Jesus Crucified

Jesus Crucified
Jesus Christ have mercy on us

Holy Tridentine Mass - Santa Missa Tridentina.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Modas indecentes cada vez mais em uso.

Estaremos presenciando a morte da modéstia?

Sob o título acima, a revista americana “Catholique Online” publica artigo de Jennifer Hartline, católica combativa, esposa e dona-de-casa, mãe de três filhos preciosos. A senhora Hartline faz uma descrição das modas femininas atuais, que dispensa comentários e deixa claro por que Nossa Senhora chora. Traduzimos abaixo tópicos desse importante artigo.


“Estou de luto pela morte da modéstia, doente por ver mulheres 'se exibindo' onde quer que eu vá. Isso é tão inevitável quanto lamentável. Entristece-me a sorte dos homens de hoje -- pelo menos dos que procuram agir como cavalheiros. Mal podem eles erguer os olhos acima de seus sapatos, sem serem confrontados com mulheres seminuas. Mais do que falta de consideração, isso é irresponsável, desrespeitoso; e se você quiser saber mais, provavelmente pecaminoso.

Mulheres expõem suas prendas em roupas colantes e curtas, que exibem mais do que escondem, mas se mostram ofendidas quando não são prestigiadas pelas suas habilidades e inteligência. Vendem-se como objeto sexual, mas se mostram chocadas quando tratadas como tal.

E não se enganem, moças, quando vocês andam por aí com a metade dos seios para fora da blusa, ou com sutiãs estreitos e pequenos, com blusas sem a parte de trás, com mini-saias, jeans apertados e saltos altos -- vocês estão se oferecendo como objeto sexual, queiram ou não. [...]

Já é péssimo que a moda feminina adulta esteja voltada para aspectos sexuais, mas o mais lamentável é que isso se tenha estendido às mocinhas. É chocante ver o que se tornou aceitável na moda das jovens. Não se passa um dia sem que eu veja meninas vestidas com roupas que expõem os ombros e os braços, além do umbigo. Roupas que, na minha infância, não me teria sido permitido usar sequer ao sair do banheiro.

Mães protejam a inocência de suas filhas e sua pureza, vestindo-as com modéstia

É doloroso e triste constatar que os pais e mães de hoje não protegem a inocência de suas filhas e sua pureza, vestindo-as com modéstia. As meninas estão aprendendo, em idade ainda muito jovem, que nada há de errado em que seu corpo seja publicamente objeto de consumo, e que sua auto-estima e auto-imagem sejam baseadas na sua capacidade de atração sexual.

Desde tenra idade as sementes da promiscuidade são plantadas, e a partir delas crescem a prática sexual entre não casados, doenças sexualmente transmissíveis, idéias aberrantes sobre sexo, gravidez indesejada, conceitos mórbidos sobre o corpo, relacionamentos destrutivos, corações partidos; e, o pior de tudo, bebês mortos por aborto. Retrocedendo passo a passo, pode-se ver que tudo começa com a falta de modéstia...

Tive recentemente uma troca de e-mails com o presidente de uma empresa de roupas infantis, depois de ficar chocada com o que vi no seu catálogo na internet, onde um maiô para meninas (abaixo de três anos de idade) consistia em apenas dois pedacinhos de tecido imitando joaninhas, presos aos ombros por fios. Muito adequado para exibicionistas do nudismo.

Estamos vivendo numa cultura saturada de sexo e perversões sexuais. Basta um pouco de bom senso para perceber que nossas filhas não devem ficar seminuas em público, mesmo se tiverem apenas dois anos de idade. Um maiô como esse é o sonho de um pedófilo, coisa que não me parece difícil de entender.

A educação de nossas crianças para a abstinência fará reviver com êxito na juventude feminina a modéstia no vestir. Ensinando à menina que seu corpo é sagrado e deve ser tratado com respeito, mostrando-lhe como fazer isso através das roupas que ela veste, será muito menos provável ela tornar-se vítima da impureza.
Vistam-se com dignidade, meninas, e mostrem a si mesmas o respeito que vocês merecem. Quem é cavalheiro compreenderá sua conduta”.(*)


www.catolicismo.com.br

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Santa Missa em Argoncilhe.

Se vive no norte ou no Porto,venha assistir uma vez por mês,á Santa Missa Tridentina,um tesouro imenso de Graças para a sua vida Cristã.
Poderá encontrar nela,o silêncio sagrado e o recolhimento,a meditação e o Amor pela Divina Eucaristia da sagrada Comunhão.
Infelizmente,poucas pessoas vão.Aumente sua fé e sua devoção,participe nesta antiga Missa que é muito agradável a Deus e não admite abusos litúrgicos nem modas indecentes.
A partir,de setembro colabore connosco,combatendo o modernismo secular e teológico desta época de severo ateísmo.Abaixo está mais informação:

PORTO (Arredores) - Rua Alameda das Gorgas, 308, Ribeira da Venda, Argoncilhe.
Na capela de Nossa Senhora das Neves,último Domingo de cada mês às 18h00. Tlf: 93 6550946.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

REALEZA DE MARIA SANTÍSSIMA.

Ângelus do Papa BENTO XVI.

"A PEQUENA MENINA DE NAZARÉ
TORNOU-SE A RAINHA DO MUNDO"

22.08.10 - Castel Gandolfo: “Deus depõe os orgulhosos e poderosos deste mundo e exalta os humildes”: foi o que recordou o Papa Bento XVI ao meio-dia deste domingo antes de rezar a oração mariana do Ângelus, no pátio interno da residência de verão em Castel Gandolfo, comentando a festa litúrgica de hoje da Realeza de Maria. Oito dias após a solenidade da sua Assunção ao Céu, a liturgia nos convida a venerar a Bem-aventurada Virgem Maria com o título de “Rainha”.

“A pequena e simples menina de Nazaré – disse Bento XVI - tornou-se a Rainha do mundo! Esta é uma das maravilhas que revelam o coração de Deus.”

“A Mãe de Cristo – explicou ainda o Papa – é contemplada coroada por seu Filho, isto é, associada à sua Realeza universal, como a representam muitos mosaicos e pinturas”. Uma representação que encontra eco significativo no Evangelho de hoje, onde Jesus diz: “Vejam, há últimos que serão primeiros, e há primeiros que serão últimos”. “Nossa Senhora é o exemplo perfeito de tal verdade evangélica”, disse Bento XVI.

“Na história das cidades e dos povos evangelizados pela mensagem cristã são inúmeros os testemunhos de veneração pública, em certos casos até mesmo institucionais à realeza da Virgem Maria”, continuou o Pontífice chamando a atenção para o fato de que “a realeza de Maria é totalmente relativa à de Cristo”, porque “a Mãe compartilhou com o Filho não só os aspectos humanos” mas “por obra do Espírito Santo” também a “intenção profunda, a vontade divina, de modo que toda a sua vida, pobre e humilde, foi elevada, transformada, glorificada passando através da porta estreita que conduz à salvação, que é o próprio Jesus”.

“Sim, Maria é a primeira a passar através do caminho aberto por Cristo para entrar no Reino de Deus, um caminho acessível aos humildes, àqueles que confiam na palavra de Deus e se comprometem a colocá-la em prática”. Em seguida o Papa concedeu a todos a sua Benção Apostólica.

Na conclusão do encontro com os fiéis e peregrinos em Castel Gandolfo o Papa saudou vários grupos em seus respectivos idiomas. Falando em francês, Bento XVI recordou que faz parte da mensagem cristã a acolhida às pessoas de todas as nações, de todas as culturas.

Os textos litúrgicos de hoje – disse ainda o Pontífice em francês – nos recordam que “todos os homens são chamados à salvação” e contém um convite a acolher as legítimas diversidades humanas seguindo Jesus, que “veio reunir os homens de todas as nações e de todas as línguas”.

O Papa fez ainda uma saudação aos peregrinos de língua portuguesa.

“Saúdo também o grupo brasileiro da paróquia de São Joaquim, diocese de Franca, e demais peregrinos de língua portuguesa, desejando que esta peregrinação vos ajude a fortalecer a confiança em Jesus Cristo e a encarnar na vida a sua mensagem de salvação. De coração vos agradeço e abençôo. Ide com Deus!”

Fonte: Rádio Vaticano.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Ladainha à São José.

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Deus Pai, tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do Mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.
Santa Maria, rogai por nós.
São José, rogai por nós.
Ilustre descendente de Davi, rogai por nós.
Luz dos Patriarcas, rogai por nós.
Esposo da Mãe de Deus, rogai por nós.
Guarda da Virgem pura, rogai por nós.
Pai nutrício do Filho de Deus, rogai por nós.
Insigne defensor de Cristo, rogai por nós.
Chefe da Sagrada Família, rogai por nós.
José justíssimo, rogai por nós.
José castíssimo, rogai por nós.
José prudentíssimo, rogai por nós.
José fortíssimo, rogai por nós.
José obedientíssimo, rogai por nós.
José fidelíssimo, rogai por nós.
Espelho de paciência, rogai por nós.
Amador da pobreza, rogai por nós.
Modelo dos operários, rogai por nós.
Honra da vida doméstica, rogai por nós.
Guarda das virgens, rogai por nós.
Amparo das famílias, rogai por nós.
Alívio dos infelizes, rogai por nós.
Esperança dos enfermos, rogai por nós.
Padroeiro dos moribundos, rogai por nós.
Terror dos demônios, rogai por nós.
Protetor da Santa Igreja, rogai por nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
"Deus o constituiu Senhor de sua casa.
E príncipe de toda a posteridade."
Oremos:
Oh! Deus, que, por uma infalível providência, vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de Vossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo, que na Terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no Céu, como intercessor.
Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.
Acrescentar estas breves súplicas à Santíssima Trindade:
Eterno Pai, pelo amor que tendes a São José, que entre todos o escolhestes para ser vosso representante aqui na terra, tende piedade de mim.
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.
Eterno Divino Filho, pelo amor que tendes a São José, vosso fidelíssimo guarda na terra, tende piedade de mim.
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.
Eterno Divino Espírito Santo, pelo amor que tendes a São José, que com tanta solicitude guardou a Maria Santíssima, vossa esposa predileta, tende piedade de mim.
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.
Termina-se com as seguintes invocações:
Oh! excelso Esposo de Maria e Pai Adotivo de Jesus, pelo tesouro de vossa perfeição, obediência a Deus, tende compaixão de mim.
Pela vossa santa vida cheia de méritos, ouvi-me.
Pelo vosso poderosíssimo nome, ajudai-me.
Pelo vosso clementíssimo coração, favorecei-me.
Pelas vossas santas lágrimas, tende compaixão das minhas.
Pelos vossos dolorosos suspiros, tende piedade do meu sofrer.
Pelas vossas sete dores, tende compaixão de mim.
Pelos vossos sete gozos, consolai-me o coração.
São José, ouvi-me!
São José, atendei-me!
São José, tende compaixão de mim!
De todo mal da alma e do corpo, livrai-me!
Socorrei-me com a vossa santa proteção e na vossa misericórdia e poder alcançai-me do Senhor aquilo que me é necessário e especialmente a graça que necessito.
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.
Finalmente, com grande devoção e convicção, diga-se o credo.

Oração a Cristo Rei Universal.


Oh! Cristo Jesus, reconheço-vos Rei Universal. Tudo o que foi feito, para vós foi criado. Exercei em mim vossos direitos.
Renovo minhas promessas de batismo, renunciando a Satanás, às suas pompas e às suas obras, e prometo viver como bom cristão.
Muito particularmente comprometo-me a fazer triunfar, por todos os meios que puder, os direitos de Deus e de vossa Igreja.
Divino Coração de Jesus, ofereço-vos minhas pobres ações, para alcançar que todos os corações reconheçam vossa realeza e assim se estabeleça no universo inteiro o vosso Reino. Assim seja.

Jaculatórias Indulgenciadas

Ao Rei dos séculos, imortal e invisível, único Deus, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém.


Seja feita, louvada e exaltada eternamente a justíssima, altíssima e amabilíssima vontade de Deus em todas as coisas.

Benção e claridade e sabedoria e ação de graças, honra, virtude e fortaleza ao nosso Deus pelos séculos dos séculos! Amém.

Em vossas mãos Senhor entrego meu espírito.

Ó Deus, vinde em meu auxílio; senhor apressai-vos a socorrer-me.

Senhor, aumentai-nos a fé.

Senhor, não vos lembreis de nossas antigas maldades, e perdoai os nossos pecados por amor de vosso nome!

Eterno Pai, eu vos ofereço o Sangue Preciosíssimo de Jesus Cristo em desconto dos meus pecados, em sufrágio das santas almas do purgatório e pals necessidades da Santa Igreja.

Jesus Manso e humilde de coração, fazei nosso coração semelhante ao vosso!

Sacratíssimo Coração de Jesus, tende piedade de nós!

Enviai, Senhor, operários à vossa messe!

Suplicamos-vos, Senhor, concedei que na hora de nossa morte mereçamos ser confortados com os sacramentos, purificados de todas as culpas e recebidos jubilosos no seio de vossa misericórdia! Por Cristo Nosso senhor. Assim seja.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!

Jesus, Maria, José!

Jesus, Maria, José, expire minha alma em paz em vossa companhia.

Nossa Senhora da Conceição Aparecida ( ou de Lourdes ou outro título aprovado pela Igreja) rogai por nós.

Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos, porque por vossa santa cruz remistes o mundo.

Senhor meu e Deus meu!

Adoramo-vos Senhor santíssimo, Jesus Cristo, aqui e em todas as vossas igrejas do mundo inteiro, e bendizemos-vos porque por vossa santa cruz remistes o mundo.

terça-feira, 6 de abril de 2010

As Quinze Promessas do Rosário.



1. A quem me sirva, rezando diariamente meu Rosário, receberá qualquer graça que me peça.

2.Prometo minha especialíssima proteção e grandes benefícios aos que devotamente rezem meu Rosário.

3. O Rosário será um fortíssimo escudo de defesa contra o inferno, destruirá os vícios, livrará dos pecados e exterminará as heresias.

4. O Rosário fará germinar as virtudes este também fará que seus devotos obtenham tudo da misericórdia divina; substituirá no coração dos homens o amor do mundo pelo amor por Deus e os elevará a desejar as coisas celestiais e eternas.


Quantas almas por este meio se santificarão !.

5. A alma que se encomende pelo Rosário não perecerão.

6. Aquele que com devoção rezar meu Rosário, considerando os mistérios, não se verá oprimido pela desgraça, nem morrerá morte desgraçada; se converterá, se é pecador; perseverará nas graças, se é justo, e em todo caso será admitido na vida eterna.

7. Os verdadeiros devotos de meu Rosário não morrerão sem auxílios da Igreja.

8. Quero que todos os devotos de meu Rosário tenha em vida e em morte a luz e a plenitude da graça, e sejam participantes dos méritos dos bem-aventurados.

9. Livrarei de pronto do purgatório as almas devotas do Rosário.

10. Os Filhos verdadeiros de meu Rosário desfrutarão no Céu uma Glória singular.

11. Todo o que se pedir por meio do Rosário se alcançará prontamente.

12. Socorrerei em todas as suas necessidades aos que propaguem meu Rosário.

13. Todos os que rezarem o Rosário terão por irmãos na vida e na morte a os bem-aventurados do Céu.

14. Os que rezam meu Rosário são todos filhos meus muito amados e irmãos de meu Unigênito Jesus.

15. A devoção ao Santo Rosário é um sinal de predestinação a Glória.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Jesus doesn´t like the new Mass,told by Marie Julie

The Problems with the New Liturgy


The History and Nature of the Old and New Mass

In 1969, Paul VI issued a New Order of the Mass that is now used throughout the world in Catholic churches. Before this time, what is commonly referred to as the "Tridentine" or "Latin" Mass, was used by the Church. The Canon, or main part, of this Tridentine Mass, is essentially the same as what the Apostles themselves used, as given to them by Our Lord. Since the time of Christ to 1962, a total of 26 words have been added to the Traditional Canon. Thus, the holy Council of Trent states that this Canon is composed out of the very words of the Lord, the tradition of the Apostles, and the pious institutions of the holy Pontiffs (the 26 words). This is why St. John Vianney said of this Mass: "All the good works together are not of equal value with the Sacrifice of the Mass because they are the works of man, and the Holy Mass is the work of God." Pope Pius IX, when requested to add the name of St. Joseph to the Canon, replied: "I am only the Pope. What power have I to touch the Canon?"

Because of the hallowed sacredness of the Roman Rite and to protect it, Pope St. Pius V codified the Traditional Latin Mass using the strongest language in the proclamation Quo Primum in 1570. It says in part:

"At no time in the future can a priest, whether secular or order priest, ever be forced to use any other way of saying Mass. And in order once and for all to preclude any scruples of conscience and fear of ecclesiastical penalties and censures, we declare herewith that it is by virtue of our Apostolic authority that we decree and prescribe that this present order and decree of ours is to last in perpetuity, and never at a future date can it be revoked or amended legally. . . .

"And if, nevertheless, anyone would dare attempt any action contrary to this order of ours, handed down for all times, let him know that he has incurred the wrath of Almighty God, and of the Blessed Apostles Peter and Paul."


Despite such a forcible proclamation, the new rite was introduced in 1969. For what reason would the pope ever change the Mass and what are the differences? The use of the vernacular as opposed to Latin in this rite represents a minor difference between the two Masses compared with the other changes. A total of 35 prayers or about 70% of the Tridentine Mass was replaced or discarded. This includes massive changes in the Canon of the Mass and even in the form of the consecration of the Eucharist, which words come directly from Our Lord's words in the Bible. Every other aspect of the Roman Rite changed as well. Sacred Gregorian chant was usurped by guitar, folk, disco, and even rock music. The priest faces the people instead of the altar and tabernacle. Neither the tabernacle or altar are even present now and Communion is received in the hand. Altar girls, liturgical dancing, Eucharistic ministers, and all other manner of scandal are common and accepted.

None of this is surprising, however, when one considers the origin and motivation for the New Mass. It was formed by a council of 200 individuals, among whom were 6 Protestant ministers who were thanked by Paul VI for their assistance in re-editing in a new manner liturgical texts. Paul VI's intention in replacing the liturgy received directly from Our Lord, according to his intimate friend, Jean Guitton, was "to reform the Catholic Liturgy in such a way that it should almost coincide with the Protestant liturgy." This motive alone explains why such incredible differences exist between the new liturgy and the old, why the New Mass has had disastrous effects, and why Our Lord would give warnings to one of His chosen souls against this Mass.



Prophecy of Marie-Julie Jahenny

Marie-Julie Jahenny, the mystic and Stigmatist of La Fraudais and perhaps the greatest mystic in the history of the Church, was born on the 12th of February, 1850, in a little village in Brittany (in the West of France), called Blain. The eldest of five children, she was brought up by her simple, good parents in that lively faith for which Bretons are renowned. Our Lord favored her with many graces from the time of her First Holy Communion, graces to which she corresponded with ever increasing devotion. She joined the Franciscan Third Order when in her early twenties, to help to sanctify herself in the world.



In 1873, she received from Heaven that most remarkable mystic gift, the Stigmata. From the age of twenty-three until her death, some sixty years later, she bore in her body the Wounds of Our Lord to a more visible degree than had any other stigmatist in the Church's history. In addition to the Five Wounds of the Sacred Hands, Feet and Side, Marie-Julie suffered the Wounds inflicted by the Crown of Thorns and the Cross on Our Lord's Sacred Head and Shoulder respectively, the Wounds of His Scourging, those caused by the ropes with which He was bound, as well as other Wounds of a more mystical nature.

Henceforth, Marie-Julie lived her life of coredemptive suffering (as a victim soul) in a little cottage in the hamlet of La Fraudais, near Blain. She thus fulfilled Our Blessed Lord's desire for her to make reparation for the sins of France and the world. She was favored with frequent visions of Jesus and Mary, as well as many prophetic lights.



The truth of the Heavenly warnings of which she was to be the humble messenger was vindicated by her characteristic simplicity and honesty, her exemplary obedience to her spiritual directors and her Bishop, and of course, by the fulfillment of all she prophesied during her long life. With unfailing accuracy she foretold the two World Wars, the election of Pope Saint Pius X, the various persecutions of the Church, the chastisements and the fate of apostate France. Much remains to unfold. Her warnings for the Last Times should be read by all "who have ears."


Marie-Julie was the wonder of the many scientists who examined her continually, the scorn of unbelievers and the proud, the admiration of her lifelong friend, Monsignor Fourier, Bishop of Nantes, and of the devoted circle of those who made the diffusion of her messages to an ungrateful and unheeding world their life's work. She went to her Heavenly reward on March 4, 1941.


Blind, deaf, dumb and crippled, she had subsisted miraculously on the Blessed Sacrament alone, for the last many years of her life. Surely then, we will not pass over lightly what God has confided to her for the benefit of our own sad days. Now read Marie-Julies's prophecies concerning the new liturgy:



On November 27, 1902 (Ed. note: The seventy-second anniversary of the Miraculous Medal Apparition [November 27, 1830]) and on May 10, 1904, Our Lord warned of the new liturgy which would one day be instituted:



"I give you a warning. The disciples who are not of My Gospel are now working hard to remake according to their ideas, and under the influence of the enemy of souls, a Mass that contains words which are odious in My Sight. When the fatal hour arrives where the faith of my priest is put to the test, it will be these texts that will be celebrated, in this second period."
"The first period is the one of My Priesthood, existing since Me. The second is the one of the persecution, when the enemies of the Faith and of Holy Religion will impose their formulas in the book of the second celebration. Many of My holy priests will refuse this book, sealed with the words of the abyss. Unfortunately, amongst them are those who will accept it."


On May 10, 1904, Our Lady describes the new clergy and its liturgy:

"They will not stop on this hateful and sacrilegious road. They will go further to compromise all at once, and in one blow, the Holy Church, the clergy, and the Faith of my children."
She announces the "dispersion of the pastors" by the Church herself; true pastors, who will be replaced by others formed by Hell: "...new preachers of new sacraments, new temples, new baptisms, new confraternities."

Fruits of the New Mass

"By their fruits you shall know them. Do men gather grapes of thorns, or figs of thistles? Even so every good tree bringeth forth good fruit, and the evil tree bringeth forth evil fruit. A good tree cannot bring forth evil fruit, neither can an evil tree bring forth good fruit." (Matt. 7:15-17) Given the foregoing, it should be plain that the New Mass was conceived for an evil purpose and constructed by evil means. It only follows that such a tree would have disastrous effects on the Church. Let us look at its fruits.

From 1965 to 1973, between 22,000 and 25,000 priests left the priesthood to get married. By 1994, this figure had reached almost 100,000. In 1970 there were 1,003,670 women religious with perpetual or provisional vows; in 1992 that number was down to 655,031. In 1962, there were 46,189 seminarians in the U.S. By early 1992, this number had plummeted to 6,247. In countries such as France and Holland the percentage of Catholics at Mass each Sunday has declined to a single digit. In the U.S., attendance has declined from 71 percent in 1963 to 25 percent in 1993, a decrease of 65 percent. Newsweek polls and surveys show that only 15% of Catholics believe they should always obey Church teaching, nearly as many Catholics think abortion is permissible as non-Catholics, and 75% of Catholics disagree with Church teaching forbidding divorce and contraception. Another study revealed that only 25% of Catholics now believe in the Real Presence and only 50% of the priests.
Who could possibly claim that there is not a terrible crisis of Faith in the Catholic Church? Such are the fruits of the New Mass.



Conclusion

The New Mass is damned by its own nature, by its fruits, and even by Our Lord Himself. The crisis in the Church will continue to worsen until we return to orthodoxy and discipline. Please pray that our dear Savior will grant to restore the Traditional Latin Mass fully throughout the entire Church.
The New Mass cannot have come from God, whereas the True Mass came directly from God. The only safe course to follow is to attend the Traditional Mass at any cost. It is not worth risking the loss of your soul for all eternity.

Mensagem de Nossa Senhora ao Beato Alano

Mensagem de Nossa Senhora

Ao Beato Alano, Ela disse:
 "Grande quantidade de indulgências foram concedidas ao meu Rosário, mas fica sabendo que Eu acrescentarei ainda muitas mais, aos que rezarem o terço em estado de graça, de joelhos e devotamente. E a quem nas mesmas condições perseverar nessa devoção, Eu lhe obterei no fim da vida, como recompensa por esse bom serviço, a plena remissão da pena e da culpa de todos os seus pecados".

sábado, 27 de março de 2010

Vamos rezar pelo Santo Papa

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Amigos! Estamos vivendo um tempo de muita persiguicao a Igreja Catolica! Tambem vemos com nososs proprios olhos a cultura da morte(aborto,eutanasia, divorcios,imoralidade, homosexualidade, poucos valores morais). A cada dia a Igreja Catolica sofre ataques ferozes na midia.
Nos catolicos devemos rezar pelo Santo Papa, que esta alvo de muitos ataques.Nos catolicos devemos nos unir, e acreditar na inocencia do Santo Papa Bento XVI. Vamos rezar por ele. E tambem vamos rezar por todos os seminaristas que estao a se preparar para o sacerdocio para que sejam bons padres, fieis ao Vaticano, fies` as tradicoes e ensinamentos da Igreja Catolica. Vamos tambem rezar pelo aumento das vocacoes religiosas. Pela conversao de todos os catolicos que estao com risco de perder suas almas pela corrupcao da vida moderna e liberal.Pela conversao dos catolicos que dao apoio ao aborto e eutanasia e ao casamento gay, que estao sendo influenciados por padres modernos e nao-castos.
Vamos pedir ao Imaculado Coracao de Maria pela conversao da Russia, assim como pediu Nossa Senhora em Fatima.
Vamos consolar Nosso Senhor Jesus por tantas ofensas, injurias e falta de respeito contra Jesus e os que estao contra a Igreja Catolica.
Favor, amigos. Apenas ums minutinhos de oracao hoje.Um Pai Nosso, uma Ave Maria, um Gloria ao Pai, nestas intencoes de hoje.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Tudo poderá mudar em Portugal

Sancta Missa


Janeiro 25, 2010 por Cantius



Nós, Cónegos Regulares de S. João Câncio (CRSJC), começamos este apostolado em Terras de Santa Maria, num ano de Graça para Portugal. Ano em que o Sumo Pontífice, o Papa Bento XVI, peregrina ao Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Estar junto a Pedro é sempre uma experiência fortíssima de fé na catolicidade da Igreja Una e Santa.

É nosso desejo realizar as exigências do nosso Carisma - Instaurare sacra – também em Portugal. Por conseguinte, queremos ajudar a promover, na Igreja portuguesa, uma resposta ao apelo feito pelo Santo Padre com o Motu Proprio Summorum pontificum cura.

Para melhor podermos preparar o nosso apostolado, pedimos a colaboração de todos quantos gostavam de conhecer mais profundamente e mesmo aprender a celebrar a Santa Missa na forma extraordinária do Rito Romano – Sacerdotes (indicar Diocese), Diáconos (indicar Diocese), Seminaristas (indicar ano e Diocese), Consagrados (indicar congregação), Leigos (indicar Diocese). Desde modo, pode votar na sondagem (que surge no fim deste post) e validar o seu voto enviando-nos um e-mail para sanctamissa.portugal@gmail.com, com o seu nome (mais indicação pedida) e contacto . De modo a permitir-nos perceber a pertinência desta acção em Portugal.



Que tudo seja ad majorem Dei gloriam!

http://sanctamissaportugal.wordpress.com/

Filme blasfemo, por favor defendam Nosso Senhor Jesus Cristo.

Filme blasfemo "O Corpo de Cristo"

Repassando.

Olá pessoal,
O filme intitulado 'Corpus Christis' (O Corpo de Cristo), que vai sair em breve na América do Norte, mostra Nosso Senhor Jesus Cristo mantendo relações homossexuais com os seus discípulos. A versão teatral já se apresentou. É uma paródia repugnante de Nosso Senhor. Uma ação concentrada da nossa parte poderia mudar as coisas.

Lutemos contra este ultrage!!


http://pelatradicao.blogspot.com/

segunda-feira, 22 de março de 2010

O terço desprezado pelos Cristãos.

Em quantas paróquias de Portugal e do mundo inteiro católico, o Rosário é desprezado,quanta dor sente A Virgem Santíssima,pois nos recomendou como vindo de Deus.A humanidade tornou-se pagã, depois de 2000 anos de Cristianismo,que horror!
  Quantas almas caiem no inferno diariamente, devido á falta de oração e sacrifício, por essas almas não terem quem ore por elas, para obterem uma contrição perfeita e uma dor viva de seus pecados, para que sejam perdoados e a Misericórdia de Deus as envolva e as conduzem ao seu seio Divinal e ao Paraíso Celestial.
 Tantas Graças nos deu a Nossa Querida Mãe,no rosário e continuamos a lhe desobedecer.
 Se todos os Cristãos rezassem o terço pela humildade,santidade e pureza dos sacerdotes e outras intenções particulares,não teríamos o escândalo dos divórcios,nem os abortos aumentavam e muito menos casamentos de homossexuais.O diagnóstico é terrível e previsível,uma apostasia da fé católica e do mundo.
 O ecumenismo é uma forma subtil da idolatria dos nossos tempos e a liberdade de consciência, religiosa e da imprensa torna a fé do católico mais fraca.
   O modernismo arruinou nossas almas e nossa vida.
  Há quantos anos Nossa Senhora nos pede a consagração da rússia e até agora nada, como meio para obter a paz no mundo e para que Nosso Senhor possa reinar Como Cristo Rei.
Orar,orar,orar e assistir á Missa Tridentina,confissão e comunhão.
 Sobretudo a paz virá de fátima e não da ONU ou NATO.
   Com a vinda do Santo Padre Bento XVI, talvez mude algo aqui em Portugal ,mas o Coração Imaculado de Maria já começa a triunfar sobretudo a partir das Missas Tridentinas e de uma fé mais firme, e da recitação do terço e pelo abandono do ecumenismo.
 Rezem sempre pelas almas do purgatório,pelos agonizantes e pela conversão dos pecadores.

Preciosíssimo Sangue de Jesus.

Oração de Santa Catarina de Siena
ao Preciosíssimo Sangue de JESUS

Preciosíssimo sangue; oceano da divina misericórdia:
Derramai-vos sobre nós!

Preciosíssimo sangue; a mais pura oblação:
Obtenha-nos toda a graça!

Preciosíssimo sangue; auxílio e refúgio dos pecadores:
Purificai-nos!

Preciosíssimo sangue; delícia das almas santas:
Guiai-nos! Amém!


Fonte:http://www.derradeirasgracas.com/2.%20Segunda%20Página/As%20Devoções/1.%20DEVOÇÕES%20A%20JESUS%20CRISTO/AO%20PRECIOSÍSSIMO%20SANGUE%20DE%20JESUS/Oração%20de%20Santa%20Catarina%20de%20Siena%20ao%20Preciosíssimo%20Sangue%20de%20JESUS.htm

terça-feira, 16 de março de 2010

Oração à Chaga do Ombro de Jesus .

Perguntando São Bernardo ao Divino Redentor, qual era a dor que sofrera mais, e desconhecida dos homens:

Jesus lhe respondeu:

"Eu tinha uma chaga profundíssima no ombro sobre o qual carreguei minha pesada cruz:
Essa chaga era mais dolorosa que as outras.
Os homens não fazem dela menção, porque não a conhecem.
Honra pois, essa chaga a farei tudo o que por ela me pedires".

Oração:

Oh! amante Jesus, manso cordeiro de Deus, apesar de ser eu uma criatura miserável e pecadora vos adoro e venero a chaga causada pelo peso de vossa cruz, que dilacerando vossas carnes, desnudou os ossos de vosso ombro Sagrado e da qual vossa Mãe dolorosa tanto se compadeceu.
Também eu, ó altíssimo Jesus, me compadeço de vós e do fundo do meu coração vos louvo, vos glorifico, vos agradeço por essa chaga dolorosa de vosso Ombro em que quisestes carregar vossa Cruz por minha salvação.
Ah! pelos sofrimentos que padecestes e que aumentaram o enorme peso de vossa Cruz vos rogo com muita humildade:
Tende piedade de mim, pobre criatura pecadora, perdoai os meus pecados e conduzi-me ao céu pelo caminho da Cruz.

Rezam-se sete Ave-Marias e acrescenta-se:

"Minha Mãe Santíssima imprimi em meu coração as Chagas de Jesus Crucificado"



Indulgência de 300 dias cada vez.

"Oh! dulcíssimo Jesus, não sejais meu juiz, mas meu Salvador"

Indulgência de 100 dias cada vez.

A devoção das três Ave-Marias.

As três Ave-Marias




Como Santa Matilde suplicasse à Santíssima Virgem que a assistisse na hora da morte, ouviu que a benignissima Senhora lhe disse: "Sim o farei; mas quero que por sua parte me rezes diariamente três Ave-Marias. A primeira, pedindo que assim como Deus Pai me elevou a um trono de glória sem igual, fazendo-me a mais poderosa no céu e na terra, assim também eu te assista na terra para fortificar-te e afastar de ti toda potestade inimiga. A segunda Ave-Maria me pedirás que assim como o Filho de Deus me concedeu a sabedoria, em tal extremo que tenho mais conhecimento da Santíssima Trindade que todos os Santos, assim eu te assista na passagem da morte para encher tua alma das luzes da fé e da verdadeira sabedoria, para que não a obscureçam as trevas do erro e ignorância. A terceira, pedirás que assim como o Espírito Santo me concedeu as doçuras de seu amor, e me tem feito tão amável que depois de Deus sou a mais doce e misericordiosa, assim eu te assista na morte enchendo tua alma de tal suavidade de amor divino, que toda pena e amargura da morte se troque para ti em delicias."

A prática desta devoção consiste em rezar todos os dias três Ave-Marias agradecendo à Santíssima Trindade os dons de Poder, Sabedoria e Amor que outorgou à Virgem Imaculada, e pedindo a Maria que use deles em nosso auxílio. Modo de praticar esta devoção: Todos os dias, rezar o seguinte:

 Maria, Minha boa Mãe ; livrai-me de cair em pecado mortal!
1- Pelo o Poder que te concedeu o Pai Eterno. Rezar um Ave-Maria.

 2- Pela Sabedoria que te concedeu o Filho. Rezar um Ave-Maria.

 3- Pelo Amor que te concedeu o Espírito Santo.Rezar um Ave-Maria.

terça-feira, 9 de março de 2010

ARCEBISPO DOM RANJITH DECLARA GUERRA AOS DESVIOS LITÚRGICOS DURANTE A MISSA

05/03/2010 às 07:50


04.03.2010 - Colombo (Sri Lanka), Dom Ranjith declara guerra aos desvios litúrgicos dos Neocatecumenais [e dos Carismáticos] : “Vetados os cantos e danças durante a missa, obrigatória a comunhão de joelhos”

CIDADE DO VATICANO (Petrus) – Dom Malcolm Ranjith é alguém que entende de Liturgia. Foi, de fato, Secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos antes de Bento XVI nomeá-lo, no ano passado, arcebispo de Colombo, no Sri Lanka. O Papa confia muito nele, a tal ponto que deve criá-lo Cardeal no próximo consistório. Dom Ranjith (na foto) se tornou muito admirado nos seus anos de serviço no Vaticano pela nobre defesa da gloriosa tradição litúrgica da Igreja, uma batalha que retomou energicamente em sua nova diocese, proibindo extravagância e improvisações durante a celebração da Eucaristia e “recomendando” a administração da Comunhão apenas sobre a língua e aos fiéis ajoelhados, como já é o caso durante a missa presidida pelo Pontífice. Mas aqui está o texto completo, rico em muitíssimos elementos, enviado pelo arcebispo de Colombo a seus sacerdotes e fiéis, com particular referência àqueles pertencentes aos movimentos (entre os quais recai seguramente o Caminho Neocatecumenal, mas Dom Ranjith não o cita explicitamente) que, habitualmente, se aproximam da Eucaristia de um modo diferente do estabelecido pela Igreja ou participam da missa com cantos e danças em torno do altar, permitindo, contudo, a pregação por leigos durante a celebração:


“Queridos irmãos e irmãs,
     Recentemente, algumas pessoas e movimentos católicos de renovação desenvolveram muitos exercícios para-litúrgicos não previstos pelo calendário paroquial ordinário. Apreciando as numerosas conversões, o valor do testemunho, o entusiasmo renovado pela oração, a participação dinâmica e a sede da Palavra de Deus, como bispo diocesano e administrador geral dos mistérios de Deus na igreja local a mim confiada, sou o moderador, o promotor e o guardião da vida litúrgica da arquidiocese de Colombo. Como tal, vos convido a refletir sobre os aspectos litúrgicos e eclesiológicos relacionados a esta nova situação e vos peço insistentemente que respeiteis as diretrizes enunciadas na presente circular de efeito imediato.
   A Eucaristia é a celebração do mistério pascal por excelência dado à Igreja pelo próprio Jesus Cristo. Jesus Cristo é o princípio de toda liturgia na Igreja e por esta razão toda liturgia é essencialmente de origem divina. Ela é o exercício da Sua função sacerdotal e, portanto, não é certamente um simples empreendimento humano ou uma inovação piedosa.
   Na verdade, é incorreto definí-la uma simples celebração da vida. É muito mais do que isso. É a fonte e o ápice do qual todas as graças divinas enchem a igreja. Este sagrado mistério foi confiado aos apóstolos pelo Senhor e a Igreja cuidadosamente preservou a celebração ao longo dos séculos, dando vida à tradição sagrada e a uma teologia que não cedem à interpretação individual ou privada. Nenhum padre, conseqüentemente, diocesano ou religioso que seja, proveniente de uma outra arquidiocese ou mesmo do exterior, está autorizado a modificar, adicionar ou suprimir qualquer coisa no rito sagrado da missa. Não se trata de uma novidade, mas de uma decisão tomada em 1963 pela Constituição “Sacrosanctum Concilium” (22, 3), a Constituição Dogmática sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, posteriormente reiterada várias vezes em documentos como “Sacramentum Caritatis”, de Sua Santidade Bento XVI, e “Ecclesia de Eucharistia” do Papa João Paulo II, de venerada memória. A este respeito, convém mencionar explicitamente alguns elementos: os sacerdotes não estão autorizados a modificar ou improvisar a Oração Eucarística ou outras orações imutáveis da Missa — mesmo quando se trata de dar detalhes sobre um elemento já presente — cantando respostas ou explicações diferentes. Devemos compreender que a liturgia da Igreja é estreitamente ligada à sua fé e sua tradição: “Lex orandi, lex credendi”, a regra da oração é a regra de fé!
   A liturgia nos foi dada somente pelo Senhor, ninguém mais, portanto, tem o direito de mudá-la; as manifestações do tipo “Praise and Worship” (literalmente “louvor e adoração”, mas aqui diz respeito a uma corrente musical de estilo gospel, NdT) não são permitidos no rito da Missa. A música desordenada e ensurdecedora, as palmas, os longos discursos e os gestos que perturbam a sobriedade da celebração não são autorizados. É muito importante que compreendamos a sensibilidade cultural e religiosa do povo do Sri Lanka. A maioria dos nossos compatriotas são budistas e por este motivo estão habituados a um culto profundamente sóbrio; por sua vez, nem os muçulmanos nem os hindus criam agitação em sua oração. Em nosso país, além do mais, há uma forte oposição às seitas cristãs fundamentalistas e nós, como católicos, nos esforçamos para fazer compreender que os católicos são diferentes dessas seitas. Alguns destes chamados exercícios de louvor e adoração se assemelham mais aos exercícios religiosos fundamentalistas que a um culto católico romano. Que seja permitido respeitar a nossa diversidade cultural e a nossa sensibilidade; a Palavra de Deus prescrita não pode ser alterada aleatoriamente e o Salmo responsorial deve ser cantado e não substituído por cantos de meditação.
    A dimensão contemplativa da Palavra de Deus é de suma importância. Em alguns serviços para-litúrgicos as pessoas hoje têm a tendência a se tornar extremamente faladoras e tagarelas. Deus fala e nós devemos escutá-Lo; para ouvir bem, o silêncio e a meditação são mais necessários que a exuberância cacofônica; os sacerdotes devem pregar a Palavra de Deus sobre os mistérios litúrgicos celebrados. É expressamente proibido aos leigos pregar durante as celebrações litúrgicas; a Santíssima Eucaristia deve ser administrada com extremo cuidado e máximo respeito, e exclusivamente por aqueles autorizados a fazê-lo. Todos os ministros, ordinários e extraordinários, devem estar revestidos dos ornamentos litúrgicos apropriados.
    Recomendo a todos os fiéis, inclusive religiosos, receber a comunhão com reverência, de joelhos e na boca. A prática da auto-comunhão é proibida e pediria humildemente a cada sacerdote que a permite que suspendesse imediatamente esta prática; todos os sacerdotes devem seguir o rito da missa como determinado, de modo a não dar espaço a comparações ou opor as Missas celebradas por alguns sacerdotes às outras Missas ditas pelo resto dos sacerdotes; as bênçãos litúrgicas são reservadas exclusivamente aos ministros da liturgia: bispos, sacerdotes e diáconos. Todos podem rezar uns pelos outros. Recomenda-se insistentemente, entretanto, não usar gestos que podem provocar fantasias, confusões ou uma interpretação errônea”.


Fonte: http://fratresinunum.com

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O SANTO ESCAPULÁRIO DO CARMO.

O SANTO ESCAPULÁRIO DO CARMO








No dia 16 de julho, há 750 anos, o mais extraordinário penhor de salvação jamais dado ao homem - o Escapulário do Carmo - era entregue a São Simão Stock. Por isso, os carmelitanos declararam 2001 "Ano Mariano" para toda a Ordem.

Certo dia, que já vai longe, andando pelas ruas de Roma, encontraram-se três insignes homens de Deus.

Um era Frei Domingos de Gusmão, que recrutava membros para a Ordem que fundara, a dos Pregadores, mais tarde conhecida como dos "dominicanos". Outro era o Irmão Francisco de Assis, o Poverello, que havia pouco reunira alguns homens para servir ao que chamava a Dama Pobreza. O terceiro, Frei Ângelo, tinha vindo de longe, do Monte Carmelo, na Palestina, chamado a Roma como grande pregador que era.





Os três, iluminados pelo Divino Espírito Santo, reconheceram-se mutuamente, e no decurso da conversa fizeram muitas profecias.

Santo Ângelo, por exemplo, predisse os estigmas que seriam concedidos por Deus a São Francisco.


E São Domingos profetizou: "Um dia, Irmão Ângelo, a Santíssima Virgem dará à tua Ordem do Carmo uma devoção que será conhecida pelo nome de Escapulário Castanho, e dará à minha Ordem dos Pregadores uma devoção que se chamará Rosário. E um dia Ela salvará o mundo por meio do Rosário e do Escapulário".

No lugar desse encontro construiu-se uma capela, que existe até hoje em Roma.



A Grande Promessa: não irás para o fogo do inferno


Se a bula Papal aplacara momentaneamente o furor dos inimigos do Carmelo, não o fizera cessar de todo.

Depois de um período de calmaria, as perseguições recomeçaram com mais intensidade. Carente de auxílio humano, São Simão recorria à Virgem Santíssima com toda a amargura de seu coração, pedindo-Lhe que fosse propícia à sua Ordem, tão provada, e que desse um sinal de sua aliança com ela.



Na manhã do dia 16 de julho de 1251, suplicava com maior empenho à Mãe do Carmelo sua proteção, recitando a bela oração por ele composta, Flor Carmelis.

Segundo ele próprio relatou ao Pe. Pedro Swayngton, seu secretário e confessor, de repente "a Virgem me apareceu em grande cortejo, e, tendo na mão o hábito da Ordem, disse-me:


"'Recebe, diletíssimo filho, este Escapulário de tua Ordem como sinal distintivo e a marca do privilégio que eu obtive para ti e para todos os filhos do Carmelo; é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos, aliança de paz e de uma proteção sempiterna.

Quem morrer revestido com ele será preservado do fogo eterno'".

Essa graça especialíssima foi imediatamente difundida nos lugares onde os carmelitas estavam estabelecidos, e autenticada por muitos milagres que, ocorrendo por toda parte, fizeram calar os adversários dos Irmãos da Santíssima Virgem do Monte Carmelo.

São Simão atingiu extrema velhice e altíssima santidade, operando inúmeros milagres, tendo também obtido o dom das línguas; entregou sua alma a Deus em 16 de maio de 1265.


Privilégio Sabatino: livre do Purgatório no primeiro sábado após a morte



Além dessa graça específica da salvação eterna, ligada ao Escapulário, Nossa Senhora concedeu outra, que ficou conhecida como privilégio sabatino.

No século seguinte, apareceu Ela ao Papa João XXII, a 3 de março de 1322, comunicando àqueles que usarem seu Escapulário:



"Eu, sua Mãe, baixarei graciosamente ao purgatório no sábado seguinte à sua morte, e os levarei daquelas penas e os levarei ao monte santo da vida eterna" .



Quais são, então, as promessas específicas de Nossa Senhora?


1º. Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno.

Que desejava Nossa Senhora dizer com estas palavras?- Em primeiro lugar, ao fazer a sua promessa, Maria não quer dizer que uma pessoa que morra em pecado mortal se salvará.

A morte em pecado mortal e a condenação são uma e a mesma coisa. A promessa de Maria traduz-se, sem dúvida, por estas outras palavras:

"Quem morrer revestido do Escapulário, não morrerá em pecado mortal".

Para tornar isto claro, a Igreja insere, muitas vezes, a palavra "piamente" na promessa: "aquele que morrer piamente não padecerá do fogo do inferno".





2º. Nossa Senhora livrará do Purgatório quem portar seu Escapulário, no primeiro sábado após sua morte.





Embora freqüentemente se interprete este privilégio ao pé da letra, isto é, que a pessoa será livre do Purgatório no primeiro sábado após sua morte, "tudo que a Igreja, para explicar estas palavras, tem dito oficialmente em várias ocasiões, é que aqueles que cumprem as condições do Privilégio Sabatino serão, por intercessão de Nossa Senhora, libertos do Purgatório pouco tempo depois da morte, e especialmente no sábado" .




De qualquer modo, se formos fiéis em observar as palavras da Virgem Santíssima, Ela será muito mais fiel em observar as suas, como nos mostra o seguinte exemplo:

Durante umas missões, tocado pela graça divina, certo jovem deixou a má vida e recebeu o Escapulário. Tempos depois recaiu nos costumes desregrados, e de mau tornou-se pior. Mas, apesar disso, conservou o santo Escapulário.


A Virgem Santíssima, sempre Mãe, atingiu-o com grave enfermidade. Durante ela, o jovem viu-se em sonhos diante do justíssimo tribunal de Deus, que devido às suas perfídias e má vida, o condenou à eterna danação.



Em vão o infeliz alegou ao Sumo Juiz que portava o Escapulário de sua Mãe Santíssima.

- E onde estão os costumes que correspondem a esse Escapulário? - Perguntou-lhe Este.

Sem saber o que responder, o desditoso voltou-se então para Nossa Senhora.

- Eu não posso desfazer o que meu Filho já fez - respondeu-lhe Ela.

- Mas, Senhora! - exclamou o jovem - Serei outro.

- Tu me prometes?

- Sim.

- Pois então vive.



Nesse momento o doente despertou, apavorado com o que vira e ouvira, fazendo votos de portar doravante mais seriamente o Escapulário de Maria.

Com efeito, sarou e entrou para a Ordem dos Premonstratenses. Depois de vida edificante, entregou sua alma a Deus. Assim narram as crônicas dessa Ordem.


O Escapulário e Fátima

Tem o Escapulário alguma relação com Fátima?

Sim. Após a última aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria, surgiram aos olhos dos três videntes diversas cenas.

Na primeira, ao lado de São José e tendo o Menino Jesus ao colo, Ela apareceu como Nossa Senhora do Rosário.

Em seguida, junto a Nosso Senhor acabrunhado de dores a caminho do Calvário, surgiu como Nossa Senhora das Dores.

Finalmente, gloriosa, coroada como Rainha do Céu e da Terra, a Santíssima Virgem apareceu como Nossa Senhora do Carmo, tendo o Escapulário à mão.

- Que pensa da razão por que Nossa Senhora apareceu com o Escapulário nesta última visão? - perguntaram a Lúcia em 1950.

- É que Nossa Senhora quer que todos usem o Escapulário - respondeu ela.

"E é por este motivo que o Rosário e o Escapulário, os dois sacramentais marianos mais privilegiados, mais universais, mais antigos e mais valiosos, adquirem hoje uma importância maior do que em nenhuma passada época da História".


Oração a Beatíssima Virgem do Carmo


Oh! piedosíssima Virgem! Vós, que nove séculos antes de existir fostes vista em profecia pelo servo de Deus nosso pai São Elias, e venerada por seus filhos no Carmelo... Vós, que em carne mortal vos dignasteis visitar-lhes e lhes dispensasteis celestiais alegrias... Vós, que vigiais sempre pela virtuosa família que teve por Superior a vosso estimado filho São Simão Stock, por pais e reformadores a seráfica virgem e mística Doutora Santa Teresa de Jesus e ao esclarecido e extático São João da Cruz, assim como por uma de suas digníssimas filhas a exemplar esposa de Jesus Cristo Santa Maria Madalena de Pazzis, vossa devotíssima serva... Vós, que engrandecestes a Ordem com a estimável prenda do Santo Escapulário.., e, em fim, Vós, que de tantas maneiras haveis demonstrado vosso carinhoso amor aos carmelitas e seus devotos, recebei benévola meu coração ardente de fervoroso entusiasmo dado a mais pura das criaturas e a mais amorosa das mães. Não permitais, Senhora, que o leão rugente assuste meu espírito no caminho da perfeição, e fazei que consiga subir a glória, como o haveis alcançado de vosso Divino Jesus para os que invocando-vos com fé e imitando vossas virtudes, morreram píamente com vossa proteção. Amém.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O que a Biblia fala

A Bíblia ensina que tanto a sabedoria como o conhecimento não são dados por meios místicos (Pv 1; 1 Tm 4.10-16; 2 Tm 2.14; 3.14), e rejeita a idéia da Nova Era de que o chamado conhecimento "superior" é alcançado nos estados místicos de consciência. O conhecimento revelado de Deus e a verdade espiritual vêm do próprio Deus que é a Verdade, que "não pode mentir" (Jo 14.6; Tt 1.2), através de revelação divina verificável (2 Tm 3.16-17), e não por imitações espíritas que fornecem falsas informações (1 Tm 4.1; 1 Jo 4.1).

A Bíblia ensina uma moralidade absoluta baseada no caráter de Deus e na Sua Palavra revelada (1 Jo 1.5; 2.29; 3.4). Isso rejeita o ensinamento do Movimento da Nova Era de moralidade baseada na preferência pessoal, que pode levar a uma abordagem potencialmente destrutiva para a vida e ética pessoais.

Com respeito ao conhecimento de Deus, a Bíblia ensina que Deus é infinito (1 Rs 8.27; 1 Tm 6.15-16), pessoal (Is 43.10-13; 44.6-9), amoroso (1 Jo 4.8), santo e imutável (Sl 55.19; Ml 3.6; Hb 13.8; Tg 1.17). Por outro lado, o Movimento da Nova Era ensina que Deus é impessoal e, portanto, deve ser mencionado como sendo a "Força" dos filmes "Guerra nas Estrelas". O Deus do Movimento da Nova Era não pode amar, não é santo e não pode pensar, nem ter misericórdia. "Ele" (força impessoal) apenas existe.

A Bíblia ensina que Cristo tinha uma natureza especial como a única encarnação de Deus e Salvador do mundo (Jo 3.16,18; Fp 2.1-8; 1 Jo 2.2). Ele vai voltar visível e pessoalmente (Mt 24.29-39; At 1.11). A Bíblia rejeita o ensinamento do Movimento da Nova Era de que Jesus era apenas um mestre iluminado ou espírito-guia.

A Bíblia ensina que o pecado é real (1 Jo 1.8-10), que ele separa o indivíduo de Deus (Is 59.2; Ap 20.12-15), e que Cristo morreu para perdoar os pecados da humanidade (Jo 3.16; 1 Pe 2.24). Isso contrasta com o Movimento da Nova Era que ensina que o pecado é uma ilusão (ou simples ignorância da nossa perfeição) e que Cristo não morreu pelo pecado, mas apenas revelou o caminho para uma consciência superior.

Na Bíblia, a salvação ocorre quando o homem se arrepende e recebe pela fé a provisão de Cristo para o seu pecado. A salvação é um dom gratuito instantâneo, recebido pela graça através da fé na morte sacrificial de Jesus Cristo (Rm 11.6; Ef 2.8-9; Jo 6.47; 1 Jo 2.25; 5.13). Isso rejeita a idéia do Movimento da Nova Era de que a salvação ("iluminação") é um processo demorado de percepção da nossa própria divindade.
Para eles, a salvação não é um dom, sendo então obtida pelo esforço e mérito pessoais, como na meditação da ioga. A Bíblia ensina que o céu ou o inferno reais são o destino de todos os indivíduos depois desta vida (Mt 25.46; Fl 3.20-21; Hb 9.27; Ap 20.10-15; 21.1-22.5). Isso rejeita o ensino do Movimento da Nova Era da reencarnação através de um número infindável de vidas. Assim sendo, a Bíblia e o Movimento da Nova Era discordam em diversas crenças básicas sobre Deus, salvação e vida espiritual.

Site da Chamada da Meia Noite
(John Ankerberg e John Weldon)

Os perigos da nova era.

Factos Sobre a Nova Era

1. As experiências místicas da Nova Era são, na verdade, armadilhas espirituais?
Existe hoje grande confusão na área dos fenômenos psíquicos, experiências místicas, e ocultismo. Todos eles são vistos como bons, progressistas e de origem divina; devendo, no futuro, fazer parte do aspecto natural e normal da evolução ou potencial humano. Essas são atividades tidas não só como "boas", mas também "seguras". No geral, as realidades danosas só são percebidas tarde demais, porque a nossa sociedade rejeita a idéia de poderes demoníacos que enganam deliberadamente sob um disfarce de "bondade".
As pessoas da Nova Era não têm idéia de que as suas novas práticas espirituais possam levá-las ao envolvimento com demônios. Por exemplo, Johanna Michaelsen acreditou que estava servindo a Deus e a Jesus trabalhando com um cirurgião mediúnico. No início, ela sentia grande alegria e paz mediante as práticas da Nova Era. Seu espírito-guia chegou a afirmar ser Jesus. No processo de se tornar cristã, ela descobriu, porém, que o espírito-guia a enganara deliberadamente e era um demônio. Ela relembra: "Raiva demoníaca assassina foi a reação do espírito à minha provável decisão de aceitar a Jesus Cristo de Nazaré como Ele é, em vez de como eu estava pensando que Ele fosse".[1]
Doreen Irvine compreendeu a mesma verdade. Como feiticeira praticante, que usava poderes psíquicos, ela cria que tais coisas simplesmente faziam parte do "potencial humano" de qualquer pessoa. Certo dia, descobriu que o verdadeiro poder vinha dos espíritos malignos. Percebeu enfim que eles habitavam realmente nela – algo que nunca imaginara. Ela observa: "Os demônios não me eram estranhos. Eu não os chamara muitas vezes para ajudar-me nos rituais de feitiçaria e satanismo? Agora, pela primeira vez, sabia que esses demônios estavam dentro de mim e não fora. Foi uma revelação espantosa... eles na verdade me controlavam".[2]


Finalmente, o médium Raphael Gasson disse que seus auxiliares espirituais tentaram matá-lo quando ele decidiu deixá-los e aceitar Jesus Cristo. Ele declara: "Como ex-ministro espiritualista e médium ativo, posso dizer que na época em que participei do Movimento, cria realmente que esses espíritos eram de mortos e que era meu dever pregar isso a todos com quem entrava diariamente em contato. Tinha o desejo sincero de fazer com que a humanidade aceitasse essa ‘verdade gloriosa’ e se alegrasse no conhecimento de que a morte não existe".[3] Todavia, Gasson continua, dizendo que seu próprio espírito-guia "tentou matar-me quando se tornou evidente que estava pronto a denunciar o espiritualismo".[4]

Com base nisso, podemos ver que, pelo menos inicialmente, o convertido à Nova Era pode desfrutar de inúmeras experiências excitantes e agradáveis. É isso que os espíritos desejam, pois isso leva as pessoas a se aprofundarem mais na filosofia e práticas da Nova Era. Mas, uma vez que o indivíduo foi realmente "fisgado", o quadro pode mudar drasticamente. O que os adeptos da Nova Era devem considerar é que eles próprios podem fazer parte de uma vigarice espiritual. Se um estelionatário for suficientemente hábil, a vítima pode entregar-lhe alegremente toda a sua poupança. Ela só descobre a sua perda quando já é tarde demais. Os membros da Nova Era entregam confiantes as suas mentes e corpos a seres espirituais que mal conhecem. Se esses espíritos forem demônios, quais serão as conseqüências lógicas, a seu ver?

2. A Bíblia diz alguma coisa sobre os ensinos e práticas do Movimento da Nova Era?

A Bíblia tem muito a dizer sobre as práticas e ensinamentos da Nova Era. Especificamente, a Bíblia ensina que o espiritismo e outras práticas ocultistas do Movimento da Nova Era desagradam a Deus, atraindo o Seu juízo. Por exemplo:

Êxodo 20.3,5 (comp. Sl 96.4) – "Não terás outros deuses diante de mim... Não [os] adorarás, nem lhes darás culto..."

Deuteronômio 18.10-12 (comp. 2 Cr 33.6) – "Não se achará entre ti... adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor..."

1 Coríntios 10.20 (comp. Sl 106.34-40) – "As cousas que eles sacrificam, é a demônios... e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios".

Em essência, nesses versículos, a Bíblia está condenando qualquer envolvimento com espíritos ou demônios.
Os ensinamentos panteístas do Movimento da Nova Era são rejeitados pelas Escrituras. A Bíblia ensina que o Deus infinito e eterno criou um Universo finito do nada (Gn 1.1; Ne 9.6; Sl 33.9; 148.5; Hb 11.3) e que esse é tanto real quanto bom (Gn 1.31). Deus não é "um" com o Universo (Is 45.18,22). Ele é separado e superior a ele.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Diga Não ao Carnaval.

O COSTUME E O PECADO


São João Crisóstomo na homilia “Sobre as prostituições” 2, PG 51, 210 diz algo que cabe muito bem aplicarmos a certos costumes, tais como o carnaval, que leva muitos para o caminho do pecado:

“Que não me diga alguém que é costume; onde o pecado ousa aparecer, não te lembres do costume, mas, se suspeitos os eventos, mesmo que sejam antigo costume, elimina-os; mas, se não forem frutos da malícia, mesmo que não sejam costumeiros, introduza-os e plante-os bem fundo.” (S. João Crisóstomo, Sobre as prostituições, 2)

Comentário: Muitos vêem o carnaval como a festa da alegria. Nós, dizem, os pagãos, somos gente tola, que rejeitam as coisas alegres da vida. Ora, meus irmãos, não é nada disso como pensam os pagãos; nós cristãos não repudiamos a alegria, sabemos que a alegria constitui, é claro, um anseio e uma expectativa de nossa santa e divina religião católica. Não, porém, a alegria mundana, essa que nos oferece o mundo, alegria sem relação com o Cristo e a sua Igreja. O apóstolo Paulo, concebendo a alegria, não falou sobre alegria simplesmente, mas acerca da alegria no Senhor, acerca da duradoura alegria que existe mesmo nas tristezas, a qual a união com o Cristo cria.

"Santo Agostinho chamava os divertimentos carnavalescos de sacramentos do demônio, porque, em vez de nos fazerem amigos de Deus, eles nos fazem amigos do demônio; em vez de nos darem a graça, dão-nos a desgraça; em vez de nos abrirem a porta do paraíso, escancaram a porta do inferno." (Cf. COLOMBO,Giovanni. Pensamentos sobre os Evangelhos e sobre as festas do Senhor e dos santos. Edições paulinas, 1960, p. 316)


“Como podem chamar-se divertimentos as bebedeiras, as noitadas, os bailes, e todas as variadas desonestidades com e sem máscara? “Não divertimentos – clama S. João Crisóstomo- mas sim pecados e delitos.”


Bem dizia os Padres antigos quando dissera que a barafunda do carnaval é uma invenção do diabo. E muitos dos que se chafurdam dentro dela são cristãos que, na prática ao menos, querem desbatizar-se. Quando eles foram levados à pia sagrada, o ministro de Deus lhes disse: “Renuncias ao demônio e às suas pompas?” “Renuncio”, foi respondido.

Mas eis que nestes dias muitíssimos católicos arrancam do seu coração as renúncias, se esquecem do batismo, e, tornado pagãos, lançam-se no culto dos sentidos e nas pompas demoníacas. Há alguns que argumentam assim: “Não acho nada de mal ir a certos bailes dançantes, aos bailes de máscaras....” Pobre gente!


Mister se faz dizer que ela perdeu o senso do bem e do mal. Lembrarei então um episódio contado por Tertuliano, mas que pode ensinar muitíssimo, mesmo nos nossos dias. Uma mulher ao entrar em certo ambiente para os divertimentos carnavalescos (saturnálias), foi invadida pelo demônio. Arrastada perante o Bispo, este exorcizando-a, forçou o espírito maligno a dizer por que ousara molestar aquela mulher, que era boa e religiosa. ‘Se fiz isto, respondeu o demônio, tinha o direito de fazê-lo. Invadi-a porque surprendi-a no que é meu.’ ” (De spect., c. 26; Cfr. Adaptado de: COLOMBO,Giovanni. Pensamentos sobre os Evangelhos e sobre as festas do Senhor e dos santos. Edições paulinas, 1960, p. 315-316)

ALEGRIA DA CIDADE DOS HOMENS

Daniel André

A gloriosa Cidade de Deus, a Igreja católica, prossegue em seu peregrinar através da impiedade e dos tempos, vivento cá embaixo, pela fé, e com paciência espera a verdadeira alegria na firmeza da mansão eterna.

Enquanto isso, esquecendo de seu destino eterno, os homens da cidade terrestre, imprudentes e sensuais, desprezando os bens eternos, se alegram com as proximidades de mais um carnaval, a maior festa popular do país. Como porcos que se chafurdam na lama, enlameam-se no gozo dos pecados. Diz bem São Jerônimo: "nada há mais infeliz do que a felicidade dos que pecam!" (Cf. Santo Antônio, Sermão, 1Pn 6ª)


De tal modo, as pessoas perdem o juízo, que não somente se tornam insensatas, mas se reduzem à condição dos brutos; agindo como irracionais, entregando-se as bebedeiras, drogas, violência e imoralidades, sem considerar o que é o bem e o mal, seguem unicamente o instinto das afeições sensuais, entregando-se ao que lisonjeia a carne, sem pensar no que perdem, nem na ruína eterna que os ameaça.


Pelos canais de televisão, a mesma droga é difundida nos lares. Mulheres nuas, imoralidades, sambas que exaltam os falsos deuses das religiões africanas, etc. Alguns canais, só para ganhar audiência e perder algumas almas, apostam em nudez e carnaval trash com travesti e gafes.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u369166.shtml


O melhor mesmo, para aqueles que pertencem a Cidade de Deus, é o recolhimento. É hora de preparar-se para a Quaresma, escondendo-se dos tumultos, em intimidade com Nosso Senhor Jesus Cristo, o Deus verdadeiro. Enquanto isso, a cidade terrestre cultuará seus deuses com sacrifícios e renúncias para badalar todas as noites até o raiar do dia, sem perder nada da festa, mas perdendo tudo nela. É a "religião" da cidade dos homens com sua trindade carnal: a concupiscencia da carne, dos olhos e a soberba da vida.


Dizia Santo Afonso, que quando o pecador, para satisfazer qualquer paixão, ofende a Deus, converte em sua divindade essa paixão, porque nela põe o seu último fim. Assim diz São Jerônimo: “Aquilo que alguém deseja, se o venera, é para ele um deus. Vício no coração é ídolo no altar.”

Por isso, carnaval é a festa dos ídolos. Ídolos da bebida, do sexo, das drogas, das infidelidades. São ídolos no altar. São falsos deuses no coração dos homens.

SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO E O CARNAVAL


“Por este amigo, a quem o Espírito Santo nos exorta a sermos fiéis no tempo da sua pobreza, podemos entender que é Jesus Cristo, que especialmente nestes dias de carnaval é deixado sozinho pelos homens ingratos e como que reduzido à extrema penúria. Se um só pecado, como dizem as Escrituras, já desonra a Deus, o injuria e o despreza, imagina quanto o divino Redentor deve ficar aflito neste tempo em que são cometidos milhares de pecados de toda a espécie, por toda a condição de pessoas, e quiçá por pessoas que lhe estão consagradas. Jesus Cristo não é mais suscetível de dor; mas, se ainda pudesse sofrer, havia de morrer nestes dias desgraçados e havia de morrer tantas vezes quantas são as ofensas que lhe são feitas.


É por isso que os santos, a fim de desagravarem o Senhor de tantos ultrajes, aplicavam-se no tempo de carnaval, de modo especial, ao recolhimento, à penitência, à oração, e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com o seu Bem-Amado. No tempo do carnaval, Santa Maria Madalena de Pazzi passava as noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o sangue de Jesus Cristo pelos pobres pecadores. O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas. São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias. São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e realizar exercícios de devoção. O mesmo praticava São Francisco de Sales, que, não contente com a vida mais recolhida que então levava, pregava ainda na igreja diante de um auditório numerosíssimo. Tendo conhecimento que algumas pessoas por ele dirigidas, que se relaxavam um pouco nos dias de carnaval, repreendia-as com brandura e exortava-as à comunhão frequente.



Numa palavra, todos os santos, porque amaram a Jesus Cristo, esforçaram-se por santificar o mais possível o tempo de carnaval. Meu irmão, se amas também este Redentor amabilíssimo, imita os santos. Se não podes fazer mais, procura ao menos ficar, mais do que em outros tempos, na presença de Jesus Sacramentado ou bem recolhido em tua casa, aos pés de Jesus crucificado, para chorar as muitas ofensas que lhe são feitas.


O meio para adquirires um tesouro imenso de méritos e obteres do céu as graças mais assinaladas, é seres fiel a Jesus Cristo em sua pobreza e fazer-lhe companhia neste tempo em que é mais abandonado pelo mundo. Como Jesus agradece e retribui as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas!” (LIGÓRIO, Afonso Maria de, Meditações).

O Carnaval ofende a Jesus Cristo. Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926). E Santa Margarida Maria de Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).


Durante o carnavalm, os santos desagravavam e consolavam o Coração de Jesus tão ofendido durante os dias que precedem a quaresma. Eles faziam penitência, rezavam com mais fervor e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com Nosso Senhor.



— Santa Maria Madalena de Pazzi passava noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o Sangue de Jesus Cristo pelo pobres pecadores.

— O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas.

— São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias.

— São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e exercícios de devoção.

— São Francisco de Sales exortava o povo a comungar com freqüência durante o carnaval, para consolar a Nosso Senhor.

— São Vicente de Paulo mandou que seus religiosos fizessem penitência durante o carnaval.

— Santa Margarida Maria de Alacoque sofria muito durante esse tempo.

— São Caetano de Thiene morreu de desgosto ao ver Nosso Senhor tão ofendido.

E você, católico, qual é o seu comportamento durante o carnaval? Você ofende a Jesus Cristo ou consola-O?



Se o carnaval fosse uma coisa boa, como muitos andam dizendo; será que os santos teriam agido dessa forma? Claro que não! O carnaval é do demônio, por isso, é preciso rezar e fazer penitência.

Num trecho de uma carta da falecida carmelita Lúcia, em 1940, ela escreveu:


(...) Nosso Senhor está descontente e amargurado com os pecados do mundo e com os de Portugal, ao queixar-se da falta de correspondência, vida pecaminosa do povo e em especial da tibieza, indiferença e vida demasiado cômoda que levam a maioria dos sacerdotes, religiosos e religiosas (...) Em reparação e súplica por si e pelas outras nações, Nosso Senhor deseja que em Portugal sejam abolidas as festas profanas nos dias de carnaval e substituídas por orações e sacrifícios com preces públicas pelas ruas”.


Imaginem só...

Se em 1940, Nosso Senhor já estava descontente com o carnaval lusitano, imaginem o que Ele pensa do carnaval carioca, baiano...


Fonte: http://advhaereses.blogspot.com/search/label/Carnaval.

Irmã Lúcia: que sejam abolidas as festas de Carnaval.

Carnaval na Paróquia

Eu consegui este trecho na Internet sobre uma carta da falecida carmelita Lúcia, em 1940, ao tratar um grave assunto ao Patriarca de Lisboa:

"Eminentíssimo Senhor Cardeal, Nosso Senhor está descontente e amargurado com os pecados do mundo e com os de Portugal, ao queixar-se da falta de correspondência, vida pecaminosa do povo e em especial da tibieza, indiferença e vida demasiado cômoda que levam a maioria dos sacerdotes, religiosos e religiosas (...)
Em reparação e súplica por si e pelas outras nações, Nosso Senhor deseja que em Portugal sejam abolidas as festas profanas nos dias de carnaval e substituídas por orações e sacrifícios com preces públicas pelas ruas”.

Mas hoje é o “tempo da graça”, como querem os hereges, e assim promovem carnaval no próprio lugar onde deveria ser de oração, bem distinto da mensagem de Fátima:

http://www.jpjornal.com.br/news.php?news_id=41749


Fonte:http://persona-non-grata-brasil.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Beata Alexandrina e os Sacerdotes.

Beata Alexandrina


A veneração e o amor que a Beata Alexandrina tinha para com os sacerdotes é notória, portanto bem conhecida de todos.

Desde muito nova ― graças à educação altamente cristã recebida de sua mãe ― habituou-se a respeitá-los e a venerá-los como sendo a imagem visível de Cristo sobre a terra. Eis o que ela escreveu na sua “Autobiografia”:

« Lembro-me que tinha muito respeito pelos sacerdotes. Quando estava sentada à porta da rua, só ou com a minha irmã e primas, levantava-me sempre à sua passagem, e eles correspondiam tirando o chapéu, se era de longe, ou dando-me a bênção se passavam junto de mim. Observei algumas vezes que várias pessoas reparavam nisto e eu gostava e até chegava a sentar-me propositadamente para ter ocasião de me levantar no momento em que passavam por mim, só para ter o gosto de mostrar a minha dedicação e respeito pelos ministros do Senhor ».

Com o tempo e com o avançar da idade, estes sentimentos foram aumentando cada vez mais como o afirmaram os sacerdotes que foram seus directores espirituais, assim como aqueles sacerdotes que a visitavam.


Um destes sacerdotes, o Padre Payère, da diocese de Versalhes, em França, que a visitou em Dezembro de 1945, deixou dela este belo testemunho:

« Pareceu-me uma belíssima alma, completamente unida a Deus, uma hóstia pura, silenciosa e alegre no seu sofrimento profundo que exigem os pecados do mundo, em estreita união com Aquele que é por excelência o Cordeiro de Deus. Alexandrina é também o cordeiro de Deus que expia pelos pecados do mundo ».

E mais adiante diz ainda:


« O seu olhar e o seu sorriso estão cheios de bondade, de simplicidade e de caridade suave ; e portanto ela sofre muito ».

No momento em que se compilam as cartas por ela escritas ao seu primeiro Director espiritual ― o Padre Mariano Pinho, SJ ― pensei que seria bom ― para ilustrar este humilde trabalho ― transcrever uma delas que tem justamente por objecto a salvação de um sacerdote de Lisboa.



Este sacerdote não levava boa vida... Mas leiamos a carta:


« Balasar, 17 se setembro de 1938
Viva Jesus!

Meu Paizinho,
 A minha alma sofre, e sofre muito. Parece-me que não há luz que possa alumiar tal escuridão. Perdi-me no mar; não tenho ninguém por mim: tudo me abandonou. Eu não quero bem a pessoa nenhuma: é o que eu sinto. Ontem [1] queria pôr termo ao meu viver, custasse o que custasse. Deitar-me a afogar, meter a cabeça debaixo do comboio, enfim, figurava-se-me que é insuportável o meu viver. Queria escrever ao meu Paizinho mas estava tão desanimada e com tão poucas forças para o fazer que nem sabia como resolver este caso. Porém hoje vejo-me obrigada a fazê-lo. Para mais depressa chegar às mãos do meu Paizinho, vou mandá-la a Gondifelos. Se ela voasse até aí!
 Eu vou dizer ao meu Paizinho o que se passou. Mas o nome só o digo no fim da carta, escrito por mim.
  Hoje o Sr. Abade, antes de ir para Arcos para as confissões, trouxe-me Nosso Senhor. No fim de o receber figurava-se-me que tinha a minha alma morta. Estava num abismo tão medonho! Numas trevas tão intensas! Estava tão assustada, tinha medo de Nosso Senhor. Estive assim assustadíssima um bom pedaço. A Deolinda, como de costume, deu graças comigo. Nem sei o que ela rezava. Depois principiei a sentir paz, uma luzinha a iluminar-me a alma e principiei a perder o medo. Ouvi que Nosso Senhor me falava assim:

― Anda, minha pombinha inocente, ao teu Amor, ao teu Jesus, ao teu esposo. Anda, não temas, não te assustes. Este estado não é teu. És vítima. Se soubesses quanto sofro por ver assim sofrer a minha espozinha! Mas olha: Trata-se da alma do Padre.... Viste noutro dia aquela primeira alma que o demónio mais força fazia para arrastar? Era a dele. As outras eram da tua freguesia. Chegou a hora da vingança. Não o posso suportar mais. Que vida tão medonha, não nojenta: tão cheia de impureza. Tanta Missa sacrílega. Não o posso suportar mais. Vou condená-lo ao inferno.
E eu disse:
― Ó meu Jesus, se tendes no meu corpo ou na minha alma alguma coisa que Vos possa servir para eu lhe valer, não me poupeis a mim e poupai-o a ele às penas eternas. É uma alma, meu Jesus. Eu sou a vossa vítima. Eu não quero que crime nenhum do mundo vá ferir o Vosso santíssimo e amabilíssimo Coração.

Ó louquinha de Jesus e das almas, como te não posso negar nada, sofrê-lo-ei um mês. Sofrerás horrivelmente. Manda vir o teu Paizinho, combinai o que haveis de fazer. Conformo-me com tudo o que vós fizerdes. Convida-o por escrito à penitência. Não temas, não te assustes, sou o teu Jesus.

E tomou-me toda para si, fazendo-me breves carícias.

Meu Paizinho, que fazer a isto? Eu estou aflitíssima. O meu coração está agitado, nem me deixa respirar. Estou cheínha de medo. O demónio parece que me quer tragar. Diz-me com nomes feios que julgo dum inocente o que eu sou e o que o meu Paizinho é.
Lembranças da minha mãe e da Deolinda.
Abençoe a pobre Alexandrina.

(Depois, por mão dela):
Ai, meu Paizinho, eu estou tão cheia de medo, tenha pena de mim. É o Senhor Padre........... (O Padre Pinho riscou o nome) ».

Para que este sacerdote seja salvo, a Beata Alexandrina “sofreu horrivelmente”, como Jesus lhe tinha dito, mas a vitória foi também extraordinária!
Quando o Padre Mariano Pinho recebeu esta carta que muito o interpelou, escreveu para Lisboa a uma das suas numerosas dirigidas ― Superiora dum convento ― e pediu-lhe que se informasse junto do Senhor Cardeal Patriarca se algum dos sacerdotes da diocese de Lisboa lhe causava dissabores, sem todavia revelar o nome que a Beata Alexandrina lhe tinha indicado.

Sublinhemos que, Alexandrina habitando Balasar e nunca tendo ido a Lisboa, não podia conhecer o tal sacerdote, e que este nunca veio a Balasar.

A resposta veio breve e, coisa extraordinária, não só ela era afirmativa, mas o nome do “desgarrado” era o mesmo que indicara a “doentinha de Balasar”. O Padre Pinho deixou de duvidar e permitiu à Alexandrina de aceitar a proposta do Senhor, quer dizer: “sofrer horrivelmente” para que a alma deste sacerdote não caísse no inferno.


Mais tarde, a boa notícia chegou:

O dito sacerdote foi a Fátima ― vestido civilmente ― participou a um retiro espiritual e no fim deste pediu para se confessar. Depois de ter pedido sinceramente perdão a Deus pelas suas faltas e de ter revelado a sua verdadeira identidade, faleceu serenamente no Senhor.
A Beata Alexandrina não tirou disso glória pessoal, claro está, mas sentiu a alegria de ter sido o instrumento, nas mãos de Deus, para que tal milagre se produzisse.

Aqui fica pois um exemplo concreto daquilo que na Igreja se chama a “comunhão dos santos”, assim como a demonstração do valor impetratório da nossa querida Alexandrina.

Se durante a sua vida mortal o Senhor lhe acordava tais dons, que será agora, agora que ela vive na Mansão celeste junto do Esposo que ela tanto amou e ama agora mais ainda?

Neste momento tão crítico ― não quero ser pessimista ― em que a Igreja Católica sofre por falta de vocações sacerdotais e religiosas, porquê não organizar uma “cadeia de orações” para pedir a Deus, por intermédio da Beata Alexandrina o aumento das vocações sacerdotais e religiosas?

Não esqueçamos que a Alexandrina “é o Canal por onde Jesus quer fazer passar as suas graças” e todos, de um só coração rezemos nesse sentido, não esquecendo a materna solicitude da Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, que a “doentinha de Balasar” tanto amava: a sua querida “Mãezinha”.

Convido todos vós a lerem as “Cartas da Alexandrina ao Padre Mariano Pinho”, 1933 a 1937 ― as outras seguirão em breve ―, já em linha no Sítio Oficial:

Afonso Rocha

[1] Compreenda-se bem o significado deste “queria”: não há aí nada de deliberado: era sugestão do demónio. (Nota do Padre Mariano Pinho).