá-los e a venerá-los como sendo a imagem visível de Cristo sobre a terra. Eis o que ela escreveu na sua “Autobiografia”:
« Lembro-me que tinha muito respeito pelos sacerdotes. Quando estava sentada à porta da rua, só ou com a minha irmã e primas, levantava-me sempre à sua passagem, e eles correspondiam tirando o chapéu, se era de longe, ou dando-me a bênção se passavam junto de mim. Observei algumas vezes que várias pessoas reparavam nisto e eu gostava e até chegava a sentar-me propositadamente para ter ocasião de me levantar no momento em que passavam por mim, só para ter o gosto de mostrar a minha dedicação e respeito pelos ministros do Senhor ».
Com o tempo e com o avançar da idade, estes sentimentos foram aumentando cada vez mais como o afirmaram os sacerdotes que foram seus directores espirituais, assim como aqueles sacerdotes que a visitavam.
Um destes sacerdotes, o Padre Payère, da diocese de Versalhes, em França, que a visitou em Dezembro de 1945, deixou dela este belo testemunho:
« Pareceu-me uma belíssima alma, completamente unida a Deus, uma hóstia pura, silenciosa e alegre no seu sofrimento profundo que exigem os pecados do mundo, em estreita união com Aquele que é por excelência o Cordeiro de Deus. Alexandrina é também o cordeiro de Deus que expia pelos pecados do mundo ».
E mais adiante diz ainda:
« O seu olhar e o seu sorriso estão cheios de bondade, de simplicidade e de caridade suave ; e portanto ela sofre muito ».
No momento em que se compilam as cartas por ela escritas ao seu primeiro Director espiritual ― o Padre Mariano Pinho, SJ ― pensei que seria bom ― para ilustrar este humilde trabalho ― transcrever uma delas que tem justamente por objecto a salvação de um sacerdote de Lisboa.
Este sacerdote não levava boa vida... Mas leiamos a carta:
« Balasar, 17 se setembro de 1938
Viva Jesus!
Meu Paizinho,
A minha alma sofre, e sofre muito. Parece-me que não há luz que possa alumiar tal escuridão. Perdi-me no mar; não tenho ninguém por mim: tudo me abandonou. Eu não quero bem a pessoa nenhuma: é o que eu sinto. Ontem [1] queria pôr termo ao meu viver, custasse o que custasse. Deitar-me a afogar, meter a cabeça debaixo do comboio, enfim, figurava-se-me que é insuportável o meu viver. Queria escrever ao meu Paizinho mas estava tão desanimada e com tão poucas forças para o fazer que nem sabia como resolver este caso. Porém hoje vejo-me obrigada a fazê-lo. Para mais depressa chegar às mãos do meu Paizinho, vou mandá-la a Gondifelos. Se ela voasse até aí!
Eu vou dizer ao meu Paizinho o que se passou. Mas o nome só o digo no fim da carta, escrito por mim.
Hoje o Sr. Abade, antes de ir para Arcos para as confissões, trouxe-me Nosso Senhor. No fim de o receber figurava-se-me que tinha a minha alma morta. Estava num abismo tão medonho! Numas trevas tão intensas! Estava tão assustada, tinha medo de Nosso Senhor. Estive assim assustadíssima um bom pedaço. A Deolinda, como de costume, deu graças comigo. Nem sei o que ela rezava. Depois principiei a sentir paz, uma luzinha a iluminar-me a alma e principiei a perder o medo. Ouvi que Nosso Senhor me falava assim:
― Anda, minha pombinha inocente, ao teu Amor, ao teu Jesus, ao teu esposo. Anda, não temas, não te assustes. Este estado não é teu. És vítima. Se soubesses quanto sofro por ver assim sofrer a minha espozinha! Mas olha: Trata-se da alma do Padre.... Viste noutro dia aquela primeira alma que o demónio mais força fazia para arrastar? Era a dele. As outras eram da tua freguesia. Chegou a hora da vingança. Não o posso suportar mais. Que vida tão medonha, não nojenta: tão cheia de impureza. Tanta Missa sacrílega. Não o posso suportar mais. Vou condená-lo ao inferno.
E eu disse:
― Ó meu Jesus, se tendes no meu corpo ou na minha alma alguma coisa que Vos possa servir para eu lhe valer, não me poupeis a mim e poupai-o a ele às penas eternas. É uma alma, meu Jesus. Eu sou a vossa vítima. Eu não quero que crime nenhum do mundo vá ferir o Vosso santíssimo e amabilíssimo Coração.
― Ó louquinha de Jesus e das almas, como te não posso negar nada, sofrê-lo-ei um mês. Sofrerás horrivelmente. Manda vir o teu Paizinho, combinai o que haveis de fazer. Conformo-me com tudo o que vós fizerdes. Convida-o por escrito à penitência. Não temas, não te assustes, sou o teu Jesus.
E tomou-me toda para si, fazendo-me breves carícias.
Meu Paizinho, que fazer a isto? Eu estou aflitíssima. O meu coração está agitado, nem me deixa respirar. Estou cheínha de medo. O demónio parece que me quer tragar. Diz-me com nomes feios que julgo dum inocente o que eu sou e o que o meu Paizinho é.
Lembranças da minha mãe e da Deolinda.
Abençoe a pobre Alexandrina.
(Depois, por mão dela):
Ai, meu Paizinho, eu estou tão cheia de medo, tenha pena de mim. É o Senhor Padre........... (O Padre Pinho riscou o nome) ».
Para que este sacerdote seja salvo, a Beata Alexandrina “sofreu horrivelmente”, como Jesus lhe tinha dito, mas a vitória foi também extraordinária!
Quando o Padre Mariano Pinho recebeu esta carta que muito o interpelou, escreveu para Lisboa a uma das suas numerosas dirigidas ― Superiora dum convento ― e pediu-lhe que se informasse junto do Senhor Cardeal Patriarca se algum dos sacerdotes da diocese de Lisboa lhe causava dissabores, sem todavia revelar o nome que a Beata Alexandrina lhe tinha indicado.
Sublinhemos que, Alexandrina habitando Balasar e nunca tendo ido a Lisboa, não podia conhecer o tal sacerdote, e que este nunca veio a Balasar.
A resposta veio breve e, coisa extraordinária, não só ela era afirmativa, mas o nome do “desgarrado” era o mesmo que indicara a “doentinha de Balasar”. O Padre Pinho deixou de duvidar e permitiu à Alexandrina de aceitar a proposta do Senhor, quer dizer: “sofrer horrivelmente” para que a alma deste sacerdote não caísse no inferno.
Mais tarde, a boa notícia chegou:
O dito sacerdote foi a Fátima ― vestido civilmente ― participou a um retiro espiritual e no fim deste pediu para se confessar. Depois de ter pedido sinceramente perdão a Deus pelas suas faltas e de ter revelado a sua verdadeira identidade, faleceu serenamente no Senhor.
A Beata Alexandrina não tirou disso glória pessoal, claro está, mas sentiu a alegria de ter sido o instrumento, nas mãos de Deus, para que tal milagre se produzisse.
Aqui fica pois um exemplo concreto daquilo que na Igreja se chama a “comunhão dos santos”, assim como a demonstração do valor impetratório da nossa querida Alexandrina.
Se durante a sua vida mortal o Senhor lhe acordava tais dons, que será agora, agora que ela vive na Mansão celeste junto do Esposo que ela tanto amou e ama agora mais ainda?
Neste momento tão crítico ― não quero ser pessimista ― em que a Igreja Católica sofre por falta de vocações sacerdotais e religiosas, porquê não organizar uma “cadeia de orações” para pedir a Deus, por intermédio da Beata Alexandrina o aumento das vocações sacerdotais e religiosas?
Não esqueçamos que a Alexandrina “é o Canal por onde Jesus quer fazer passar as suas graças” e todos, de um só coração rezemos nesse sentido, não esquecendo a materna solicitude da Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, que a “doentinha de Balasar” tanto amava: a sua querida “Mãezinha”.
Convido todos vós a lerem as “Cartas da Alexandrina ao Padre Mariano Pinho”, 1933 a 1937 ― as outras seguirão em breve ―, já em linha no Sítio Oficial:
Afonso Rocha
[1] Compreenda-se bem o significado deste “queria”: não há aí nada de deliberado: era sugestão do demónio. (Nota do Padre Mariano Pinho).
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
João Paulo II proibia a comunhão na mão
Do sermão pronunciado na Igreja do Santíssimo Nome de Maria, da diocese de Roma pelo Papa João Paulo II em 1 de Março de 1989
….”Uma vez mais eu vos advirto da proibição da Comunhão na mão aqui na minha diocese.
Eu não revoguei o que um dos meus predecessores disse acerca disso…ora o que sucede sob a vossa responsabilidade, meus queridos bispos de outras dioceses peço-vos que reconheçais a tempo quanto estais equivocados no vosso caminho. Mas, aqui, só permitirei a COMUNHÂO NA LINGUA E DE JOELHOS. Qualquer outra coisa importada e estendida por estranhos ou estrangeiros está proibida. Afirmo-vos isto como vosso Bispo”.
(João Paulo II)
….”Uma vez mais eu vos advirto da proibição da Comunhão na mão aqui na minha diocese.
Eu não revoguei o que um dos meus predecessores disse acerca disso…ora o que sucede sob a vossa responsabilidade, meus queridos bispos de outras dioceses peço-vos que reconheçais a tempo quanto estais equivocados no vosso caminho. Mas, aqui, só permitirei a COMUNHÂO NA LINGUA E DE JOELHOS. Qualquer outra coisa importada e estendida por estranhos ou estrangeiros está proibida. Afirmo-vos isto como vosso Bispo”.
(João Paulo II)
Publicado por uma amiga minha.
Carnaval ? o que dizem os santos…
“Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares”. (Efésios 6,11-12)
Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).
Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).
São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.
O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.
Santa Catarina de Sena, referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”
São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.
Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles os trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer, por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis, contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Ah! Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).
Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6 h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado…” (Carta 162).
“Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós”. (I Pedro 5, 8-9)
“Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever”. (Efésios 6, 13).
“Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos”. (Efésios 6,18).
Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).
Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).
São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.
O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.
Santa Catarina de Sena, referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”
São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.
Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles os trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer, por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis, contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Ah! Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).
Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6 h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado…” (Carta 162).
“Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós”. (I Pedro 5, 8-9)
“Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever”. (Efésios 6, 13).
“Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos”. (Efésios 6,18).
Porquê a Consagração da Rússia ao Coração Imaculado de Maria ?
Dom Lourenço Fleichman OSB
Ao iniciarmos a Cruzada do Imaculado Coração de Maria, atendendo ao chamado de Dom Bernard Fellay, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, convém procurarmos entender as razões profundas que levaram a Fraternidade a convocar os católicos para tal empresa. Se nossa conversa na saída da missa dominical ou nos salões modernos das listas e blogs se ativer a comentários superficiais, como seria falar da quantidade de terços propostos ou das reais possibilidades do episcopado mundial aceitar realizar tal ato, nós mesmos estaremos fugindo ao essencial. A meu ver o que mais importa nessa hora é analisarmos a questão da Rússia e de sua conversão, pois só assim podemos entender o que significa consagrar essa nação ao Imaculado Coração de Maria.
Para isso proponho abrirmos juntos, como fiz no domingo do Bom Pastor, a 4ª Memória da Irmã Lúcia, para renovarmos nossa lembrança sobre os gravíssimos acontecimentos da Cova da Iria. Fátima é um acontecimento sumamente politico, envolve de modo crucial a vida política dos homens, ou seja, seu modo de viver a vida natural, a paz entre os povos, a guerra e suas consequências. Porém, longe de ser uma análise humana dessas realidades, a Virgem Maria afirma de modo categórico o laço essencial entre o natural e o espiritual, entre a vida da terra e a vida do céu, deixando aos homens, sem gota de sentimentalismos, a única opção verdadeira e fatal: a escolha entre o bem e o mal. A escolha entre a virtude e o pecado. A escolha entre o céu e o inferno. De modo bem diferente dos tempos modernos, imbuído da sua psicologia das paixões ou da sua pedagogia amolecida, Nossa Senhora, como boa Mãe, entende que deve alertar e formar a humanidade através de três criancinhas ignorantes do interior de Portugal. Nessa formação misturam-se de modo impressionante elementos místicos e elementos políticos. Nunca mais seria possível aos homens pretender, sem mentir, que a vida política não se mistura com a Religião. Depois de Fátima fica estabelecida a necessidade premente de uma escolha: ou os homens se convertem e abraçam a fé, ou apostasiam renegando para sempre a Cristo e a sua Igreja. E eles escolheram a perdição.
Na curta passagem das Memórias da Irmã Lúcia que mencionei acima, estão presentes em íntima conexão os seguintes elementos:
- O Imaculado Coração de Maria, desde o início colocado como o pivô de tudo.
- O Terço de Nossa Senhora apresentado como único meio de se conseguir a paz no mundo. Não uma paz qualquer, mas a paz política.
- A visão do inferno e sua relação com o Imaculado Coração de Maria e com a guerra.
- A solução do problema da humanidade: devoção dos primeiros sábados e a consagração da Rússia ao Imaculado Coração.
Vamos ao texto da Irmã Lúcia:
No dia 13 de junho de 1917, na segunda aparição, Nossa Senhora revela para as crianças algo de extraordinário. Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Imaculado Coração de Maria e quer servir-se da pequena Lúcia para isso. Esse Coração será o refúgio e o caminho que a conduzirá a Deus. E a Virgem Maria mostra às crianças o seu Coração:
"Foi no momento em que disse estas últimas palavras, que abriu as mãos e nos comunicou, pela segunda vez, o reflexo dessa luz imensa. A frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um coração cercado de espinhos, que parecia estarem-lhe cravados. Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade, que queria reparação".
Foi assim revelado pela primeira vez, diretamente do céu, o amor Maternal da Virgem Maria, como no século XVII fora revelado o Sagrado Coração de Jesus. Se, naquela ocasião, a presença das heresias do Jansenismo e do Protestantismo pedia uma compreensão, por meio da piedade do povo cristão, do amor humano e divino de Jesus, agora Deus envia sua própria Mãe para mostrar um Coração ultrajado pelos pecados da humanidade. Coisa dura de se ver, a tristeza de um Coração ofendido e que sabe para onde vão seus filhos pecadores. Nossa Senhora vai ensinar às crianças a se sacrificarem e a fazerem reparação pelos pecados.
Estamos agora em 13 de julho, a mais importante das aparições. Os pecados de que trata a Virgem Maria são os pecados que provocam as guerras:
"Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem; que continuem a rezar o Terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.
E continuou: “Sacrificai-vos pelos pecadores, e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria.”
Eis, então, o único meio de se obter a paz no mundo: a oração do Terço, a vida espiritual em torno do Coração de Maria. Só ela nos pode valer. Isso significa que de nada adianta os grandes deste mundo se reunirem para decidir sobre o futuro da economia ou das guerras; de nada adianta os pequenos desse mundo fazerem passeatas pela paz, vestidos de branco. Só a Mãe de Deus pode nos valer nesse sentido. E como os homens se recusam a rezar e a obedecer a Deus, vão levando a humanidade à perdição e ao inferno. Em seguida, Nossa Senhora lhes ensina uma oração de sacrificio e reparação. Sem se ater nem por um instante às preocupações superficiais e sentimentais da pedagogia moderna, a Mãe do Céu quer seus menores filhos prontos para o sacrifício e para este ato espiritual muito particular da reparação. Os pastorinhos já tinham sido alertados pelo Anjo de Portugal, em 1916, de que haveriam muito o que sofrer. Eis a oração: "Ó Jesus, é por vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria."
Uma vez ensinada a oração de reparação, Nossa Senhora vai mostrar às criancinhas a consequência de tantos pecados. E mostra-lhes o inferno, naquela descrição tocante e sincera de uma criança de 10 anos:
"Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados. O reflexo pareceu penetrar a terra, e vimos como que um mar de fogo. Mergulhados nesse fogo, os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das fagulhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa. Assustados e como que a pedir socorro, levantamos a vista para Nossa Senhora, que nos disse, com bondade e tristeza: “Vistes o Inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração."
A Virgem Maria não diz, mas poderíamos acrescentar sem ferir o sentido desses acontecimentos: elas estavam prontas para se sacrificar e para reparar, de modo a evitar que tantas almas caissem naquele poço de horror. A lição estava dada e irmã Lúcia vai viver o resto de sua vida para realizá-la. Mas Nossa Senhora queria lhes falar ainda das coisas políticas e suas consquências. Por isso ela acrescenta:
"Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI, começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre."
Eis a primeira constatação: os homens não fizeram o que ela disse às crianças. As almas caem no inferno e o mundo não vive na paz. A guerra terminou e recomeçou em 1939, nos últimos dias de Pio XI, como profetizou o céu. A humanidade apóstata está sendo castigada e não deseja penitência. Todo o esforço da Mãe de Deus tornou-se inútil, até aqui. No entanto, a Virgem Maria tinha dado o remédio para o mal do mundo:
"Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração, e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá, e terão paz. Se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas."
É possível dizer que algum papa tenha feito essa consagração? De fato, houve duas tentativas: Pio XII fez sozinho uma consagração, o que não correspondia ao que irmã Lúcia dava como detalhe desse pedido de consagração, pois Nossa Senhora queria que todo o Episcopado estivesse unido. Já João Paulo II pretendeu unir o episcopado, mas não fez uma consagração da Russia em especial, contra o comunismo. Por isso devemos afirmar que a consagração pedida por Nossa Senhora nunca foi realizada. A segunda constatação é que a Rússia espalhou seus erros pelo mundo, aniquilando muitas nações e martirizando muitos homens de bem. O fato de ter-se quebrado o império soviético não significa que o comunismo tenha desaparecido. Os homens já não precisam mais de exércitos para obrigá-los a serem inimigos de Deus. A revolução cultural e religiosa já se espalhou por toda a terra, e os homens vivem em constante guerra e apostasia da fé.
Daí vem a necessidade extrema de se rezar pedindo a graça dessa consagração. O que está em jogo é o futuro da humanidade, se ainda restar algum tempo para que os homens sobrevivam na terra, e sobretudo, está em jogo a vida eterna, que só pode ser conquistada se o homem servir a Deus na sua vida. A promessa feita por Nossa Senhora se encaixa nesse quadro terrível que constatamos:
"Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz."
É a terceira constatação: Não existe nem nunca existiu, nesses últimos cem anos, o triunfo do Imaculado Coração de Maria. Ele virá, pois trata-se de uma afirmação da Mãe de Deus, mas só poderá vir mediante a realização de suas promessas, as quais estão ligadas necessariamente à uma devoção individual de reparação ao Imaculado Coração, e à consagração de uma determinada nação, a Rússia, ao mesmo Coração maternal.
A quarta constatação é o estado da humanidade e a gravidade desses eventos de Fátima, hoje lembrados de modo tão oportuno pela Cruzada do Imaculado Coração de Maria. Constatamos que o mundo apostasiou da fé. Constatamos que essa apostasia da fé deixou a humanidade à deriva: não há vida moral e não há mais vida religiosa, o Concílio Vaticano II tendo se incumbido de destruir a barreira espiritual que a Igreja antepunha às forças do mal. Os homens encontram-se sem esperança e já não sabem mais o que desejar. Perdeu-se a noção do bem e do mal; perdeu-se a clara distinção racional entre o certo e o errado; sobretudo, já não importa muito aos homens a escolha de um caminho seguro, o céu ou o inferno. Com isso, devemos constatar que a humanidade está preparada para o Anti-Cristo. Quando chegar esse homem do pecado, atrairá todos após si, com uma facilidade, com uma co-naturalidade impressionante. Todos o seguirão, como mostra de modo tão claro o Apocalipse. Nessa hora, é preciso estar armado com a única arma que poderá afastá-lo de nós, que poderá nos defender: o Rosário de Nossa Senhora. Ela disse: só ele poderá valer-nos, como só ela nos vale hoje para obter a paz. Aqueles que estiverem atentos, rezando, pedindo a consagração da Rússia e a intervenção da Virgem Maria, causarão a única frustração possivel para o Anti-Cristo. E ele não poderá nunca ser o mestre de todos os homens. Por causa desses apóstolos dos últimos tempos, o Anti-Cristo será derrotado pelo sopro da boca de Nosso Senhor. Sejamos seus apóstolos, rezemos o Terço na intenção dessa Cruzada, para que possamos ver o triunfo do Imaculado Coração de Maria.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Terço da Misericórdia Divina
Casa da Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia, onde nos anos 1933-1936
residiu Irmã Faustina e onde Jesus Cristo lhe ditou o terço da Misericórdia Divina. Vilna (Lituânia), Rua Grybo, 29.
"Oh! que grandes graças concederei às almas que recitarem esse Terço.
(...) Anota estas palavras, Minha filha, fala ao mundo da Minha misericórdia,
que toda a humanidade conheça a Minha insondável misericórdia. Este é o sinal para os últimos tempos; depois dele virá o dia da justiça. Enquanto é tempo, recorram à fonte da Minha misericórdia, tirem proveito do Sangue e da Àgua que jorraram para eles" (Diário, 848) .
"Recita, sem cessar, este Terço que te ensinei. Todo aquele que o recitar alcançará grande misericórdia na hora da sua morte. Os sacerdotes o recomendarão aos pecadores como a última tábua de salvação. Ainda que o pecador seja o mais endurecido, se recitar este Terço uma só vez, alcançará a graça da Minha infinita misericórdia" (Diário, 687).
A PROMESSA
DA MISERICÓRDIA PARA OS AGONIZANTES
"Pela recitação deste Terço agrada-Me dar tudo o que Me peçam. Quando os pecadores empedernidos o recitarem, encherei de paz as suas almas, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vir e reconhecer a gravidade dos seus pecados, quando se abrir diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não se desespere, mas antes se lance com confiança nos braços da Minha misericórdia, como uma criança no abraço da sua querida mãe. Essas almas têm prioridade no Meu Coração compassivo, elas têm primazia à Minha misericórdia. Diz que nenhuma alma que tenha invocado a Minha misericórdia se decepcionou ou experimentou vexame. Tenho predileção especial pela alma que confiou na Minha bondade. Escreve que, quando recitarem esse Terço junto aos agonizantes, Eu Me colocarei entre o Pai e a alma agonizante não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso" (Diário, 1541).
"Defendo toda alma que recitar esse terço na hora da morte, como se fosse a Minha própria glória (...) Quando recitam esse terço junto a um agonizante, aplaca-se
a ira de Deus, a misericórdia insondável envolve a alma" (Diário, 811).
Para ser rezado nas contas do terço. "No começo:
Pai nosso, que estais no céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres
e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por n6s, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do Céu e da Terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espirito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espirito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna Amém.
Nas contas de Pai Nosso, dirás as seguintes palavras:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados
e dos do mundo inteiro.
Nas contas de Ave Maria rezarás as seguintes palavras:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.
No fim, rezarás três vezes estas palavras:
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro”
(Diário, 476).
Jesus Cristo disse a Santa Irmã Faustina: "Desejo que essa misericórdia se derrame sobre o mundo todo pelo teu coração. Quem quer que se aproxime de ti, que não se afaste sem essa confiança na Minha misericórdia, que desejo tanto para as almas. Reza quanto puderes pelos agonizantes; pede para eles a confiança na Minha misericórdia, porque eles são os que mais necessitam de confiança e os que menos a têm" (Diário, 1777).
"Minha filha, ajuda-Me a salvar um pecador agonizante; reza por ele o Terço que te ensinei. Quando comecei a recitar este Terço, vi o agonizante em terríveis tormentos e lutas. Defendia-o o Anjo da Guarda, mas estava como que impotente diante da enormidade da miséria dessa alma. (...) No entanto, durante a recitação do Terço vi a Jesus da forma como está pintado na Imagem. Os raios que saíam do Coração de Jesus envolveram o enfermo, e as forças do mal fugiram em pânico. O enfermo exalou tranqüilamente o último suspiro" (Diário, 1565).
"Freqüentemente convivo com almas agonizantes, pedindo para elas a misericórdia
de Deus. Oh! como é grande a bondade de Deus, maior do que podemos compreender. Existem momentos e mistérios da misericórdia de Deus com que até os Céus se assombram. Que se calem os nossos juízos sobre as almas, porque é maravilhosa com elas a misericórdia de Deus" (Diário, 1684).
"Muitas vezes, faço companhia a almas agonizantes, e peço para elas confiança na misericórdia divina e suplico a Deus aquela grande abundância da graça de Deus que sempre vence. A misericórdia de Deus atinge às vezes o pecador no último instante, de maneira surpreendente e misteriosa. Exteriormente vemos como se tudo estivesse perdido, mas não é assim. A alma, iluminada pelo raio da forte graça de Deus extrema, dirige-se a Deus no último instante com tanta força de amor que imediatamente recebe de Deus [o perdão] das culpas e dos castigos, e exteriormente não nos dá nenhum sinal nem de arrependimento nem de contrição, visto que já não reage a coisas exteriores. Oh! quão inconcebível é a misericórdia de Deus. Mas oh! horror — existem também almas que voluntária e conscientemente afastam essa graça e a desprezam. Embora já em meio à própria agonia, Deus misericordioso dá à alma esse momento de luz interior com que, se a alma quiser, tem a possibilidade de voltar a Deus. Mas, muitas vezes, as almas têm tamanha dureza de coração que conscientemente escolhem o Inferno, anulam todas as orações que as outras almas fazem por elas a Deus, e até os próprios esforços de Deus..." (Diário, 1698).
"União com os agonizantes. Pedem-me orações, e posso rezar, pois admiravelmente
o Senhor está me dando um espírito de oração. Estou continuamente unida com Ele, sinto plenamente que vivo pelas almas, para conduzi-las à Vossa misericórdia, Senhor. Quanto a isso, nenhum sacrifício é pequeno demais" (Diário, 971).
"...O Senhor me deu a conhecer como deseja que a alma se distinga por atos de amor, e vi, em espírito, quantas almas clamam a nós: “Dai-nos Deus,” — e ferveu em mim o sangue apostólico. Não o pouparei, mas entregarei até a última gota pelas almas imortais, embora fisicamente talvez Deus não o exija, em espírito, posso fazê-lo, e não será menos meritório" (Diário, 1249).
Desejo percorrer o mundo todo e falar às almas da grande misericórdia de Deus.
SACERDOTES, AJUDAI-ME NISSO..." (Diário, 491).
"Diz aos Meus sacerdotes que os pecadores empedernidos se arrependerão diante das palavras deles, quando falarem da Minha insondável misericórdia, da compaixão que tenho para com eles no Meu Coração. Aos sacerdotes que proclamarem e glorificarem a Minha misericórdia darei um poder extraordinário, ungindo as suas palavras, e tocarei os corações daqueles a quem falarem" (Diário, 1521).
"Minha filha, olha para o abismo da Minha misericórdia e dá a esta misericórdia louvor e glória. Faz-o da seguinte maneira: reúne todos os pecadores do mundo inteiro e mergulha-os no abismo da Minha misericórdia" (Diário, 206).
"Penetra nos Meus mistérios e conhecerás o abismo da Minha misericórdia para com as criaturas e a Minha insondável bondade — e a darás a conhecer ao Mundo. Através da oração, serás medianeira entre a Terra e o Céu" (Diário, 438).
"PREPARARÁS O MUNDO PARA A MINHA ÚLTIMA VINDA" (Diário, 429).
"O Meu reino está sobre a Terra
a Minha Vida, na alma humana" (Diário, 1784).
A Santa Irmã Faustina: "Quando mergulhei em oração e me uni com todas as Santas Missas que, neste momento, estavam sendo celebradas no mundo inteiro, supliquei a Deus, por meio de todas essas Santas Missas, misericórdia para o mundo, especialmente para os pobres pecadores, que estivessem em agonia naquele momento. E, nesse instante, recebi interiormente a resposta divina interior de que mil almas receberam a graça por intermédio da oração que eu estava elevando a Deus. Não sabemos que número de almas vamos salvar com as nossas orações e sacrifícios; por isso rezemos sempre pelos pecadores" (Diário, 1783).
"Oh! como devemos rezar pelos agonizantes! Aproveitemos a misericórdia, enquanto é tempo de compaixão" (Diário, 1035).
"Ó vida cinzenta e monótona, quantos tesouros há em ti! Nenhuma hora se assemelha a outra, e por isso o enfado e a monotonia desaparecem quando olho para tudo com os olhos da fé. A graça que é destinada para mim nesta hora não se repetirá na hora seguinte. Ser-me-á dada ainda, mas já não será a mesma. O tempo passa e nunca volta. O que, porém, nele se encerra não mudará nunca, fica selado por todos os séculos" (Diário, 62).
O DOM DA ORAÇÃO
Em união espiritual com Santa Irmã Faustina, queremos estimular os devotos da Misericórdia Divina a praticar a oração individual ou a participar
da ORAÇÃO INCESSANTE DO TERÇO DA MISERICÓRDIA DIVINA
com a O doador da oração pode ser todo aquele que desejar envolver-se diariamente na oração da Comunidade dos Apóstolos de Jesus Misericordioso junto à Congregação das Irmãs de Jesus Misericordioso. Esperamos que dessa maneira cumpriremos o pedido de Jesus Cristo e contribuiremos para a confiante aceitação da graça da salvação pelos agonizantes nas nossas famílias e no mundo inteiro.
Pedimos que as declarações de oração na intenção dos agonizantes sejam enviadas ao endereço:
CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS DE JESUS MISERICORDIOSO
"...mas escreve-o para muitas almas que às vezes se preocupam por não possuírem bens materiais, para com elas praticar a misericórdia. No entanto, tem um mérito muito maior a misericórdia do espírito, para a qual não é preciso ter autorização nem armazém e que é acessível a todos. Se a alma nao praticar a misericórdia de um ou outro modo, nao alcançará a Minha misericórdia no dia do Juízo. Oh! se as almas soubessem armazenar os tesouros eternos, não seriam julgadas, antecipando o Meu julgamento com obras de misericórdia" (Diário, 1317).
(veja A virtude da misericórdia - pe. Sopocko)
INDULGÊNCIA PLENÁRIA
PELA RECITAÇÃO DO TERÇO DA MISERICÓRDIA DIVINA
Declaração da Administração da Penitenciária Apostólica de 12 de janeiro de 2002.
A indulgência plenária mediante as condições comuns (a saber, confissão sacramental, Comunhão Eucarística e oração nas intenções do Santo Padre) é concedida no território da Polônia ao fiel que com a alma inteiramente livre do apego a qualquer pecado recitar piedosamente o Terço da Misericórdia Divina numa igreja ou numa capela, diante do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no sacrário.
Se, no entanto, esses fiéis, por motivo de doença (ou outra justa razão) não puderem sair de casa, mas recitarem o Terço da Misericórdia Divina com confiança e com o desejo de misericórdia para si mesmos e com prontidão para demonstrá-la aos outros, mediante as condições comuns também alcançarão a indulgência plenária, observadas as prescrições quanto aos que “contam com obstáculos”, encerradas nas normas 24 e 25 da Relação de Indulgências (Enchiridii Indulgentiarum). Em outras circunstâncias, a indulgência será parcial. A presente autorização terá validade perpétua, revogadas quaisquer disposições contrárias.
O TERÇO DA DIVINA MISERICÓRDIA
O DIÁRIO de santa Irmã Faustina) Vilna, Lituânia "Na sexta-feira 13.09.1935.
A noite, quando me encontrava na minha cela, vi o Anjo executor da ira de Deus.
Estava vestido de branco, o rosto radiante e una nuven a seus pés. Da nuvem saíam trovoes e relâmpagos para as suas maos e delas só entao atingiam a Terra. Quando
vi esse sinal da ira de Deus, que deveria atingir a Terra, e especialmente um determinado lugar que nao posso mencionar por motivos bem compreensíveis, comecei a pedir ao Anjo que se detivesse por alguns momentos, pois o mundo faria penitencia. Mas o meu pedido de nada valeu perante a Cólera de Deus.
(...) Porém, nesse mesmo momento senti em mim a força da graça de Jesus que reside na minha alma; e, quando me veio a consciencia dessa graça, imediatamente fui arrebatada até o Trono de Deus.
(...) Comecei, entao, suplicar a Deus pelo Mundo com palavras ouvidas interiormente.
Quando assim rezava, vi a impossibilidade do Anjo em poder executar aquele justo castigo, merecido por causa dos pecados. Nunca tinha rezado com tanta forca interior como naquela ocasiao. As palavras com que suplicava a Deus eram as seguintes:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro; pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós.
No dia seguinte pela manha, quando entrei na nossa capela, ouvi interiormente estas palavras: Toda vez que entrares na capela, reza logo essa oraçao que te ensinei ontem. Quando rezei essa oraçao, ouvi na alma estas palavras: Essa oraçao serve para aplacar a Minha ira. Tu a recitarás por nove dias, por meio do Terço do Rosário da seguinte maneira: Primeiro dirás o PAI NOSSO, a AVE MARIA e o CREDO. Depois, nas contas de PAI NOSSO, dirás as seguintes palavras: Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro. Nas contas de AVE MARIA erzarás as seguintes palavras: Pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. No fim, rezarás rtes vezes estas palavras: Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro" (Diario, 474- 476).
A noite, quando me encontrava na minha cela, vi o Anjo executor da ira de Deus.
Estava vestido de branco, o rosto radiante e una nuven a seus pés. Da nuvem saíam trovoes e relâmpagos para as suas maos e delas só entao atingiam a Terra. Quando
vi esse sinal da ira de Deus, que deveria atingir a Terra, e especialmente um determinado lugar que nao posso mencionar por motivos bem compreensíveis, comecei a pedir ao Anjo que se detivesse por alguns momentos, pois o mundo faria penitencia. Mas o meu pedido de nada valeu perante a Cólera de Deus.
(...) Porém, nesse mesmo momento senti em mim a força da graça de Jesus que reside na minha alma; e, quando me veio a consciencia dessa graça, imediatamente fui arrebatada até o Trono de Deus.
(...) Comecei, entao, suplicar a Deus pelo Mundo com palavras ouvidas interiormente.
Quando assim rezava, vi a impossibilidade do Anjo em poder executar aquele justo castigo, merecido por causa dos pecados. Nunca tinha rezado com tanta forca interior como naquela ocasiao. As palavras com que suplicava a Deus eram as seguintes:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro; pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós.
No dia seguinte pela manha, quando entrei na nossa capela, ouvi interiormente estas palavras: Toda vez que entrares na capela, reza logo essa oraçao que te ensinei ontem. Quando rezei essa oraçao, ouvi na alma estas palavras: Essa oraçao serve para aplacar a Minha ira. Tu a recitarás por nove dias, por meio do Terço do Rosário da seguinte maneira: Primeiro dirás o PAI NOSSO, a AVE MARIA e o CREDO. Depois, nas contas de PAI NOSSO, dirás as seguintes palavras: Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiaçao dos nossos pecados e do mundo inteiro. Nas contas de AVE MARIA erzarás as seguintes palavras: Pela Sua dolorosa Paixao, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. No fim, rezarás rtes vezes estas palavras: Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro" (Diario, 474- 476).
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Urgência na divulgação da Mensagem de Fátima.
Santuário de Fátima
Há uma urgência iminente de divulgar a mensagem de Fátima, pois a Missa Tridentina é um dos triunfos do Imaculado Coração de Maria, também a Fonte de onde, há-de partir a paz para o mundo.
Se todos os Cristãos rezassem o Rosário ou simplesmente o terço,quantas Graças não haveria de descer do céu, e as guerras terminariam.
As guerras são um castigo pelo pecado,muitos discordam desta afirmação, mas se existe pecado e não é feito reparação suficiente á Majestade Divina,por serem imensos cometidos na terra num dia, então a Justiça Divina actua.
Temos,então cheias e tremores de terra e outras catástrofes.Quem sabe ler os sinais dos tempos, não hesita em afirmar tudo isto.
Lutar pela Missa Tridentina, deve ser uma prioridade máxima,este tesouro imenso de Graças,ainda desconhecido de muitos fiéis jovens e adultos.
Aos modernistas deixo uma mensagem, se querem que voltem o sagrado aos seus templos,existe uma solução para resolver esta crise e cito algumas:
- A comunhão de joelhos e na boca;
- Irradicação da comunhão na mão;
- Voltar a colocar as rubricas de 1975;
- Revisão da tradução do latim do missal romano;
- Confissão e Comunhão Espiritual de joelhos;
- Irradicação das modas indecentes nos templos;
- Entre outras coisas.
Nunca será como a Santa Missa,mas mais Graças terão os fiéis que as frequentam,agora se Paulo VI, visse o que fizeram á sua missa, não ia gostar.
Deixou de ser uma missa moderna,para ser ecuménica,que tristeza!
A outra prioridade é a consagração da Rússia ao Coração Imaculado de Maria,que nós sabemos que não foi consagrada, o mundo de hoje se nos revela a certeza dessa realidade. Os atentados de 11 de Setembro; o tsunami que afectou 14 países, referendos permitindo o aborto; o casamento de homossexuais; e os atentados da al-qhaeda,não deixam dúvidas,ainda não temos a paz,não foi conseguida na consagração de 1984,pelo Papa João Paulo II.
Não podemos esquecer estas duas prioridades máximas,pois dependem delas a salvação das almas.RESUMINDO:
Missa Tridentina; Consagração da Rússia; Rosário e muita fé.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Nova Sodoma e Gomorra em Portugal.
Nem os demônios suportam...
Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem.
Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). Minha justiça não mais consegue suportá-lo.
Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido (“O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).
Nosso Senhor a santa Catarina de Siena
Um país católico como o nosso,depois do referendo do aborto,a legalização dos casamentos homossexuais sem consulta pública( referendo),ainda falta o parecer do Presidente da república e seu consentimento.
O Céu não gostou desta atitude e o sismo de hoje no centro e sul de Portugal,será coincidência ou um aviso?Esperemos que este absurdo não vá para a frente!
Em vez dos políticos se preocuparem com o desemprego,tocam em matérias fúteis como esta,que é uma
ameaça á integridade da Família.
Os católicos tradicionais dizem não a este disparate,que trará custos e consequências.
Eis que se levanta mais uma sodoma e gomorra,para se ajuntar a três cidades,que num futuro próximo verá um castigo dos céus.
Lamentável num país católico como o nosso!!!
Vejam este artigo http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1035598.html
Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem.
Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). Minha justiça não mais consegue suportá-lo.
Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido (“O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).
Nosso Senhor a santa Catarina de Siena
Um país católico como o nosso,depois do referendo do aborto,a legalização dos casamentos homossexuais sem consulta pública( referendo),ainda falta o parecer do Presidente da república e seu consentimento.
O Céu não gostou desta atitude e o sismo de hoje no centro e sul de Portugal,será coincidência ou um aviso?Esperemos que este absurdo não vá para a frente!
Em vez dos políticos se preocuparem com o desemprego,tocam em matérias fúteis como esta,que é uma
ameaça á integridade da Família.
Os católicos tradicionais dizem não a este disparate,que trará custos e consequências.
Eis que se levanta mais uma sodoma e gomorra,para se ajuntar a três cidades,que num futuro próximo verá um castigo dos céus.
Lamentável num país católico como o nosso!!!
Vejam este artigo http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1035598.html
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Querem acabar com a comunhão na boca,criando engenhos malignos.
Que diriam os Santos se vissem isto?
Que engenhoca criaram para afastar a reverência de Deus nos templos!
Católicos! se amais a Divina Eucaristia,afastai-vos das ideias diabólicas.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Alterações canónicas Por Bento XVI.
Motu proprio “Omnium in Mentem”, do Santo Padre, o Papa Bento XVI, com o qual são alteradas algumas normas do Direito Canônico [tradução não oficial].
LITTERAE APOSTOLICAE
MOTU PROPRIO DATAE
Quaedam in Codice Iuris canonici immutantur
BENEDICTUS PP. XVI
A Constituição Apostólica Sacrae disciplina leges, promulgada em 25 de janeiro de 1983, recordou à atenção de todos que a Igreja, enquanto comunidade ao mesmo tempo espiritual e visível, e ordenada hierarquicamente, necessita de normas jurídicas “a fim de que o exercício das funções a ela confiada por Deus, especialmente a do poder sagrado e a da administração dos sacramentos, possa ser adequadamente organizado”. Em tais normas é necessário que resplandeça sempre, por um lado, a unidade da doutrina teológica e da legislação canônica e, por outro, a utilidade pastoral das prescrições, mediante as quais as disposições eclesiásticas são ordenadas ao bem das almas.
A fim de garantir mais eficazmente seja esta necessária unidade doutrinal, seja a finalidade pastoral, por vezes a suprema autoridade da Igreja, depois de ter ponderado as razões, determina oportunas alterações das normas canônicas, ou introduz nelas algumas inclusões. Esta é a razão que Nos leva a redigir a presente carta, que diz respeito a duas questões.
Em primeiro lugar, nos cânones 1008 e 1009 do Código de Direito Canônico sobre o sacramento da Ordem, se confirma a distinção essencial entre o sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial e, ao mesmo tempo, se evidencia a diferença entre o episcopado, presbiterato e diaconato. Portanto, depois que, tendo ouvido os Padres da Congregação para a Doutrina da Fé, o nosso venerado Predecessor João Paulo II decretou que se devesse alterar o texto do número 1581 do Catecismo da Igreja Católica para refletir mais adequadamente a doutrina sobre os diáconos da Constituição Dogmática Lumen Gentium (n º 29) do Concílio Vaticano II, também Nós julgamos que se deva aperfeiçoar a norma canônica que resguarda esta mesma matéria. Portanto, após ouvir o parecer do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, estabelecemos que as palavras dos supra citados cânones sejam modificadas como subseqüentemente indicado.
Além disso, dado que os sacramentos são os mesmos para toda a Igreja, é de competência apenas da suprema autoridade aprovar e definir os requisitos para sua validade, e também determinar o que diz respeito ao rito que deve ser observado na celebração do mesmo (cf. cân. 841), coisas que certamente valem também para a forma que deve ser observada na celebração do matrimônio, se ao menos uma das partes tiver sido batizada na Igreja Católica (cf. cân. 11, 1108).
O Código de Direito Canônico determina, porém, que os fiéis que se separaram da Igreja com “ato formal” não estão vinculados às leis eclesiásticas relativas à forma canônica do matrimônio (cf. cân. 1117), à dispensa do impedimento de disparidade de culto (cf. cân. 1086) e à licença requerida para os matrimônios mistos (cf. cân. 1124). A razão e o propósito desta exceção à norma geral do can. 11 tinha por escopo evitar que os matrimônios contraídos por aqueles fiéis fossem nulos por defeito de forma, ou por impedimento de disparidade de culto.
No entanto, a experiência dos últimos anos tem demonstrado, ao contrário, que esta nova lei tem gerado não poucos problemas pastorais. Primeiramente, pareceu difícil a determinação e a configuração prática, nos casos individuais, deste ato formal da separação da Igreja, seja quanto à sua substância teológica, como ao próprio aspecto canônico. Ademais, surgiram muitas dificuldades tanto na ação pastoral quanto na praxe dos tribunais. De fato, se observava que da nova lei parecia nascer, ao menos indiretamente, uma certa facilidade, ou, por assim dizer, um incentivo à apostasia naqueles lugares onde os católicos são escassos em número, ou onde vigoram leis matrimoniais injustas, que estabelecem discriminação entre os cidadãos por motivos religiosos; além disso, ela tornava difícil o regresso daqueles batizados que desejavam firmemente contrair um novo matrimônio canônico, após o fracasso do anterior; enfim, omitindo outro, muitíssimos desses matrimônios tornavam-se, de fato, para a Igreja, matrimônios considerados ilegais.
Tendo considerado tudo isso e cuidadosamente avaliados os pareceres tanto dos Padres da Congregação para a Doutrina da Fé e do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, como também das Conferências Episcopais que foram consultadas sobre a utilidade pastoral de conservar ou de ab-rogar esta exceção à norma geral do can. 11, mostra-se necessário abolir esta regra introduzida no corpo da lei canônica atualmente em vigor.
Decretamos, portanto, que se elimine no mesmo Código a expressão: “e não separada dela por um ato formal” do can. 1117 , “e não separada dela por um ato formal” do can. 1086 § 1 º, bem como “e não separado dela mesma por um ato formal” do can. 1124.
Por isso, tendo ouvido sobre o mérito a Congregação para a Doutrina da Fé e do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, e tendo igualmente solicitado o parecer de S. R. E. Nossos Veneráveis Irmãos Cardeais responsáveis pelos Dicastérios da Cúria Romana, decretamos o quanto segue:
Art. 1. O texto da can. 1008 do Código de Direito Canônico seja alterado de modo que doravante seja:
“Com o sacramento da ordem por instituição divina alguns dentre os fiéis, mediante o caráter indelével com o qual são marcados, são constituídos ministros sagrados; isto é, aqueles que são consagrados e destinados a servir, cada um no seu grau, com novo e peculiar título, o povo de Deus”.
Art. 2. O can. 1009 do Código de Direito Canônico doravante tenha três parágrafos, dos quais no primeiro e no segundo se manterá o texto do canônico vigente, enquanto o terceiro texto seja redigido de modo que o can. 1009 § 3 assim resulte:
“Aqueles que são admitidos na ordem do episcopado ou do presbiterato recebem a missão e a faculdade de agir na pessoa de Cristo Cabeça, os diáconos, ao invés, estão habilitados a servir o povo de Deus na diaconia da liturgia, da palavra e da caridade” .
Art. 3. O texto do can. 1086 § 1 do Código de Direito Canônico seja assim modificado:
“É inválido o casamento entre duas pessoas, das quais uma é batizada na Igreja Católica ou nela recebida, e a outra não batizada”.
Art. 4. O texto do can. 1117 do Código de Direito Canônico seja modificado como segue:
“A forma supra estabelecida deve ser observada se ao menos uma das partes contraentes do matrimônio for batizada na Igreja Católica ou nela recebida, salvo a disposição do can. 1127 § 2”.
Art. 5. O texto do can. 1124 do Código de Direito Canônico seja assim modificado:
“O matrimônio entre duas pessoas batizadas, das quais uma seja batizada na Igreja Católica ou nela admitida depois do batismo, enquanto o outro, pelo contrário, seja pertencente a uma Igreja ou comunidade eclesial que não esteja em plena comunhão com a Igreja Católica, não pode ser celebrado sem expressa licença da autoridade competente”.
O quanto deliberamos com esta Carta Apostólica em forma de Motu Proprio, ordenamos que tenha força e estável vigência, não obstante qualquer coisa contrária, mesmo se dignas de menção particular, e que seja publicado no comentário oficial Acta Apostolicae Sedis.
Dado em Roma, junto a São Pedro, no dia 26 do mês de outubro do ano de 2009, o quinto de Nosso Pontificado.
BENEDICTUS PP XVI
LITTERAE APOSTOLICAE
MOTU PROPRIO DATAE
Quaedam in Codice Iuris canonici immutantur
BENEDICTUS PP. XVI
A Constituição Apostólica Sacrae disciplina leges, promulgada em 25 de janeiro de 1983, recordou à atenção de todos que a Igreja, enquanto comunidade ao mesmo tempo espiritual e visível, e ordenada hierarquicamente, necessita de normas jurídicas “a fim de que o exercício das funções a ela confiada por Deus, especialmente a do poder sagrado e a da administração dos sacramentos, possa ser adequadamente organizado”. Em tais normas é necessário que resplandeça sempre, por um lado, a unidade da doutrina teológica e da legislação canônica e, por outro, a utilidade pastoral das prescrições, mediante as quais as disposições eclesiásticas são ordenadas ao bem das almas.
A fim de garantir mais eficazmente seja esta necessária unidade doutrinal, seja a finalidade pastoral, por vezes a suprema autoridade da Igreja, depois de ter ponderado as razões, determina oportunas alterações das normas canônicas, ou introduz nelas algumas inclusões. Esta é a razão que Nos leva a redigir a presente carta, que diz respeito a duas questões.
Em primeiro lugar, nos cânones 1008 e 1009 do Código de Direito Canônico sobre o sacramento da Ordem, se confirma a distinção essencial entre o sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial e, ao mesmo tempo, se evidencia a diferença entre o episcopado, presbiterato e diaconato. Portanto, depois que, tendo ouvido os Padres da Congregação para a Doutrina da Fé, o nosso venerado Predecessor João Paulo II decretou que se devesse alterar o texto do número 1581 do Catecismo da Igreja Católica para refletir mais adequadamente a doutrina sobre os diáconos da Constituição Dogmática Lumen Gentium (n º 29) do Concílio Vaticano II, também Nós julgamos que se deva aperfeiçoar a norma canônica que resguarda esta mesma matéria. Portanto, após ouvir o parecer do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, estabelecemos que as palavras dos supra citados cânones sejam modificadas como subseqüentemente indicado.
Além disso, dado que os sacramentos são os mesmos para toda a Igreja, é de competência apenas da suprema autoridade aprovar e definir os requisitos para sua validade, e também determinar o que diz respeito ao rito que deve ser observado na celebração do mesmo (cf. cân. 841), coisas que certamente valem também para a forma que deve ser observada na celebração do matrimônio, se ao menos uma das partes tiver sido batizada na Igreja Católica (cf. cân. 11, 1108).
O Código de Direito Canônico determina, porém, que os fiéis que se separaram da Igreja com “ato formal” não estão vinculados às leis eclesiásticas relativas à forma canônica do matrimônio (cf. cân. 1117), à dispensa do impedimento de disparidade de culto (cf. cân. 1086) e à licença requerida para os matrimônios mistos (cf. cân. 1124). A razão e o propósito desta exceção à norma geral do can. 11 tinha por escopo evitar que os matrimônios contraídos por aqueles fiéis fossem nulos por defeito de forma, ou por impedimento de disparidade de culto.
No entanto, a experiência dos últimos anos tem demonstrado, ao contrário, que esta nova lei tem gerado não poucos problemas pastorais. Primeiramente, pareceu difícil a determinação e a configuração prática, nos casos individuais, deste ato formal da separação da Igreja, seja quanto à sua substância teológica, como ao próprio aspecto canônico. Ademais, surgiram muitas dificuldades tanto na ação pastoral quanto na praxe dos tribunais. De fato, se observava que da nova lei parecia nascer, ao menos indiretamente, uma certa facilidade, ou, por assim dizer, um incentivo à apostasia naqueles lugares onde os católicos são escassos em número, ou onde vigoram leis matrimoniais injustas, que estabelecem discriminação entre os cidadãos por motivos religiosos; além disso, ela tornava difícil o regresso daqueles batizados que desejavam firmemente contrair um novo matrimônio canônico, após o fracasso do anterior; enfim, omitindo outro, muitíssimos desses matrimônios tornavam-se, de fato, para a Igreja, matrimônios considerados ilegais.
Tendo considerado tudo isso e cuidadosamente avaliados os pareceres tanto dos Padres da Congregação para a Doutrina da Fé e do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, como também das Conferências Episcopais que foram consultadas sobre a utilidade pastoral de conservar ou de ab-rogar esta exceção à norma geral do can. 11, mostra-se necessário abolir esta regra introduzida no corpo da lei canônica atualmente em vigor.
Decretamos, portanto, que se elimine no mesmo Código a expressão: “e não separada dela por um ato formal” do can. 1117 , “e não separada dela por um ato formal” do can. 1086 § 1 º, bem como “e não separado dela mesma por um ato formal” do can. 1124.
Por isso, tendo ouvido sobre o mérito a Congregação para a Doutrina da Fé e do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, e tendo igualmente solicitado o parecer de S. R. E. Nossos Veneráveis Irmãos Cardeais responsáveis pelos Dicastérios da Cúria Romana, decretamos o quanto segue:
Art. 1. O texto da can. 1008 do Código de Direito Canônico seja alterado de modo que doravante seja:
“Com o sacramento da ordem por instituição divina alguns dentre os fiéis, mediante o caráter indelével com o qual são marcados, são constituídos ministros sagrados; isto é, aqueles que são consagrados e destinados a servir, cada um no seu grau, com novo e peculiar título, o povo de Deus”.
Art. 2. O can. 1009 do Código de Direito Canônico doravante tenha três parágrafos, dos quais no primeiro e no segundo se manterá o texto do canônico vigente, enquanto o terceiro texto seja redigido de modo que o can. 1009 § 3 assim resulte:
“Aqueles que são admitidos na ordem do episcopado ou do presbiterato recebem a missão e a faculdade de agir na pessoa de Cristo Cabeça, os diáconos, ao invés, estão habilitados a servir o povo de Deus na diaconia da liturgia, da palavra e da caridade” .
Art. 3. O texto do can. 1086 § 1 do Código de Direito Canônico seja assim modificado:
“É inválido o casamento entre duas pessoas, das quais uma é batizada na Igreja Católica ou nela recebida, e a outra não batizada”.
Art. 4. O texto do can. 1117 do Código de Direito Canônico seja modificado como segue:
“A forma supra estabelecida deve ser observada se ao menos uma das partes contraentes do matrimônio for batizada na Igreja Católica ou nela recebida, salvo a disposição do can. 1127 § 2”.
Art. 5. O texto do can. 1124 do Código de Direito Canônico seja assim modificado:
“O matrimônio entre duas pessoas batizadas, das quais uma seja batizada na Igreja Católica ou nela admitida depois do batismo, enquanto o outro, pelo contrário, seja pertencente a uma Igreja ou comunidade eclesial que não esteja em plena comunhão com a Igreja Católica, não pode ser celebrado sem expressa licença da autoridade competente”.
O quanto deliberamos com esta Carta Apostólica em forma de Motu Proprio, ordenamos que tenha força e estável vigência, não obstante qualquer coisa contrária, mesmo se dignas de menção particular, e que seja publicado no comentário oficial Acta Apostolicae Sedis.
Dado em Roma, junto a São Pedro, no dia 26 do mês de outubro do ano de 2009, o quinto de Nosso Pontificado.
BENEDICTUS PP XVI
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
No a la comunion en la mano !
del artículo publicado en El Semanario de Berazategui Nro. 246, en el cual el mismo Demonio opina sobre esta funesta práctica:
"GRACIAS POR COMULGAR EN LA MANO
Ya estáis lo suficientemente maduros para tocar la Eucaristía con las manos, pues sois miembros del pueblo santo... ¡sóis santos! Desde Adán os lo vengo repitiendo, "sois como dioses" y merecéis eso y mucho más. Las oscuras fuerzas que detenían el progreso de la Humanidad han sido vencidas por vosotros, mi rebaño fiel, que sabéis interpretar mi voluntad.
Hasta ahora os obstaculizaba un temor estúpido, una cuestión mínima, pero mis ministros os explicarán claramente... ya no sóis niños para comer en la boca... además es un peligro para la salud... y todos los demás lo hacen, ¿entendéis?... ya no importa. Dejad que mi doctrina os inunde, sed vosotros mis discípulos y predicad en mi nombre... así triunfaremos definitivamente. Veréis cuan agradecido soy, yo os protegeré y estaré con vosotros, especialmente en el momento de tomar a Jesús en vuestras manos... no importa que vuestro corazón lata fuertemente... no importa que sintáis un calor repentino allí, en la palma de la mano... no importa que sintáis mareos, dolor de cabeza o miedo... eso es sólo pasajero. Con el tiempo os acostumbraréis, y seréis mis fieles servidores que en todo el mundo repiten lo que en mi nombre hicieron los judíos y romanos aliados contra el Nazareno... manosear, desgarrar, enclavar, escupir, ensuciar ese cuerpo que pretendió ser Dios... ¡Dios!... A cambio yo seré vuestro verdadero señor y os llevaré a mi reino eterno conmigo. Dejad actuar a mis ministros, ellos os adiestrarán y convencerán... no opongáis resistencia y estaréis del lado de los que ganan la batalla... ellos, mis amigos, ridiculizarán a los que deseen arrodillarse y comulgar... ellos, mis sirvientes, atacarán a todo aquel que intente retroceder y lo aplastará con mis armas: la calumnia, la mentira, el respeto humano y la violencia... vosotros habéis entrado en mi camino, no podéis ahora quedaros aparte... vosotros sois míos cuando comulgáis en la mano y contribuís a que, en la confusión reinante sigamos robando hostias para nuestros cultos secretos.
No importan los que no vienen a la Iglesia, ellos caerán irremediablemente bajo nuestra influencia pues el poder de mis seguidores es terrible cuando consiguen una Hostia consagrada... vosotros seguid comulgando en la mano, hacedlo costumbre... encubrid a mis hijos predilectos para que, confundidos entre vosotros sigan su tarea y por fin, el triunfo será mío definitivamente y me vengaré por siempre con vuestras manos... vuestras propias manos serán las mías cuando las partículas caigan al suelo, cuando sean pisoteadas... y si oís una risa incontrolable no sintáis temor... a veces no puedo resistirme al ver como mi plan por fin es llevado a cabo. Gracias, servidores fieles... ¡Gracias, por comulgar en la mano!
Vuestro amigo de siempre
"GRACIAS POR COMULGAR EN LA MANO
Ya estáis lo suficientemente maduros para tocar la Eucaristía con las manos, pues sois miembros del pueblo santo... ¡sóis santos! Desde Adán os lo vengo repitiendo, "sois como dioses" y merecéis eso y mucho más. Las oscuras fuerzas que detenían el progreso de la Humanidad han sido vencidas por vosotros, mi rebaño fiel, que sabéis interpretar mi voluntad.
Hasta ahora os obstaculizaba un temor estúpido, una cuestión mínima, pero mis ministros os explicarán claramente... ya no sóis niños para comer en la boca... además es un peligro para la salud... y todos los demás lo hacen, ¿entendéis?... ya no importa. Dejad que mi doctrina os inunde, sed vosotros mis discípulos y predicad en mi nombre... así triunfaremos definitivamente. Veréis cuan agradecido soy, yo os protegeré y estaré con vosotros, especialmente en el momento de tomar a Jesús en vuestras manos... no importa que vuestro corazón lata fuertemente... no importa que sintáis un calor repentino allí, en la palma de la mano... no importa que sintáis mareos, dolor de cabeza o miedo... eso es sólo pasajero. Con el tiempo os acostumbraréis, y seréis mis fieles servidores que en todo el mundo repiten lo que en mi nombre hicieron los judíos y romanos aliados contra el Nazareno... manosear, desgarrar, enclavar, escupir, ensuciar ese cuerpo que pretendió ser Dios... ¡Dios!... A cambio yo seré vuestro verdadero señor y os llevaré a mi reino eterno conmigo. Dejad actuar a mis ministros, ellos os adiestrarán y convencerán... no opongáis resistencia y estaréis del lado de los que ganan la batalla... ellos, mis amigos, ridiculizarán a los que deseen arrodillarse y comulgar... ellos, mis sirvientes, atacarán a todo aquel que intente retroceder y lo aplastará con mis armas: la calumnia, la mentira, el respeto humano y la violencia... vosotros habéis entrado en mi camino, no podéis ahora quedaros aparte... vosotros sois míos cuando comulgáis en la mano y contribuís a que, en la confusión reinante sigamos robando hostias para nuestros cultos secretos.
No importan los que no vienen a la Iglesia, ellos caerán irremediablemente bajo nuestra influencia pues el poder de mis seguidores es terrible cuando consiguen una Hostia consagrada... vosotros seguid comulgando en la mano, hacedlo costumbre... encubrid a mis hijos predilectos para que, confundidos entre vosotros sigan su tarea y por fin, el triunfo será mío definitivamente y me vengaré por siempre con vuestras manos... vuestras propias manos serán las mías cuando las partículas caigan al suelo, cuando sean pisoteadas... y si oís una risa incontrolable no sintáis temor... a veces no puedo resistirme al ver como mi plan por fin es llevado a cabo. Gracias, servidores fieles... ¡Gracias, por comulgar en la mano!
Vuestro amigo de siempre
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Carta ao Santo Papa, João Paulo II,sobre a Comunhão sacrílega na mão.
Eu, ..., me auto-acuso de cometer e participar de graves, numerosos e ultrajantes erros contra o Sacratíssimo Sacramento nos anos de 1980 ate' 1991. Favor escutar meu apelo e conceder meu pedido.
Primeiramente, tenho que atestar que fôra recentemente que aprendi através do Catecismo Romano, pag. 233 "Que neste Sacramento não só contém o Verdadeiro Corpo de Cristo e todos seus componentes (ossos e nervos) como Cristo por completo", e mais adiante na pag. 239 que "o Corpo de Nosso Senhor esta' contido por inteiro ate' mesmo na menor partícula do pão(Hóstia)."
E segundo, que somente recentemente aprendi através da "Enciclopédia Católica", pag. 153, que "excomunhão é imposta de acordo com as regras a seguir":
(A)"Atos reservaddos de maneira especial pela Santa Sé são: Jogando fora, levando ou retendo as sagradas espécies para outras práticas."
Eu Confesso que joguei, ou causei que fossem jogadas foras aproximadamente 60,000 Hóstias consagradas de 1980 a 1991, e que causei que muitas destas Hóstias fossem pisoteadas ou profanadas. Estes graves pecados não foram motivados por um ódio formal a Deus, mas por um motivo banal - Eu simplesmente não ligava (não estava nem ai'). Eu era um Ministro Extraordinário da Eucaristia e as vezes recebia Nosso Senhor na mão invés de recebe-lo na boca. Como a maioria dos comungantes recebiam na mão, eu gentilmente colocava a Hóstia na palma de suas mãos. E de acordo com minha análise científica, feita juntamente com meu filho Joseph, segue anexado que:
Quando recebe-se a comunhão na mão, se tem, em média, algo em torno de 4 partículas (e/ou farelos) visíveis que se separam de cada Hóstia.
Como prova, comprei da "Catholic Suply of St. Louis Missouri", Hóstias anunciadas como: "Nos temos orgulho de oferecer, de longe, o melhor pão pra altar (Hóstia)."(...)" Todos nossos pães (Hostias) são cuidadosamente moldados, com as bordas seladas que previne farelos."
Ou seja, nos usamos a "melhor" e o resultado do teste foi media 3.68 farelos por comunhão.
Acredito que eu tenha distribuído algo em torno de 15,000 Hóstias aos comungantes no período que fui Ministro da Eucaristia. E' seguro dizer então que isso gerou algo em torno de 60,000 pequeninas partículas visíveis. Quando eu ia receber a comunhão na mão, eu olhava minha palma e 'as vezes encontrava um, dois ou mais fragmentos... Com a ponta de meu dedo indicador procurava "pesca'-las", mas tinha a certeza de que não era todas as partículas que eram recuperadas/consumidas. Como ministro da Eucaristia, de inúmeras Hóstias que entregava nas mãos, eu não me lembro uma vez se quer de ver alguém examinando a palma da mão ou as pontas dos dedos para ver se alguma partícula havia se desmembrado da Hóstia.
Deste modo, o que aconteceu com essas 60,000 partículas contendo Nosso Senhor e Deus em que eu era o responsavel pela distribuição? Simples, elas eventualmente se desprenderiam das mãos desses comunicantes com o movimento de suas mãos, fazendo as mesmas caírem no chão, em suas roupas ou se desprenderiam em qualquer outro local desconhecido. A maioria, poderíamos presumir que cairiam ainda no chão da igreja. A doutrina Católica citada acima atesta que essas partículas são Jesus em Sua totalidade tanto quanto na totalidade que e' encontrada na Hóstia que o padre consagra e comunga!
Assim como eu, qualquer Católico que tiver ido a Missa a onde há Comunhão na mão encontrara' uma variedade de partículas (mesmo que nao percebidas) aonde inconscientemente e repetitivamente estarão esfregando seus pés no rosto do Próprio Jesus Cristo!
Hoje, só de pensar nisso, fico horrorizado. Alguns, incluindo a mim, simplesmente não interessava em saber o que eles faziam. Assim mesmo, será que Nosso Senhor não se angustia em ver essas coisas e essas pessoas que simplesmente "não ligam"(não estão nem ai') ??? O que a Virgem Maria deve pensar deste tratamento dado a Seu crucificado Filho?
Não por mim, mas pelo amor que vossa Santidade tem pela Virgem Maria Mãe de Deus, eu imploro Vossa Santidade duas coisas: Levante essa minha excomunhão e perdoe estes gravíssimos pecados cometidos sem que eu ao menos me preocupasse com Nosso Senhor em Pessoa.
Estudo das Partículas, 17 de Abril 2002
Meu adolescente filho Joseph foi meu auxiliar neste estudo encenando o comungante, enquanto eu o ministro da Eucaristia. Para este estudo, comprei da "Catholic Supply of St. Louis- Missouri", uma caixa de 1,000 (1 1/8" de diametro) hostias para altar, item #57212, anunciadas no web-site http://www.catholicsupply.com/church/wine.html como: "Nos temos o prazer em oferecer de longe a melhor Hóstia para altar. Todas nossas Hostias são cuidadosamente moldadas, com bordas seladas que previne farelos." Esta propaganda, ingenuamente acreditada por muitos, e' uma das razoes por qual decidi fazer tal estudo.
Para este ensaio, meu filho Joseph e eu nos preparamos cuidadosamente lavando nossas mãos e enxugando-as bem com toalhas. Em seguida examinamos nossas pontas dos dedos e a palma esquerda de Joseph, (que estaria recebendo a Hóstia) para assegurarmos que não havia nenhum resíduo de qualquer matéria em suas mãos que pudessem ser confundidos com partículas da "Hóstia". Determinei que iríamos procurar pelas partículas após cada "comunhão" dada em três áreas: ponta dos meus dedos, palma de meu filho Joseph e suas pontas dos dedos. Depois, determinei que contaríamos os resultados de 25 comunhões e registraríamos quantas e aonde essas partículas foram encontradas. Contaríamos somente as partículas vistas a "olhos-nu" por nos dois.
O conteúdo do primeiro pacote de Hóstias foi cuidadosamente esvaziado e colocado num copo de plástico. Recordando meu treinamento de Ministro da Eucaristia (que Deus me perdoe), eu peguei gentilmente a Hóstia entre meu dedo indicador direito e meu dedão para dar a "comunhão" na palma esquerda de Joseph, com firmeza suficiente apenas para assegurar a transferência. Joseph ainda comentou que os Ministros da Eucaristia que lhe davam Comunhão nas missas eram menos gentis. Ele então pegava a "Hóstia" entre seu dedo indicador direito e dedão e colocava-a na língua sem deixar os dedos da mão esquerda tocarem sua língua, enquanto nos dois examinávamos: primeiro, meu dedo indicador direito, depois meu dedão direito, depois sua palma esquerda, depois seu dedo indicador direito, e finalmente seu dedão direito, procurando por partículas da "Hóstia" que poderiam estar aderentes a' nossas mãos pela manipulação múltipla e manuseios desta pratica. Nos raspávamos cuidadosamente qualquer partícula encontrada antes da próxima "comunhão"com a lamina de uma afiada faca para assegurar que não contaríamos qualquer partícula duas vezes.
O que essa experiência estava descobrindo? Encontraríamos part~iculas nestas 25 "Hóstias" que foram uma por uma retiradas do copo de plástico e colocadas na palma de Joseph para que ele as transferissem para a boca? Nos dois ficamos pertubados e assustados com o numero de paríiculas encontradas:
Das 25 "comunhões", nos achamos um total de 92 partículas individuais, visíveis a "olho-nú", o que da uma margem de 3.68 farelos/partículas por "comunhão".
Como detalhado na informação estatística (veja abaixo), encontramos 27 partículas na ponta dos meus dedos, 47 partículas na palma de Joseph, e outras 18 partículas das pontas de seus dedos. Esperamos que essa experiência possa honrar Nosso Senhor e que possa ajudar aqueles que ainda ligam para Ele.
Você leitor desta carta, e' chamado aqui a fazer tudo que estiver ao seu alcance para ajudar a por um fim neste grande mau que, pretende tratar Nosso Senhor da pior maneira possível. Deus não recebera' nos Céus aqueles que O jogam fora, ou aqueles que esfregam as solas de seus sapatos em Seu rosto. Este alerta e' enviado para que vocês possam descartar "qualquer desculpa" neste quesito. O Imperador Japonês, ao condenar a morte verdadeiros Católicos há alguns séculos atrás, ofereciam 'a eles a chance de renunciar a Fé e salvar suas peles. Tudo o que eles tinham que fazer para se livrarem da morte era renunciar a Fé e negar a Cristo pisando numa Cruz de madeira colocada ao chao. Nem mesmo este Imperador foi tão maldoso e demoníaco em fazer estes mártires pisar numa Hóstia Consagrada -O Próprio Deus Todo Poderoso- , mas agora, a maioria dos Bispos Católicos estão 'de facto', ordenando que estas coisas sejam cometidas por todos no's ao entrarmos nestas detestáveis Igrejas.
Qualquer um ao entrar numa Igreja aonde se pratica a comunhão na mão, sem que estas partículas sejam respeitosamente purificadas; estarão entrando num campo minado de "pequenas partículas", e que, com certeza esfregarão seus calcanhares na Sagrada Face de Jesus.
Primeiramente, tenho que atestar que fôra recentemente que aprendi através do Catecismo Romano, pag. 233 "Que neste Sacramento não só contém o Verdadeiro Corpo de Cristo e todos seus componentes (ossos e nervos) como Cristo por completo", e mais adiante na pag. 239 que "o Corpo de Nosso Senhor esta' contido por inteiro ate' mesmo na menor partícula do pão(Hóstia)."
E segundo, que somente recentemente aprendi através da "Enciclopédia Católica", pag. 153, que "excomunhão é imposta de acordo com as regras a seguir":
(A)"Atos reservaddos de maneira especial pela Santa Sé são: Jogando fora, levando ou retendo as sagradas espécies para outras práticas."
Eu Confesso que joguei, ou causei que fossem jogadas foras aproximadamente 60,000 Hóstias consagradas de 1980 a 1991, e que causei que muitas destas Hóstias fossem pisoteadas ou profanadas. Estes graves pecados não foram motivados por um ódio formal a Deus, mas por um motivo banal - Eu simplesmente não ligava (não estava nem ai'). Eu era um Ministro Extraordinário da Eucaristia e as vezes recebia Nosso Senhor na mão invés de recebe-lo na boca. Como a maioria dos comungantes recebiam na mão, eu gentilmente colocava a Hóstia na palma de suas mãos. E de acordo com minha análise científica, feita juntamente com meu filho Joseph, segue anexado que:
Quando recebe-se a comunhão na mão, se tem, em média, algo em torno de 4 partículas (e/ou farelos) visíveis que se separam de cada Hóstia.
Como prova, comprei da "Catholic Suply of St. Louis Missouri", Hóstias anunciadas como: "Nos temos orgulho de oferecer, de longe, o melhor pão pra altar (Hóstia)."(...)" Todos nossos pães (Hostias) são cuidadosamente moldados, com as bordas seladas que previne farelos."
Ou seja, nos usamos a "melhor" e o resultado do teste foi media 3.68 farelos por comunhão.
Acredito que eu tenha distribuído algo em torno de 15,000 Hóstias aos comungantes no período que fui Ministro da Eucaristia. E' seguro dizer então que isso gerou algo em torno de 60,000 pequeninas partículas visíveis. Quando eu ia receber a comunhão na mão, eu olhava minha palma e 'as vezes encontrava um, dois ou mais fragmentos... Com a ponta de meu dedo indicador procurava "pesca'-las", mas tinha a certeza de que não era todas as partículas que eram recuperadas/consumidas. Como ministro da Eucaristia, de inúmeras Hóstias que entregava nas mãos, eu não me lembro uma vez se quer de ver alguém examinando a palma da mão ou as pontas dos dedos para ver se alguma partícula havia se desmembrado da Hóstia.
Deste modo, o que aconteceu com essas 60,000 partículas contendo Nosso Senhor e Deus em que eu era o responsavel pela distribuição? Simples, elas eventualmente se desprenderiam das mãos desses comunicantes com o movimento de suas mãos, fazendo as mesmas caírem no chão, em suas roupas ou se desprenderiam em qualquer outro local desconhecido. A maioria, poderíamos presumir que cairiam ainda no chão da igreja. A doutrina Católica citada acima atesta que essas partículas são Jesus em Sua totalidade tanto quanto na totalidade que e' encontrada na Hóstia que o padre consagra e comunga!
Assim como eu, qualquer Católico que tiver ido a Missa a onde há Comunhão na mão encontrara' uma variedade de partículas (mesmo que nao percebidas) aonde inconscientemente e repetitivamente estarão esfregando seus pés no rosto do Próprio Jesus Cristo!
Hoje, só de pensar nisso, fico horrorizado. Alguns, incluindo a mim, simplesmente não interessava em saber o que eles faziam. Assim mesmo, será que Nosso Senhor não se angustia em ver essas coisas e essas pessoas que simplesmente "não ligam"(não estão nem ai') ??? O que a Virgem Maria deve pensar deste tratamento dado a Seu crucificado Filho?
Não por mim, mas pelo amor que vossa Santidade tem pela Virgem Maria Mãe de Deus, eu imploro Vossa Santidade duas coisas: Levante essa minha excomunhão e perdoe estes gravíssimos pecados cometidos sem que eu ao menos me preocupasse com Nosso Senhor em Pessoa.
Estudo das Partículas, 17 de Abril 2002
Meu adolescente filho Joseph foi meu auxiliar neste estudo encenando o comungante, enquanto eu o ministro da Eucaristia. Para este estudo, comprei da "Catholic Supply of St. Louis- Missouri", uma caixa de 1,000 (1 1/8" de diametro) hostias para altar, item #57212, anunciadas no web-site http://www.catholicsupply.com/church/wine.html como: "Nos temos o prazer em oferecer de longe a melhor Hóstia para altar. Todas nossas Hostias são cuidadosamente moldadas, com bordas seladas que previne farelos." Esta propaganda, ingenuamente acreditada por muitos, e' uma das razoes por qual decidi fazer tal estudo.
Para este ensaio, meu filho Joseph e eu nos preparamos cuidadosamente lavando nossas mãos e enxugando-as bem com toalhas. Em seguida examinamos nossas pontas dos dedos e a palma esquerda de Joseph, (que estaria recebendo a Hóstia) para assegurarmos que não havia nenhum resíduo de qualquer matéria em suas mãos que pudessem ser confundidos com partículas da "Hóstia". Determinei que iríamos procurar pelas partículas após cada "comunhão" dada em três áreas: ponta dos meus dedos, palma de meu filho Joseph e suas pontas dos dedos. Depois, determinei que contaríamos os resultados de 25 comunhões e registraríamos quantas e aonde essas partículas foram encontradas. Contaríamos somente as partículas vistas a "olhos-nu" por nos dois.
O conteúdo do primeiro pacote de Hóstias foi cuidadosamente esvaziado e colocado num copo de plástico. Recordando meu treinamento de Ministro da Eucaristia (que Deus me perdoe), eu peguei gentilmente a Hóstia entre meu dedo indicador direito e meu dedão para dar a "comunhão" na palma esquerda de Joseph, com firmeza suficiente apenas para assegurar a transferência. Joseph ainda comentou que os Ministros da Eucaristia que lhe davam Comunhão nas missas eram menos gentis. Ele então pegava a "Hóstia" entre seu dedo indicador direito e dedão e colocava-a na língua sem deixar os dedos da mão esquerda tocarem sua língua, enquanto nos dois examinávamos: primeiro, meu dedo indicador direito, depois meu dedão direito, depois sua palma esquerda, depois seu dedo indicador direito, e finalmente seu dedão direito, procurando por partículas da "Hóstia" que poderiam estar aderentes a' nossas mãos pela manipulação múltipla e manuseios desta pratica. Nos raspávamos cuidadosamente qualquer partícula encontrada antes da próxima "comunhão"com a lamina de uma afiada faca para assegurar que não contaríamos qualquer partícula duas vezes.
O que essa experiência estava descobrindo? Encontraríamos part~iculas nestas 25 "Hóstias" que foram uma por uma retiradas do copo de plástico e colocadas na palma de Joseph para que ele as transferissem para a boca? Nos dois ficamos pertubados e assustados com o numero de paríiculas encontradas:
Das 25 "comunhões", nos achamos um total de 92 partículas individuais, visíveis a "olho-nú", o que da uma margem de 3.68 farelos/partículas por "comunhão".
Como detalhado na informação estatística (veja abaixo), encontramos 27 partículas na ponta dos meus dedos, 47 partículas na palma de Joseph, e outras 18 partículas das pontas de seus dedos. Esperamos que essa experiência possa honrar Nosso Senhor e que possa ajudar aqueles que ainda ligam para Ele.
Você leitor desta carta, e' chamado aqui a fazer tudo que estiver ao seu alcance para ajudar a por um fim neste grande mau que, pretende tratar Nosso Senhor da pior maneira possível. Deus não recebera' nos Céus aqueles que O jogam fora, ou aqueles que esfregam as solas de seus sapatos em Seu rosto. Este alerta e' enviado para que vocês possam descartar "qualquer desculpa" neste quesito. O Imperador Japonês, ao condenar a morte verdadeiros Católicos há alguns séculos atrás, ofereciam 'a eles a chance de renunciar a Fé e salvar suas peles. Tudo o que eles tinham que fazer para se livrarem da morte era renunciar a Fé e negar a Cristo pisando numa Cruz de madeira colocada ao chao. Nem mesmo este Imperador foi tão maldoso e demoníaco em fazer estes mártires pisar numa Hóstia Consagrada -O Próprio Deus Todo Poderoso- , mas agora, a maioria dos Bispos Católicos estão 'de facto', ordenando que estas coisas sejam cometidas por todos no's ao entrarmos nestas detestáveis Igrejas.
Qualquer um ao entrar numa Igreja aonde se pratica a comunhão na mão, sem que estas partículas sejam respeitosamente purificadas; estarão entrando num campo minado de "pequenas partículas", e que, com certeza esfregarão seus calcanhares na Sagrada Face de Jesus.
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